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Máquinas de Livros do Metrô

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Como de praxe estou sempre andando nas estações do metrô. Aquelas máquinas de livros instaladas na estações sempre me chamam atenção...

Sexta-feira (23/09/11) encontrei um livro MARAVILHOSO, chama-se:


Diabetes um guia prático.
Autora: Elisa Biazzi
Paguei R$3,00.

Valeu a pena ,muito a pena!

Li coisas nele que até então desconhecia. O tratamento do diabetes é visto e sugerido de forma prazerosa.

Tamanho: 23 x 16
Edição: 1ª edição  - 2001
Quantidade de páginas: 312


Estações do metrô que possuem estas máquinas:

Estação Luz - Mezanino acesso à CPTM

     Estação Sé -   Mezanino - perto das catracas
    Embarque para Barra Funda - lado direito
    Embarque para Barra Funda - lado esquerdo

    Embarque para Corinthians-Itaquera - lado direito
    Embarque para Corinthians-Itaquera - lado esquerdo 

   Embarque para Jabaquara - lado direito
   Embarque para Jabaquara - lado esquerdo

   Embarque para Tucuruvi - lado direito
   Embarque para Tucuruvi - lado esquerdo

   Estação Barra Funda - Mezanino - próximo à transferência para CPTM
   Estação Anhangabaú - na plataforma

  Estação Consolação - na plataforma
  Estação Trianon - Masp - na plataforma
  Estação Brigadeiro - na plataforma

  Clube Hebraica - Entrada da Angelina


Como funcionam:

1 - Coloque o dinheiro

As máquinas aceitam:
Moedas de R$ 0,25 e 1
Cédulas de R$ 1, 2, 5 e 10

2 -
Selecione o livro

3 -
Retire o livro

4 -
Aperte o botão do troco. Boa leitura.

USP testa técnica contra diabetes 1 sem uso de injeção de insulina

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MARIANA VERSOLATODE SÃO PAULO

Pesquisadores da USP estão testando uma nova estratégia para livrar os portadores de diabetes tipo 1 das injeções diárias de insulina.

O objetivo da técnica é aumentar a segurança e a eficácia do transplante de ilhotas de Langerhans, conglomerado de células do pâncreas responsável pela produção de insulina.

O transplante, em si, não é novidade e data da década de 70. No Brasil, cinco pacientes já foram submetidos à técnica entre 2002 e 2006.

Mas a cirurgia ainda tem problemas sérios, como a exigência de que o paciente passe a tomar remédios imunossupressores para evitar a rejeição às células transplantadas. Essas drogas baixam as defesas do corpo. Outra dificuldade é manter as ilhotas produzindo insulina a longo prazo.

Estudos de um grupo canadense mostram que, depois de cinco anos, apenas 10% dos pacientes transplantados estavam livres das injeções do hormônio.



INOVAÇÃO
Para sanar esses problemas, pesquisadores do Nucel (Núcleo de Terapia Celular e Molecular), sob a coordenação da bióloga Mari Sogayar, professora titular do Departamento de Bioquímica do Instituto de Química da USP, criaram uma cápsula que envolve as ilhotas.

A cápsula é feita de um material, patenteado como BioProtect, feito de alginato, extraído de algas marrons.

A estrutura tem ainda substâncias que melhoram a função e a longevidade das ilhotas.

Segundo o médico Thiago Rennó dos Mares Guia, coordenador do grupo de microencapsulamento do Nucel, a composição da cápsula permite a entrada de oxigênio nas células e a saída de insulina. Ao mesmo tempo, a barreira impede que células do sistema imunológico destruam as ilhotas.

O material que envolve as células foi desenvolvido em parceria do Nucel com a CellProtect Biotechnology, empresa criada em incubadora da USP para criar substâncias usadas em terapia celular.

A cápsula já foi testada em camundongos diabéticos, com sucesso --o material provou sua capacidade de diminuir a rejeição ao transplante de ilhotas, que produziram insulina por mais tempo.

O próximo passo, segundo Sogayar, é testar em animais maiores e em seres humanos. Mares Guia acredita que, se tudo correr bem, esses testes podem começar dentro de um ou dois anos.

O que está mais perto de acontecer é a retomada dos transplantes de ilhotas, ainda sem as cápsulas, no Hospital das Clínicas da USP.

"De 2007 para cá ficamos sem recursos. Já temos a aprovação do Hospital das Clínicas. Faltam mais dinheiro e o recrutamento de pacientes", diz Sogayar.

Para serem submetidos à técnica experimental, os pacientes devem ter grandes variações de glicemia e episódios frequentes de hipoglicemia sem o aparecimento de sintomas.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/972021-usp-testa-tecnica-contra-diabetes-1-sem-uso-de-injecao-de-insulina.shtml

Mesmo controlada, diabetes do tipo 1 causa complicações

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 A terapia para diabetes tipo 1 baseada em insulina evoluiu muito desde o século passado, quando começou a ser feita, mas há uma demanda por tratamentos ainda melhores, segundo o médico e pesquisador da USP Thiago Rennó Mares Guia.

Ele explica que o paciente que é diabético perde a ilhota de Langerhans, que contém as células beta, produtoras de insulina, e também outras células que secretam diferentes hormônios. "Por mais que o diabético controle a doença corretamente, pode acabar desenvolvendo complicações."

Entre os problemas mais comuns estão perda de visão, insuficiência renal e amputação de membros inferiores.

Além disso, a insulina sintética injetada não age no corpo da mesma forma que a natural. Já no transplante de ilhotas, as células seriam capazes de secretar o hormônio da mesma maneira como acontece em não diabéticos.

"Se não for a cura, já que ainda é preciso substituir as ilhotas transplantadas de tempos em tempos, é algo que vai trazer menos complicações e ser menos incômodo, principalmente para crianças e adolescentes."

O médico afirma que, mesmo com as agulhas finas usadas hoje, as injeções diárias são difíceis para as crianças.

Um estudo recente mostrou que o mundo tem hoje cerca de 350 milhões de pessoas com diabetes. Desses, 10% têm o tipo 1 da doença.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/972041-mesmo-controlada-diabetes-do-tipo-1-causa-complicacoes.shtml

Diabéticos têm dificuldade de achar medicamento Victoza

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MARIANA VERSOLATO - DE SÃO PAULO

A corrida para comprar o remédio Victoza (liraglutida), indicado para o tratamento de diabetes mas cada vez mais usado para emagrecer, pode deixar os pacientes que realmente precisam do medicamento na mão.
Segundo o endocrinologista Ricardo Meirelles, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, que atua no Rio, metade dos seus pacientes que usam o Victoza se queixa de dificuldade para comprar a droga.
Ele estima que dez pacientes seus usem o remédio. "O número não é grande porque se trata de um medicamento novo e caro [cerca de R$ 400]", explica.
Meirelles diz que não está recomendando aos diabéticos que se adaptam bem ao Byetta, droga de efeito similar ao do Victoza, a mudar de remédio. "Mas o Victoza atrai os pacientes novos porque tem só uma aplicação ao dia em vez de duas do Byetta."


O endocrinologista Antonio Carlos Lerário, diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes, também tem poucos pacientes usando o remédio, por causa do preço.

"O Victoza vendeu como nunca depois da reportagem da revista 'Veja'. Fora do Brasil não houve esse furor."

Na edição de 7 de setembro, a revista "Veja" publicou uma reportagem de capa sobre a droga, chamando o Victoza de "bala de prata" contra o excesso de peso.

Na semana seguinte, a Vigilância Sanitária divulgou um alerta afirmando que o remédio não é recomendado para emagrecer, podendo causar hipoglicemia, náusea, diarreia, pancreatite e distúrbios da tireoide.

Como estudos mostram que o Victoza leva à perda de peso, alguns médicos já o receitam para tratar obesidade. Esse tipo de indicação é conhecido como "off label" (fora da bula).

LISTA DE ESPERA
Um comunicado da Sociedade Brasileira de Diabetes afirma que aumento da procura pelo Victoza causa impacto no preço e na disponibilidade da droga.

"Em Belo Horizonte, o Victoza está em R$ 394 e o estoque, esgotado, tem previsão de reposição só para daqui a uma semana", diz a nota.

A reportagem da Folha procurou o remédio em dez grandes farmácias de São Paulo e não encontrou o Victoza em nenhuma.

Algumas lojas têm listas de espera com 25 pessoas.

Já em três distribuidores de remédios especiais (que precisam de refrigeração no transporte), o Victoza foi encontrado para pronta-entrega, por até R$ 400.

"As farmácias mantêm estoques pequenos. Por isso indico as lojas de medicamentos especiais", diz o endocrinologista Marcos Tambascia, professor da Unicamp.

A consultora de negócios internacionais Luci Vagues começou a usar o Victoza no mês passado e teme não achar o remédio, que acabou há dois dias. "Se acabar porque tem gente comprando para emagrecer, nós [diabéticos] vamos ser prejudicados. Não dá para ficar sem."

A Novo Nordisk, fabricante do Victoza, diz que as vendas da droga estão normais.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/977929-diabeticos-tem-dificuldade-de-achar-medicamento-victoza.shtml

Doces ou não, alimentos podem alterar as taxas de açúcar no sangue

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A vontade de comer doce muitas vezes não tem hora, mas há as preferências gerais, como depois do almoço ou no meio da tarde. O Bem Estar fez uma enquete aqui no nosso site e 43% das pessoas responderam que sentem mais desejo após as refeições. Outros 31% votaram que gostam mais à tarde, no lanche .

Mas não é apenas o doce, aquele alimento que tem gosto de açúcar, o responsável por aumentar as taxas de glicose no sangue – o chamado índice glicêmico, que deve ser levado em conta também antes e depois dos exercícios. Cenoura, bolacha de água e sal e uva passa, a princípio inofensivos, são capazes de elevar o índice de açúcar na corrente sanguínea.

Já alimentos como iogurte, pera e cereais têm o poder contrário. No meio termo, ficam arroz, feijão, suco de laranja e chocolate, entre outros.

Para explicar como funciona o processamento do açúcar no corpo humano e por que é importante observar o que se come – para não ter uma crise de hipoglicemia ou diabetes –, o Bem Estar contou com a presença do endocrinologista Alfredo Halpern e da nutricionista Mônica Beyruti.

Açúcar (Foto: Arte/G1)

Segundo a nutricionista, a melhor hora para comer um doce é depois de uma refeição completa e variada. Dessa forma, o açúcar é absorvido mais devagar, por causa das fibras dos outros alimentos. Além disso, como o doce costuma ser mais calórico, quando a pessoa se satisfaz com a refeição primeiro se sente mais saciada e tende a ingerir menos doce.
Alimentos com fibras (que estão presentes em cascas, bagaços e polpas de frutas, na celulose das verduras e legumes, e nos grãos integrais) têm uma absorção mais lenta do que alimentos de carboidratos complexos, como o arroz branco, o macarrão, o pão francês e a batata, por exemplo. Ou seja, os produtos fibrosos tendem a ter um índice glicêmico menor que os carboidratos complexos.


Em geral, tudo o que uma pessoa come e bebe aumenta a taxa de açúcar no sangue, enquanto todo tipo de atividade física precisa de energia e, portanto, diminui a glicemia (os músculos absorvem mais o açúcar).
Alimentos de índice glicêmico maior são indicados para quem está em uma crise de hipoglicemia, porque são uma descarga rápida de energia no corpo, ou então para quem acabou de fazer exercício e precisa recuperar o que foi gasto.

No dia a dia, prefira alimentos de índice glicêmico menor, porque são absorvidos de forma mais gradual pelo corpo, o que é mais saudável. Uma boa dica para quem quer comer algo e não abrir o apetite é a fruta. A frutose, que é o açúcar da fruta, é outro tipo de carboidrato simples, mas que exige um processamento diferente do corpo, pois não precisa insulina. Sem isso, não há quedas nos níveis de glicemia e a fruta não dará mais fome.

Hipoglicemia
Quando uma pessoa come, o alimento é absorvido, digerido, e o açúcar vai para o sangue, o que aumenta a taxa da substância dentro dos vasos.
Em resposta, o pâncreas produz mais insulina, hormônio que carrega o açúcar para o interior das células, onde será usado como fonte de energia.

Alguns indivíduos têm um pâncreas “atrasado”, o que significa que o intervalo de tempo entre a ingestão de um alimento com teor de açúcar e a produção de insulina é maior que o normal. Quando isso acontece, o nível de açúcar no sangue cai.

O cérebro, então, percebe a queda de energia e aciona dois hormônios. A adrenalina sai da glândula suprarrenal, que fica acima dos rins, e se espalha pelo corpo para avisar que a glicose é necessária. Esse processo acaba causando ansiedade, tremor, transpiração e palidez.

Já o glucagon é liberado pelo pâncreas e retira açúcar do fígado para distribuir pelo resto do organismo e compensar a perda de açúcar. É pela ação desses dois hormônios que se sente fome em uma crise de hipoglicemia.

Segundo Alfredo Halpern, uma taxa de glicose em jejum superior a 100 mg/dl é considerada pré-diabetes. Se for acima de 126 mg/dl, a doença já existe.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/09/doces-ou-nao-alimentos-podem-alterar-taxas-de-acucar-no-sangue.html

Estresse e depressão podem elevar açúcar no sangue, dizem especialistas

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Os especialistas deram dicas para quem sente vontade de comer doce o tempo todo e explicaram a relação entre sobrepeso/obesidade e as taxas de açúcar no sangue. Segundo eles, é importante se alimentar de forma fracionada, para não sentir fome e abusar na quantidade.

Quem é diabético tende a ter muitos períodos de hipoglicemia, porque os remédios para controlar a doença podem baixar demais o índice glicêmico. Halpern falou sobre a síndrome do comer noturno, em que muitas pessoas acordam de madrugada para se alimentar, mesmo sem fome. Há um componente compulsivo muito forte envolvido no problema, que precisa de tratamento.

Indivíduos que são muito compulsivos por açúcar e doces podem ter uma dependência química e até crises de abstinência quando interrompem o vício. Além disso, pacientes com triglicérides altos devem evitar doces, pois o composto glicerol, que vem da glicose (presente em carboidratos e açúcares), aumenta essas taxas.

Na síndrome metabólica, o médico explicou que há uma associação entre hipertensão arterial, triglicérides altos, gordura abdominal e tendência à diabetes. Por isso, quem tem pressão alta deve ficar atento também aos níveis de açúcar no sangue.

Em jejum, uma pessoa normal deve ter menos de 100 mg/dl de açúcar no sangue. Se a taxa for superior a 126, mg/dl, já é diabetes. Crianças e adultos com taxas em torno de 90 mg/dl já exigem cuidados.

Na sequência, Mônica deu dicas para as grávidas, cuja dieta deve incluir proteínas, carboidratos, frutas e também doces, que são uma fonte de energia, mas exigem cautela. O médico comentou que muitas mulheres desenvolvem diabetes na gestação, o que pode influenciar no feto, que nasce com sobrepeso, alterações no pâncreas (com sobrecarga de insulina) e mais chances de ser diabético no futuro.

Para quem gosta de cerveja, Halpern recomendou comer sempre alguma coisa junto, para o índice glicêmico não subir demais. Em seguida, ele disse que estresse e depressão podem elevar o açúcar no sangue. Após comer um doce, a taxa de açúcar sobe em questão de minutos, explicou o endocrinologista. Por fim, ele afirmou que não existe alimento 100% bom nem ruim.
Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/09/estresse-e-depressao-podem-elevar-acucar-no-sangue-dizem-especialistas.html

Comece devagar e saiba seus limites na hora de fazer uma atividade física

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São vários os motivos que levam as pessoas a iniciar uma atividade física. A maioria realmente quer perder peso, mas também há as que pretendem ganhar massa muscular, força, resistência e flexibilidade.

Outros, além de melhorar o condicionamento físico, gostam da sensação de bem-estar que os exercícios proporcionam. E, por fim, existe o grupo dos hipertensos, diabéticos, cardíacos e indivíduos com colesterol e triglicérides altos, que buscam uma academia ou um lugar ao ar livre para melhorar a qualidade de vida.

O preparador  José Rubens D'Elia e o educador físico Mauro Guiselini  ensinaram uma série de atividades para você não ficar parado e terminar bem a semana.


Exercícios (Foto: Arte/G1)

Para quem não trabalha carregando coisas pesadas, os braços são músculos pouco exercitados, já que as máquinas geralmente fazem esse trabalho. Mas aí, na hora de carregar um peso maior, como uma mala, um móvel ou uma criança, se uma pessoa tiver os músculos fracos poderá apresentar problemas sérios e sentir dores. Por isso, é importante fortalecer sobretudo o tríceps e o bíceps.

Firmas as pernas também é importante, porque elas carregam os músculos usados em qualquer deslocamento do corpo. Existem exercícios de agachamento que podem malhar boa parte dessa região.

No abdômen, estão localizados alguns músculos profundos, que são fundamentais para a sustentação corporal, pois mantêm a estabilidade da coluna, uma postura correta e previnem contra dores e o aparecimento de lesões.

A hidroginástica, por não ter o impacto de outras atividades físicas, é ótima para obesos e idosos, que têm limitações de movimentos. Para quem pensa que esse exercício é sempre fácil, há níveis mais intensos, tanto que a hidroginástica é usada na recuperação de jogadores de futebol. Também melhora a resistência do corpo, o fortalecimento muscular e dá uma sensação de bem-estar, principalmente para quem gosta de água.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/09/comece-devagar-e-saiba-seus-limites-na-hora-de-fazer-uma-atividade-fisica.html

Predisposição genética e obesidade são causas de diabetes tipo 2

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A endocrinologista e especialista em diabetes Maria Lúcia Giannella conversou com o G1 para tirar mais dúvidas sobre diabetes e consumo de açúcar.

A médica reforçou a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que o consumo diário ideal é de quatro colheres de sopa, em doces ou bebidas. Esse número se refere a uma pessoa de 70 kg com atividade física leve.

Uma boa alternativa para o açúcar é o adoçante. Segundo a especialista, não há contraindicações para o consumo, com exceção de algumas doenças raras. Apesar da crença de que o produto possa ser cancerígeno, Maria Lúcia disse que as pesquisas com animais que apontaram esse resultado usaram cargas altíssimas, que ninguém seria capaz de ingerir.

Contudo, não é só o açúcar que causa diabetes. No caso do tipo 2, o mais comum, existe uma predisposição para que a doença se manifeste. Além da carga genética, a obesidade é um fator que pode favorecer o surgimento. Portanto, uma rotina saudável, com bastante atividade física e alimentação balanceada, pode previnir o problema.

Já o tipo 1 de diabates é difícil prever e não pode ser evitado, apenas controlado. Ele surge geralmente na infância e acontece porque o próprio sistema imunológico combate as células que produzem insulina. Há ainda outros tipos mais raros, causados por diversos fatores, como o uso de corticoides.

Se não controlada, a diabetes causa doenças a médio e longo prazos. As áreas mais atingidas são a visão, os rins e os nervos. Por isso, as dores provocadas podem se assemelhar a cãibras, entre outros sintomas.

Existem também doenças ligadas à hipoglicemia, baixo nível de açúcar no sangue, mas são relativamente raras. Caso o exame aponte concentração de açúcar abaixo do normal, mas a pessoa esteja saudável, não há com o que se preocupar. Por fim, a endocrinologista disse que o açúcar não tem grandes valores nutricionais, e é puramente uma fonte de energia.

3ª Blogagem Coletiva - Cura do Diabetes?! Uma causa perdida?!

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Os gastos, as dificuldades que tenho enfrentado desde 2008 não tem sido fácieis. O diabetes mudou minha vida. Passei a enxergá-la de outra forma, percebi o quanto vivemos em um país onde as classes sociais define bem quem terá o melhor tratamento.
Quando soube que Hebe Camargo estava diabética, pensei o quão diferente é o tratamento dela, comparado o de uma pessoa de outra classe social.
Parece que se nunca mais comermos alimentos com açúcar, seremos curados!
Como as pessoas se enganam!
Pior! Não estão abertas para aprenderem...
Eu vivo numa luta constante...
Só de levemir são mais de 100 unidades diárias. Humalog, mais de 30.
Eu e a balança somos inimigas em ultima instância. É uma decepção!
Tem mês que estou 05 quilos mais gorda e, depois 07 quilos mais magra...
E como isso parece que não tenho direito de ter autoestima, já que a cada mês estou com um peso diferente. Ás vezes de "pochete" ,ás vezes de barriga lisa. Meu corpo tá uma flacidez total, é um tal de emagrece e engorda... Que haja pele!
Só falto beber insulina!
E as línguas que não perdoam...
Dá para viver feliz com o diabetes, sim com certeza. Mais as relações humanas por vezes nos impedem.
Esta frase cai bem:

Se engordo, tô um lixo. Se emagreço, tô doente. Se me visto bem, sou "metido". Se me visto mal, sou desleixado. Se digo o que penso, sou arrogante. Se choro, sou vítima. Se tenho muitos amigos, sou falso. Se tenho poucos, sou antissocial. Se me defendo sou malcriado. Se não, sou fraco. Enfim... Não se pode fazer nada sem ser criticado. 

Em todo o canto tem um endocrinologista kkkkk

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Hoje fui ás compras, e como sempre olho rótulo por rótulo (por isso passei ir ao supermercado sozinha).
"De rabo de olho", percebo alguém me encarando com aquela cara, querendo me dizer:
- Esta menina não tem o que fazer!
A língua coça e vem a  pergunta:
- Você não que levar este pão e bláblá...
Eu disse:
- Não, obrigada, prefiro este tem menos carboidratos.
A cidadã insisti.
-Fazendo dieta menina! Seu corpo está ótimo!
E mais comentários.
Eu me irrito, e com toda educação do mundo respondo:
-Sou diabética e faço contagem de carboidratos.
Daí como sempre, os endocrinologistas e nutricionais de diplomas próprios, sempre tem mais comentários, e até ofensivos.
Haja saco!
Por isso agora, mais do que nunca decidi, deixem que pensem, que achem, que digam, não preciso falar que sou diabética... Cansei dos trocentos diagnósticos que já recebi só este ano, aí vai alguns. As vezes não fala da minha doença não por vergonha, mais pra evitar o falatório.

Segue alguns deles para que vocês notem até onde a criatividade do povo vai.

- Olha, você sabe né? Ser mãe pra você impossivel. Por que eu tinha uma inquilina, que o bebê morreu e quase que ela foi também. Ela sofreu tanto que a fisionomia dela parecia  a de um macaco.

- Minha tia morreu por causa do diabetes, mais antes disse, perdeu a perna.

- Nossa! Você ainda não ficou cega?

- Quem na sua familia é diabético pra você ter ficado? Tadinha tão novinha e já assim...

- Seu marido continua com você? Sorte a sua. Por que o marido de uma amiga a deixou depois do diagnóstico...

- Você sabe né? Seu filho pode morrer no parto. Isso se você não passar diabetes pra ele.

E por aí vai...
Haja criatividade e desinformação pra este povo. E o pior é que as vezes isso magoa.

Gravidez para a Diabética Tipo I

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Meses a fio procuro material específico para gestação na paciente diabética tipo I, já que o que mais tem no mercado é ressaltando o diabetes gestacional.
Desta forma, compartilho com vocês parte do estudo encontrado no site (http://www.scielo.br/pdf/abem/v52n2/18.pdf).

As gestações em mulheres com diabetes têm apresentado resultados que melhoraram dramaticamente nas últimas décadas, em razão dos progressos com a monitorização das glicemias e administração de insulina. A gravidez nas mulheres com diabetes tipo 1 está associada a aumento de risco tanto para o feto quanto para a mãe. Antes da concepção, a prioridade é normalizar a glicemia para prevenir malformações congênitas e abortamentos espontâneos.

Com o progresso da gestação, a mãe tem um risco aumentado de hipoglicemias e cetoacidose. Mais tarde existe risco de piora na retinopatia, hipertensão induzida pela gestação, pré-eclâmpsia-eclâmpsia, infecções de trato urinário e poliidrâmnios. No final da gestação, existe o risco de macrossomia e morte súbita intra-uterina do feto. Todas essas complicações podem ser prevenidas ou, pelo menos, minimizadas pelo planejamento da gestação e pelo controle intensivo das oscilações das glicemias, mantendo-as próximo ao normal.
A gravidez na mulher diabética está associada com o risco aumentado tanto para o feto quanto para a mãe.
Existe aumento da prevalência de anomalias congênitas e abortamentos espontâneos nas mulheres diabéticas que engravidam com mau controle glicêmico durante o período de organogênese fetal, que praticamente se completa com sete semanas de gestação. A mulher pode nem saber que está grávida neste período, por esta razão, são fundamentais o planejamento da gravidez e a manutenção de bom controle antes da concepção.
Se a hiperglicemia materna ocorrer após o segundo trimestre, durante os estágios de crescimento e desenvolvimento da gravidez, o feto pode apresentar os problemas clássicos do filho de mãe diabética:macrossomia,
hipoglicemia, hiperbilirrubinemia, hipocalcemia, policitemia e síndrome de desconforto respiratório.
Portanto, o tratamento da mulher com diabetes que pretende engravidar deve iniciar-se no planejamento da gestação, com a tentativa de se obter normoglicemia na pré-concepção e manutenção desta durante toda a gestação.

Entrevista com a nossa Presidente(a)

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Ontem assistindo o Programa Fantástico, achei interessante a entrevista que a apresentadora Patrícia Poeta fez com nossa presidente Dilma Roussef.
Na primeira parte da entrevista, Patrícia Poeta caminha com a presidente em parte do Palácio da Alvorada, afim de conhecer o cotidiano da mesma. Já na segunda parte esta vai até o Palácio do Planalto com o intuito de conhecer o trabalho da Primeira Presidenta do Brasil.
Em uma das perguntas, Patrícia Poeta pergunta a presidente:
- Qual foi o seu maior acerto em 08 meses de governo?
Dilma Roussef respondeu:
- “Logo de início ter entregue os remédios de graça. Sabe por que eu tô falando isso? Por que eu acho que a pessoa que não tem dinheiro para comprar remédio, e precisa, eu acho que é um drama humano violento (Apontando para uma mesa a presidente continua). Aqui nesta mesa nós decidimos que a gente ia garantir e assegurar para todas as pessoas no Brasil que sofrem de diabetes e pressão alta que a gente ia assegurar o acesso ao medicamento de graça. Nós somos o único país que fazemos isso nesta proporção, por isso que eu tenho orgulho disso.”

A presidenta se referiu ao Programa Farmácia Popular, onde algumas drogarias distribuem gratuitamente remédios para diabetes e hipertensão, sendo estes, no caso do diabetes:

  .Glibenclamida 5 mg, comprimido

  . Cloridrato de metformina 500 mg, comprimido

  .Cloridrato de metformina 850 mg, comprimido

  .Cloridrato de metformina 500 mg, comprimido de ação prolongada

  .Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, frasco-ampola 10 ml

  .Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, frasco-ampola 5 ml

  .Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, refil 3ml (carpule)

  .Insulina Humana NPH 100 UI/ml – suspensão injetável, refil 1,5ml (carpule)

  .Insulina Humana Regular 100 UI/ml, solução injetável, frasco-ampola 10 ml

  .Insulina Humana Regular 100 UI/ml, solução injetável, frasco-ampola 5 ml 

  .Insulina Humana Regular 100UI/ml, solução injetável, refil 3ml (carpules)

  .Insulina Humana Regular 100UI/ml, solução injetável, refil 1,5ml (carpules)


Pelas palavras de nossa Presidenta, parece que esta sabe o drama que uma pessoa que precisa de um medicamento enfrenta. Não posso reclamar no que diz respeito a medicamentos, desde que dei entrada no processo tenho conseguido pegar insulina todos os meses, tiveram momentos de faltar a Levemir, porém quando esta chegava logo eu era comunicada para ir buscá-la.
Agora no que diz respeito à bomba de infusão contínua... Eita batalha!
Estou tão desanimada, tão chateada com isso tudo... Que me sinto sem direção...
O que mais me assusta é pensar, de ter que voltar ao Hospital das Clínicas para entrevista, para mim aquilo foi uma sessão tortura, não gosto nem de lembrar como fui abordada... Tomara que não tenha que ir novamente...
É sempre assim quando acho que já vi de tudo...
Espero que com base nas palavras da mulher que governa o país possamos de fato estar com nossa saúde em segurança.

Neste link acompanhe a segunda parte da entrevista que acima citei: http://www.youtube.com/watch?v=4QnOsZoXRGg

Independência ou Morte? Eu gritaria: Direito á vida!

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Amanhã feriado...
Mais um dia para que alguns trabalhadores brasileiros possam descansar...
Há 189 anos D. Pedro conforme a visão romântica da história gritava ás Margens do Ipiranga:
-Independência ou morte?
Quisera eu que as coisas tivessem ocorrido assim...
Bom, isto agora não vem ao caso. Curtamos o feriado, e lutemos agora por nossos direitos 189 anos depois...
Estou eu aqui há dias me organizando por Ns motivos. O primeiro? Manter a glicemia no lugar. O segundo? Organizando a papelada para dar entrada ao processo da bomba de insulina...
Tudo isso tem me dado um estresse danado. Parece que  quero a bomba por capricho, praticidade e etc. Quando na verdade não é!
Tenho apresentado há meses resistência á insulina, e embora eu ainda não tenha seqüelas do diabetes (graças á Deus) sei que se o barco continuar nesta maré corro sérios riscos.
Pelo test drive foi confirmado, a bomba supriu minhas necessidades, uma vez que programada ela envia de hora em hora a quantidade de insulina que necessito ao longo do dia.
Esta última semana não foi fácil, estive firme pois tenho um foco, por outro lado, estou tão... tão... Decepcionada... Aborrecida...
Acho que devo compartilhar isso com vocês para que lutem quando necessário por seus direitos... Estou lutando por minha vida, acho que tenho direito á ela, tenho direito de tê-la com qualidade. Até quando as autoridades serão omissas á isso. Gastasse horrores com diferentes coisas... E negam-me o direito á vida?
Não estou nesta situação por que quero!
Falo isso, por que já tentei entrar pelo AME- Maria Zélia no processo administrativo para ver se conseguia a bomba. Fui lá com o laudo médico, peguei o bendito formulário, levei para minha médica preencher, levei novamente preenchido para lá. Recebi um telegrama para comparecer ao Hospital das Clinicas, estive lá, fiz uma entrevista e 45 dias depois foi notificada por telegrama, com a petição indeferida.
Só que as coisas tem se agravado, não tenho condições de comprar a bomba e nem de mantê-la... E ai? Quem arca com isso? Será que eu “tô” assim por que quero? Desempregada, como se mantém a doença e mais este custo?
Bom, neste desabafo aproveitem a dica de como procedi para entrar com o processo da bomba de infusão contínua, o mesmo ocorre para quem precisa de insulina de alto custo. Só dá para ir ao AME Maria Zélia (Rua Jequitinhonha, 360 – Belenzinho – Telefone: (11)3583-1800 - Tele/Fax: (11) 2695 -7850) com o laudo médico, vá direto no Setor 1, pegue a senha ,apresente o laudo médico, e retire o formulário. Isto eles chamam de processo administrativo. Não esqueça, xeroque tudo, principalmente o formulário preenchido pelo médico, para que você o tenha no caso de qualquer eventualidade.

Se tudo correr bem, na maioria das vezes as pessoas retiram seus medicamentos na Rua dos Italianos, 506 (é lá que eu pego minhas insulinas), ao lado do Museu da Saúde Pública, aproveitem para visitá-lo (Rua Tenente Pena,100 -   (11)  3331-0341- acho que tem que agendar a visita), tudo no Bom Retiro. Cuidem-se com a José Paulino!
 Amigos torçam por mim!