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MEDTRONIC BUSCA CORREDORES DE TODO O MUNDO PARA COMPOR O TIME GLOBAL CHAMPIONS 2017

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Inscrições já estão abertas: www.medtronic.com/globalchampions
  • Atletas selecionados ganham kit e viagem para a maratona Medtronic Twin Cities ou a corrida Medtronic TC de 10 milhas em outubro
  • Até 20 pessoas que se beneficiam do uso de tecnologias médicas serão escolhidas para integrar o time Global Champions 2017

São Paulo, abril de 2017 – A Medtronic, líder global em tecnologia médica, acaba de abrir as inscrições para o time Medtronic Global Champions 2017. O programa reconhece atletas amadores que conquistaram novas perspectivas de vida ao mudar suas condições de saúde e retornar à vida ativa com a ajuda de soluções e tecnologias médicas.

Até 20 pessoas serão selecionadas para o time por um comitê da Medtronic e representantes da ONG Twin Cities in Motion, uma organização sem fins lucrativos que organiza a prova Medtronic Twin Cities. Os indivíduos selecionados receberão um kit de corrida para si e um convidado (seja a maratona Medtronic Twin Cities ou a corrida Medtronic TC 10 milhas), além de pacote de viagem que inclui passagem aérea, hospedagem e uma série de eventos para o Global Champion e seu convidado. Os candidatos devem se certificar que discutiram a participação na corrida com seus médicos.

Os atletas do time Global Champion devem ter realizado implante de equipamento, terapia ou procedimento médico para tratar doenças do coração, acidente vascular cerebral (AVC), diabetes, câncer, dor crônica, problemas de coluna ou neurológicos, obesidade ou doenças gastrointestinais ou urológicas. Não há restrições sobre o fabricante dos equipamentos, terapias ou procedimentos médicos.

“Nossa seleção de Global Champions mostra ao mundo que a vida com uma condição de saúde pode ser ativa com a ajuda de tratamentos, soluções e tecnologias médicas de qualidade”, diz Rob Clark, vice-presidente de marketing e comunicações globais da Medtronic. “Enquanto nós honramos os Global Champions, também oferecemos uma plataforma para que consigam alcançar outras pessoas vivendo em condições e circunstâncias médicas semelhantes. Ao compartilhar suas extraordinárias histórias com o mundo, nós esperamos educar, inspirar e encorajar as pessoas para que tomem atitudes para melhorar sua própria saúde”.


A prova Medtronic Twin Cities 2017 acontece de 29 de setembro a 1º de outubro. Inscrições e informações completas para participar do time Global Champions 2017 estão disponíveis no site medtronic.com/globalchampions. O prazo para as inscrições é 12 de maio de 2017.

Serviço
Prova Medtronic Twin Cities 2017
Data: 29 de setembro a 1 de outubro de 2017
Inscrições: Até 12 de maio de 2017 pelo site: www.medtronic.com/globalchampions
Local: Minneapolis (Minnesota) - EUA

Théo Guilherme, um sonho que se tornou realidade!

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Bom meninas estou aqui para contar um pouco da minha história para vocês.

Me chamo Sintia G. B. Ribeiro de Lima, tenho 26 anos, casada e sou DM 1 há 18 anos uso insulina lantus e novorapid (caneta). Tenho retinopatia e nefropatia diabética. Tomo somente Ramipril para ajudar no controle de perdas de proteínas pelos rins, que são sequelas devido ao mal controle glicêmico.

Tive dois abortos o primeiro em 2013 com 8 semanas, e o segundo em 2015 com 12 semanas.

Sofri muito pois só quem passa essa dor sabe.

Nunca controlei meu diabetes, era muito indisciplinada.

Após as gestações comecei a controlar meu diabetes e a entrar no eixo pois o sonho em ser mãe era maior que tudo.

Foi quando em abril de 2016 eu resolvi parar de tomar a pílula para pôr o mirena e engravidar após dois anos que seria em 2018. Pois até lá teria tempo para pôr o diabetes em ordem.

Ok, parei a pílula e estava aguardando a próxima menstruação para pôr o outro contraceptivo.

Mês de maio atrasou achei que era normal pois nunca fui muito regulada, eu teria uma consulta com meu ginecologista no dia 17.06.16 então resolvi fazer um exame de sangue para desencargo de consciência e lá veio o tão inesperado POSITIVO no dia 16.06.16.



Confesso que fiquei sem reação pois não esperava uma gravidez naquele momento. Fiquei louca, desesperada e com muito medo de perder novamente o bebe. Pois meu diabetes não estava nada bom glicada em 9.3%.

Bom então comecei com todos os cuidados possíveis. Fazia os destros quantas vezes fosse preciso no dia na noite e na madrugada. Fazia as correções de insulina conforme meu endocrinologista me orientava diariamente pelo whats. 

Na alimentação, confesso que não retirei nada comia tudo que tinha vontade pois nunca fui de comer muito e na gravidez também não aumentou meu apetite. Com a graça de Deus com 5 meses de gestação minha glicada já estava em 6.0%.

Meu diabetes ficou muito controlado até o final de gestação, não tive problema algum não precisei ficar internada em momento algum.

Devido ao diabetes ter ficado com resultados bons, meu bebe não nasceu obeso. Tive algumas hipers e muitas hipos no começo. Mas com a graça de Deus nada que afetou o meu bebe ou a mim, não afetou em nada na minha visão e nem nos meus rins. Tive uma equipe medica muito boa e responsável tanto o endocrinologista quanto obstetra. Fiz várias ultrassons, mais de 20 para ser exata, a partir das 34 semanas eu fazia 1 ultra por semana a com doppler, meu obstetra foi muito cuidadoso e agradeço a ele e a Deus por ter tido a gestação perfeita.



Engordei 16 kg mais foi mais inchaço do que gordura. Sai do hospital com 11 kg a menos.

Já voltei ao meu peso normal 53 kg. Não e fácil conciliar agora o diabetes e a vida de mamãe o bebe consome bastante tempo. Mas no fim tudo se ajeita, no dia de ganhar meu bebe minha pressão subiu foi a 22, mais foi somente no dia,depois normalizou creio que a pressão subiu devido ao nervosismo antes do parto e o medo do bebe nascer e ir para UTI.

Meu bebe nasceu de 37 semanas + 6 dias no dia 17 de janeiro de 2017, as 09h49 da manhã de parto cesariana pesando 2.545 kg e 46 cm e se chama Théo Guilherme meu menino tão esperado e amado. Teve algumas hipos mais não precisou ficar na UTI chegou no quarto primeiro que eu rsrs, teve que tomar banho de luz então ficamos 7 dias no hospital eu e ele, não quis deixar ele lá sozinho.


Se eu penso em ter outro? Não!kkkk, vou ficar somente com meu príncipe. Não é pelo DM não e sim por opinião mesmo um só está de bom tamanho rsrs.


Bom meninas, espero ter ajudado de alguma forma, e dizer também que é possível sim ter uma gravidez super tranquila e saudável mesmo sendo dm1.

Eu quero, eu posso, eu consigo!


Beijinhos doces para vocês e para quem precisar tirar alguma dúvida pode entrar em contato comigo pelo meu facebook ou pelo meu whatsapp (43) 98808 – 5268.

Sintia G. B. Ribeiro de Lima.

O Maior presente que Deus me deu: uma gestação tranquila e o Eduardo

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Meu nome é Raiane Regina tenho 26 anos e sou casada há 02 anos, trabalho como assistente administrativa em uma Faculdade.

Descobri o diabetes tipo I quando retornava de uma viagem a trabalho e até então a única coisa que eu sabia era que diabético não podia comer doce. Tive os sintomas mais comuns como sede excessiva e cansaço, minha vizinha veio com o aparelho de glicose e quando eu vi 576 mg/dl achei que o aparelho estava incorreto,Completamente descrente do meu diagnostico, cheguei no hospital em jejum e minha glicose estava 300 mg/dl, a hemoglobina glicada deu 12% e um médico insensível confirmou o que eu mais temia e o pior de tudo ... não tinha cura. 

Foi difícil encontrar uma médica que me orientasse, em dezembro/2015 conheci a Drª Daniele que me explicou como funcionava a contagem de carboidratos e me orientou que eu não poderia engravidar de forma nenhuma, inclusive fazendo um relatório para que eu colocasse o DIU.

Iniciei o tratamento com a insulina NPH e devido a crises de hipoglicemia mudei para a insulina Lantus de ação prolongada e da novorapid ambas usadas como caneta

Sinceramente tenho pânico só de pensar na bomba de insulina. Recebo a Lantus no posto de Saúde pois abri um processo administrativo burocrático na Secretaria de Saúde, mas agradeço a Deus ter conseguido porque o custo dessa insulina é alto. Fui diagnosticada recentemente com tireoidite crônica (doença de Hashimoto) que está relacionada com a diabetes, o sistema imunológico que atacou meu pâncreas também atacou minha tireoide. Mas minha função TSH ainda está normal.

Não tenho nenhuma sequela do mal controle glicêmico (meu diagnóstico é recente). Nunca fui internada e nem tive outra complicação por conta da doença. Tenho vários momentos de rebeldia e de revolta e estou em tratamento com o psicólogo para aceitação da doença. Eu tenho muita dificuldade com a alimentação porque eu gosto de alimentos com alto índice glicêmico, a dieta que a nutricionista indica é muita rígida e restrita, e eu tenho muita resistência em segui-la.

Como me casei recentemente planejava ter um filho daqui há no mínimo 05 anos mas descobri em janeiro/2016 que estava grávida no consultório da ginecologista que estava verificando a possibilidade da colocação de um DIU, nesse momento eu não estava controlando a minha glicose e e eu tinha acabado de perder meu emprego. Sinceramente eu não sabia quais os riscos que eu e meu bebe estávamos correndo. Fiz o acompanhamento da gestação pela rede particular e tive todo o acesso a exames, ultrassons, ecocardiograma, tudo que foi necessário. 



Meu pré-natal foi feito por uma obstetra especializada em gestações de alto risco o que contribuiu para que eu ficasse mais tranquila. Durante a gestação engordei apenas 06 quilos, não tive enjoo, azia nenhum mal-estar e fiquei muito disposta. No primeiro trimestre minha glicose ficou mais baixa pois segui uma dieta rigorosa diminui minha glicada para 6,6 mas na reta final e já que não estava ganhando peso acabei exagerando nos comes e bebes e minha glicose ficou alta. Acima de 200. 

Eu tenho muito apoio da minha família e dos amigos principalmente do meu marido que me ajuda muito e até hoje quando tenho uma crise de hipoglicemia ele acorda de madrugada e me traz algo doce.

Acredito que esta doença é muito mal conduzida pelos médicos e a maior parte da população desconhece o que é de verdade  do que se trata, desde que descobri a doença tem sido muito difícil lidar, mas até agora está tudo bem com o meu filho e eu tenho somente que agradecer a Deus e ter a certeza que cada caso é um caso, cada gestação é de um jeito, não podemos ficar abalados assustados com o fracasso de outras gestantes.

Minha experiência como mãe não poderia ser melhor. Fiz uma cesariana agendada no dia 23/08/2016, o Eduardo nasceu com 38 semanas com 3,765 com 50 centímetros. No último mês de gestação fiz um exame que acompanhava o batimento cardíaco do Eduardo semanalmente, e se houvesse alguma alteração eu teria que tirá-lo no mesmo dia, ficava angustiada a cada exame. Minha cirurgia foi muito tranquila e minha recuperação também, em uma semana eu já estava ótima nem parecia que eu tinha passado por uma cirurgia.



Eduardo nasceu com hipoglicemia, mas nada além disso, nem icterícia que é mais comum, com 03 dias tivemos alta do hospital. Ele é um bebe muito saudável, está sendo amamentado até hoje, o ganho de peso dele é ótimo! 



Meu pós-parto não poderia ter sido mais tranquilo. Emagreci 11 quilos hoje estou pesando 05 quilos a menos que estava antes de ter engravidado. Isso só amamentando porque não estou fazendo nenhuma dieta até hoje. Se dependesse da minha experiência teria outros filhos, pretendo ter outro daqui há alguns anos. 



Depois da gestação eu não controlei minha glicemia, confesso que é difícil conciliar tudo, é necessário bastante comprometimento e assiduidade e na verdade eu tenho somente pensado no meu filho, e esquecido um pouco de mim. Minha glicada subiu para 8,4%. Agora retornando ao trabalho pretendo controlar melhor a minha alimentação e meu controle do diabetes porque afinal preciso cuidar mais de mim. Gostaria que minha experiência servisse de motivação para as mamães ou futuras mamães diabéticas para que se acalmassem um pouco e tivessem esperança e fé que tudo pode dar certo. Bom, realmente espero que o seu blog ajude muitas gestantes ou tentantes Diabéticas tipo I, porque é um sofrimento se sentir sozinha no meio de tanta negatividade.



Atenciosamente,
 
Raiane Regina