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DM1,aos 39 anos mãe e com parto induzido, esta é a história da Simone

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Olá!

Meu nome é Simone, moro em São Paulo, sou Diabética tipo 1 desde os 30 anos, hoje tenho 39, uso Lantus e Humalog, aplico-me com seringa.

Descobri o diabetes quando meu filho mais velho tinha dois meses, fui para o hospital com os sintomas clássicos do DM, mas na época não sabíamos o que era, e para a nossa surpresa a glicemia estava em 900 mg/dl... Os médicos ficaram espantados por eu não ter entrado em coma. A partir daí iniciou-se uma nova jornada em minha vida conhecendo todo o universo DM...

Manter os dextros bons, era um sacrifício, estava sempre na casa dos 500 mg/dl, a glicada então... Sempre acima dos 10%, confesso que tudo isso me desestimulava muito...

Diante disso, nunca mais quis engravidar, sabia dos riscos de uma gestação na minha situação e não queria arriscar de forma alguma... Até que para a minha surpresa aos 39 anos, com glicada em 10,5% descobri que estava grávida, o medo tomou conta de mim, pois só escutava coisas ruins sobre isso...

Não tinha o que fazer, precisava me cuidar, iniciei o pré-natal de alto-risco e fui buscar ajuda de um nutrólogo, ele me encorajou bastante, disse que se seguisse a risca o tratamento venceríamos, era muito difícil, mas fazia tudo certinho, a cada consulta eu recebia parabéns pelo meu envolvimento com o tratamento, aquilo me dava forças, procurava não pensar em coisas ruins que poderiam acontecer.

Gravidez

Fazia todos os exames solicitados... Tudo ia correndo bem na medida do possível.

Tive momentos difíceis, passava muito mal com as hipos, ia semanalmente as consultas e no fim da gravidez cheguei a ficar internada por ter tido muitas hipos.

Com 37 semanas a equipe de alto risco resolveu induzir meu parto...


Davi na barriga
O medo e a ansiedade tomaram conta de mim, mas pela quantidade de hipos que eu passei a ter no último trimestre gestacional, vi no parto uma possibilidade de enfim poder ter meu filho em meus braços.

As 00h30min do dia 23 de janeiro de 2016, minha bolsa rompeu, a cada hora eles faziam o cardiotoco para ver os batimentos do meu filho e ás 07h10min do dia 23 de janeiro, Davi veio ao mundo perfeito, lindo e com saúde nasceu com 46,6cm e 3.076kg..

Não acreditava, era muita alegria, Davi ficou no soro para não ter hipo, mas logo saiu.


Davi no dia em que nasceu


Para mim, não foi fácil, me controlar, controlar com meus medos, passando noites em claro medindo a glicemia para não ter hipo, com alimentação regradissima, aplicações de insulinas, controles, exames e consultas continuas... E tantas  outras coisas...

Tudo muito cansativo... Mas ver o rostinho do Davi e ouvir dos médicos me dizendo que meus esforços valeram a pena e parabenizando, era ter certeza que tinha conseguido provar para aqueles que me desencorajaram que era possível ser mãe diabética.

No final da minha gestação minha glicada estava em 6%. Atualmente amamento meu filho em livre demanda e não tive corte e nem pontos para o parto, portanto a recuperação foi super tranquila.

Minha vida mudou, dona de casa, diabetes, uma criança, um bebê dentre outras coisas mais, porém a gente vai dançando conforme a música e driblando as situações para vencer diariamente.


Meus filhos


O que posso dizer para as diabéticas? 

É possível ser MAE DIABETICA, com esforço e dedicação... Lutem para realizar esse sonho! E não deem ouvidos para as coisas ruins que porventura te disserem, se apeguem o que for bom e façam tudo o que sua equipe médica lhe aconselhar, são especialistas, te acompanham e sabem o que lhes é melhor...

Eu e Davi



Vale lembrar que de tudo colhemos bons frutos, foi na gravidez que conheci a Kath (Blog Diabetes e Você) e a partir daí surgiu uma bacana amizade... Poder trocar experiências e ouvir de quem já passou por isso é REVIGORANTE, na troca de experiências é que  temos a certeza que VENCEREMOS... é ACOLHEDOR.

Hemoglobina Glicosilada

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HEMOGLOBINA GLICOSILADA

Ao contrário dos exames acima que servem principalmente para o diagnóstico do diabetes mellitus, a hemoglobina glicosilada, também chamada de hemoglobina glicada, hemoglobina A1c ou simplesmente, HbA1c, é um exame usado para avaliar o controle da glicemia nos pacientes já com o diagnóstico firmado de diabetes.
A hemoglobina glicosilada é um exame extremamente útil, pois serve para avaliar o estado da glicemia nos últimos 3 meses. Quando dosamos a glicemia em jejum nos pacientes diabéticos o seu resultado indica apenas como está o controle do diabetes nas últimas horas. Por exemplo, um paciente passa os últimos 3 meses sem dieta e usando os medicamentos para o diabetes de modo irregular, mas 24-48 horas antes das análises resolve tomar os remédios de modo correto. Quando ele for dosar a glicemia em jejum é possível que esta se encontre dentro ou próximo da normalidade dando a falsa idéia de que seu diabetes está bem controlada. Porém, se a hemoglobina glicada também for dosada, esta estará claramente alterada, indicando que, na verdade, o diabetes não está sendo tratado como seria suposto.
Mas como funciona a hemoglobina glicosilada?
A hemoglobina é a principal proteína das nossas hemácias (glóbulos vermelhos). Quando a taxa de glicose no sangue encontra-se elevada, parte da hemoglobina começa a ligar-se à esse excesso de glicose circulante, transformando-se em hemoglobina glicosilada, ou seja, hemoglobina ligada a glicose. Como as hemácias tem uma vida de 3 a 4 meses, este é o tempo em que cada uma fica exposta a glicose no sangue, fazendo com que a hemoglobina glicada seja um espelho da glicemia média nos últimos 3 meses.
Os valores normais de hemoglobina glicosilada, para pessoas sem diabetes, ficam entre 4% e 6%. Um diabetes bem controlado é aquele que apresenta valores abaixo de 7%. Níveis acima de 7% estão associados a um maior risco de complicações como doenças cardiovasculares, renais, dos nervos periféricos e dos olho.
A partir dos valores da hemoglobina glicosilada é possível estimar a taxa média de glicose nos últimos 3 meses:
HbA1c – Glicemia média (variação):
5% – 97 (76–120)
6% – 126 (100–152)
7% – 154 (123–185)
8% – 183 (147–217)
9% – 212 (170–249)
10% – 240 (193–282)
11% – 269 (217–314)
12% – 298 (240–347)
Apesar de ainda não ser universalmente aceito, já há grupos que usam a hemoglobina glicosilada também para o diagnóstico do diabetes mellitus. Dois exames diferentes com valores de HbA1c maiores que 6,5% seriam suficientes para se fechar o diagnóstico. Pacientes com hemoglobina glicosilada entre 6% e 6,5% estariam no grupo de pré-diabetes.

Fonte:http://www.mdsaude.com/2010/06/glicemia-hemoglobina-glicosilada.html

Rotação dos locais de aplicação.

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De uns tempos para cá, tenho notado meu braço (que é/era meu local para aplicação tanto da Lantus quanto da Humalog) um pouco estranho, anda saindo sangue, as vezes volta uma boa quantidade de insulina e meu "pisca alerta" acendeu por isso. 
Resolvi fazer rodízio nos locais de aplicação e comecei pela perna (sim começo aos poucos para adaptação rsrs), confesso que doeu bem menos do que eu esperava e to aplicando a Lantus toda manha. 

A humalog permanece nos 2 braços, a barriga antes da gestação era meu local predileto, até pela facilidade de erguer a camiseta e aplicar fácil e rápido, depois que engravidei, parei de aplicar nela, o que foi uma tremenda bobagem minha  por que não haveria problema nenhum continuar aplicando.

 Desde de que passei a mudar o local de aplicação da Lantus, passei a ter muuuuuitas hipos, muitas mesmo, estou deduzindo que o motivo foi justamente esse, de 24 unidades estou tomando 17 e ainda ocorrem alguns episódios.
 Hoje pra tirar realmente a prova apliquei a lantus no braço e adivinhe ? Glicemias altíssimas, tive somente uma hipo pela manhã.

 Então até que eu passe pelo endócrino e confirme, minhas suspeitas são essas: Meu braço não está absorvendo mais a insulina como deveria ( estou aplicando a 1 ano as 2 insulinas somente nos braços).

O único lugar que em 24 anos de diagnostico eu nunca tive coragem de aplicar foi no bumbum,

Fui ler na internet sobre o assunto e resolvi compartilhar com vocês o que eu encontrei:


RODÍZIO DOS LOCAIS DE APLICAÇÃO


Pacientes que usam insulina três ou mais vezes por dia devem adotar a prática de rodízio dos locais de aplicação. Usar a mesma área por muito tempo pode provocar caroços ou depósitos de gordura extra, formando nódulos. Essas lesões não são apenas feridas, mas também podem alterar a forma como a insulina é absorvida, tornando mais difícil manter o controle glicêmico.

Velocidade de absorção da insulina

Dependendo da área do corpo escolhida, a insulina é absorvida em velocidade diferente, por isso os médicos recomendam sempre usar a mesma parte do corpo para cada uma das injeções diárias. Por exemplo, se na hora do almoço a dose é aplicada no abdômen, o paciente deve usar este mesmo local todos os dias. Se a coxa foi escolhida para receber a insulina à noite, o diabético deve fazer o rodízio sempre nesta mesma área.
A velocidade com que a insulina é absorvida pelo organismo segue a seguinte ordem:
  • É mais rápida no abdômen
  • Um pouco mais lenta nos braços
  • Mais lenta ainda nas pernas
  • Mais lenta nas nádegas
A menos que o médico oriente o contrário, a dose de insulina aplicada no café da manhã e almoço deve ser feita no abdômen. Isso porque a insulina é absorvida mais rápido nesta área e a ação é necessária para cobrir os carboidratos da alimentação e evitar picos glicêmicos.
Por outro lado, após o jantar ou antes de se deitar, a dose de insulina de longa duração pode ser aplicada na coxa, nas nádegas ou no braço. Isso porque a insulina terá sua ação longa de forma eficaz e gradual, cobrindo as necessidades do diabético ao longo da noite.
Se a aplicação for de dois tipos de insulina, a injeção pode ser realizada no abdômen, braço, coxa ou nádegas.

Como fazer o rodízio

Para evitar lesões na pele, o desenvolvimento de nódulos duros e depósitos de gordura, é importante fazer o rodízio dentro de uma mesma área de aplicação, como:
  • Alternar a coxa ou o braço esquerdo e direito 
     
  • Dividir cada região em pequenas partes com distância mínima de 1 cm (um ou dois dedos), formando vários pontos distintos em cada região de aplicação.
     
  • Aplicar em um ponto diferente a cada aplicação. Aplicar no mesmo ponto somente após 14 dias, tempo necessário para a cicatrização, prevenindo a lipohipertrofia.

Dicas para a rotação dos locais

Ao iniciar a prática do rodízio de aplicação, é importante supervisionar o controle glicêmico com atenção. Isso porque, com o tempo, médico e paciente vão aprender quais os locais que proporcionam melhor controle de glicose no sangue em diferentes momentos do dia. As dicas listadas vão ajudar o paciente a fazer o rodízio corretamente:
  • Não injetar insulina perto do umbigo. Como o tecido não é resistente, a absorção da insulina não será tão consistente. 
     
  • Não aplicar insulina perto de pintas ou cicatrizes. 
     
  • Usar somente a área exterior do braço, onde há mais gordura. 
     
  • Para facilitar a prega subcutânea no braço, apoiá-lo no encosto de uma cadeira ou utilizar agulhas curtas, pois não necessitam de prega subcutânea e facilitam a aplicação. 
     
  • Não aplicar insulina na parte interna das coxas. Ao caminhar, este local se tornará mais dolorido. 
     
  • Não injetar insulina em uma área que será exercitada na sequência. Os exercícios aumentam o fluxo sanguíneo e isso faz com que a insulina de ação lenta seja absorvida mais rapidamente do que o normal.
     
  • Escolher o comprimento da agulha corretamente pode reduzir a dor da injeção.
     
  • Mudar o local de aplicação a cada uma ou duas semanas
  • Quando injetar a insulina na mesma área do corpo, sempre alternar o local. 
  • Usar a mesma área por pelo menos uma semana para evitar variações extremas de glicose no sangue.
Fonte:https://www.bd.com/brasil/diabetes/page.aspx?cat=19151&id=19432

Faltou insumo? Denuncie!

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Poderia ser diferente. Poderíamos chegar nos postos de saúde, hospitais e farmácias de alto custo e pegarmos nossos insumos mensalmente, sem que estes faltassem, sem escutarmos desculpas do pq deles não estarem disponíveis, sem a censura de usarmos mais ou menos quantidades, sem aquela estupidez do atendente ou olhar censurador de outro funcionário qdo lhes perguntamos mt. 
Poderia ser diferente, poderíamos não precisar reutilizar alguns insumos ou ate diminuirmos o uso para economizar... Mas não é assim...infelizmente...
Somos diabéticos e merecemos respeito.
Queremos nossos insumos!
Eu não me calo! E vc?!
Denuncie!Fale do q tem passado em sua cidade.Fotografe e use as hashtags abaixo.
Reclamar não basta, mas ter atitude sim!
Junte-se a nós!
‪#‎descasodiabetesbrasil‬
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O que o filho de uma diabética diria pela falta de insumos

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Não sou uma Criança Diabética, minha mãe não é uma Mamãe Pâncreas...
O q sou então? Sou o filho de uma Diabética Tipo 1, Sou Um Doce de Filho! Sou alguém q brigou pela vida, alguém q desde a concepção viu sua mãe todos os dias cuidando de uma doença, chorando por causa dela e todos os dias se superando... 
Fui um bebê que escutou nomes estranhos como:glicada, dextros , glicemias e por aí vai... Alguém q desde cedo vê sua mãe anotando números numa folha e calculando...
Uma criança que pega balas para a mãe qdo ela diz estar com hipo e a vê tomando insulina qdo está com hiper...
Já conheço o que é insulina, bomba, glicosímetro e sei q em nada disso posso mexer, as vezes peço qdo tenho alguma curiosidade.
Ah! Eu poderia dizer tanto sobre minha Mãe "bética", tanto sobre o q vi e senti qdo ela achou q nada eu sabia, eu poderia escrever uma tese sobre Diabetes pois literalmente senti na pele td o q ela passou para me ter, talvez eu diria coisas q nenhum cientista saberia. No entanto tenho apenas 2 anos e 8 meses e o q mais desejo é ter minha mãe eternamente comigo, me levando para colar grau e segurando meus netos...
Quero ver minha mãe velhinha e um dia dizer a alguém:
-Morreu com mais de 90, de causas naturais... Foi uma Diabética feliz!
Mas para isso, preciso que nossos governantes dêem a ela, e a tds as mães
"béticas" , criança diabéticas e adultos diabéticos tudo o que necessitam para viver como: as fitas de medir, insulina, seringas, ponta de canetas...Todos os insumos q precisam!
Apóiem está campanha!Conte sua história usando as hashtags abaixo.
‪#‎descasodiabetesbrasil‬
‪#‎oms‬


Está faltando insumos ai? Unam- se a nós Mães e Gravidas Diabeticas!

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Você que está GRÁVIDA ou é MÃE DIABÉTICA, que já necessitou de insumos e não os teve e q sabe da importância de termos nossas fitas de medir a glicemia, seringas, insulinas, ponta de caneta de insulina, cânula, catéter (para quem usa bomba) e demais insumos.
NÃO SE CALE! DENUNCIE!
POR MAIS QUALIDADE DE VIDA!
Um andorinha só não faz verão, mas várias fazem uma revoada e tanto!"
Blog: http://diabetesevoce.blogspot.com.br/

Diabética Tipo1: Gravidez tranquila e parto induzido

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Bom, meu nome é Jucileia Luzia Pellozzo, tenho 36 anos, manicure há mais de vinte anos, sou Natural de Campo Grande/ MS, me mudei para Ribeirão Preto há mais ou menos uns dez anos.
A minha mudança para Ribeirão Preto deu-se quando descobri o diabetes tipo 1 aos 26 anos de idade, na época vim pra cá na esperança de conseguir participar da pesquisa de células tronco, porém infelizmente não consegui, já tinha mais de seis meses de diagnóstico e no caso teria que ter no máximo dois meses, diante disso resolvi ficar por aqui mesmo e comecei meu tratamento.
No começo foi bem complicado, pois minha glicada estava em 14%...
Aí já viu né? Além de não estar controlada ainda tive uma depressão por conta da doença, pois não aceitava muito bem... Mas tive que passar por isso como parte do processo de aceitação da doença.
Após uns dois anos de tratamento, tudo foi melhorando, os exames principalmente,foi onde me animei um pouco. Conheci meu atual marido, passou a ser um grande companheiro, costumo dizer que ele é meu médico particular, na época fazia academia, me cuidava muito mesmo, tudo trilhava muito bem. Em uma certa noite, achei que fosse morrer, meu marido me socorreu imediatamente, se não fosse por ele seria morrido, pois tive uma hipo noturna muito severa, acordei no hospital, fiquei uma semana muito mal.
Avaliando meu quadro, eu tomava uma quantidade excessiva de insulina, cheguei a questionar o médico , mas o mesmo não me dava nenhuma justificava, eu fazia acompanhamento no postinho do SUS na época,vivia inchada de tanta insulina, mas Deus é muito bom, na época uma cliente me apresentou uma super endócrino, tive que pagar particular mesmo, mais não me arrependo, aliás, pago até hoje com gosto, por que me decepcionei com o médico do SUS.
Conheci a Dra. Tereza, ela me ajudou muito, pude ser uma paciente ativa em meu tratamento....Mudei de vida!  Cheguei a comentar com a médica do Posto de Saúde sobre a Bomba de Insulina, mas esta sempre me desencorajou e a Dra. Tereza fez o contrário... Encorajou-me e depois de um ano de luta, consegui ganhar minha Bomba de Insulina na justiça.
Instalei a bomba, fiz novos exames, pra ver a glicada que estava em 9,%, quatro meses com a bomba a glicada foi para 7%.
Vi que com a qualidade de vida que teria meus sonhos se tornaram realidade, a tão sonhada MATERNIDADE aconteceria, e foi o que houve, com quase seis meses de bomba, engravidei,a glicada estava em 7,8% e terminei minha gestação com 6,5%. Foi uma benção! 
Tive alteração na tireoide por conta da gestação, tomei levotiroxina. Fiz acompanhamento com minha endócrino particular ,com a  enfermeira da Medtronic a Tainá (um anjo na minha vida) e com a equipe de G.O e endócrino do Hospital das Clínicas aqui de Ribeirão Preto, fui muito bem assistida.



Não tive nenhuma complicação no parto e nem na gestação, por precaução induzimos o parto normal, correu tudo... Graças a Deus!
A médica resolveu induzir o parto por conta da diabetes mesmo e por que assim que completei as 38 semanas já estava com um pouco de contração,
Dor senti pouca, pois assim que rompeu a bolsa, pedi que fizessem analgesia, aí foi só esperar dilatar o suficiente para o parto,durante o tempo que esperei a dilatação ficou uma enfermeira ao meu lado,me assistindo e medindo dilatação, assim que consegui dilatar o suficiente, já fui pra sala de parto para ter meu bebe, o incômodo mesmo é ter que fazer força junto com a contração, por que você  não sente nada de dor ,aí a enfermeira ficou ao meu lado me ajudando com as contrações até o bebê nascer.
Risco nenhum, já que estava com a glicemia controlada e o bebê estava bem.Durante o nascimento correu tudo bem,não dão mais o famoso pique,eles deixam a bolsa rasgar sozinha, aí tive que dar pontos em baixo,levei 4 pontos ,e foi tranquilo.
Meu bebê nasceu com hipoglicemia, pois fiquei 17 horas em trabalho de parto, ele nasceu com 49 centímetros com 3,390kg, ficou quatro dias no soro, até a glicemia estabilizar. Atualmente ele está ótimo, é um bebê super saudável e lindo, eu sou a mãe mais babona também rsrs
Fiz exames de rotina que toda gestante diabética tem que fazer, o diabetes super controlou na gestação, a bomba é também responsável por isso. Super recomendo!
Pedro Luiz nasceu de 38 semanas, seu nome foi escolhido antes mesmo de eu gestar, o amamentei até os três meses, daí meu leite secou.

Consegui perder peso muito rápido, quando engravidei pesava 61 kgs, hoje estou com 67kgs, faltam perder uns quilinhos que espero perder, para voltar a usar algumas roupas que agora não estão entrando rsrs.
Olha, é uma doideira ser mãe e ainda por cima diabética, nada fácil, mais também nada impossível, acredito que a vontade de ser mãe é mais forte que o cansaço físico, por que na verdade o cansaço mesmo é físico, mentalmente é só alegria. Se Deus quiser e tudo correr bem, quero que a família tenha pelo menos mais um membro.
O que posso dizer pra nossas amigas diabéticas é que acreditem, pra dar certo só depende de nós mesmos, não desistam da vida, pois ela pode te surpreender.

A maternidade é uma realização feminina e humana para quem a deseja, acreditem e façam sua parte, que tudo dará certo.


Uma dica para as mamães quando forem para a maternidade.

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(por Dani Dias)

Hoje quero dar uma dica que serviu demais quando fui para a maternidade:

 Leve todos os seus insumos quando for ter o bebê: glicosímetro, fitas, insulinas e tudo mais o que você costuma usar.
 Isso será de total utilidade para você, uma vez que o hospital não fica medindo sua glicemia com tanta frequência e mesmo que você peça, eles dirão que estão seguindo o cronograma de “praxe".

Dependendo da insulina que você usa o hospital/maternidade não tem, e ai já viu né? Por isso leve as suas junto na mala. 

Outra coisa importante e que se deve prestar bastante atenção é na aplicação de insulina. Quando fui internada todos já sabiam que eu mesma faria as aplicações, deixei tudo acertado com a obstetra e ela me entendeu perfeitamente.

Não deixe que fiquem aplicando insulina em você. Se você fez isso sozinha até agora, por que justamente nesse momento outra pessoa precisa fazer?
Conheço casos, e não são poucos, de enfermeiros que vivem trocando o tipo de insulina que vão aplicar, alegam não estarem "acostumados". Então para garantir, faça você mesmo.
Mas se não houver alternativa, deixe que façam mas fique SEMPRE de olho, questione tudo que forem aplicar e confira se as insulinas estão corretas e principalmente as doses, que devem ser vistas com seu endócrino. ( No meu pós parto por exemplo, reduzi muito as doses, orientada pelo endócrino.)

Nós melhor do que ninguém sabemos quando algo não está legal, conhecemos nosso corpo, então devemos sim ter voz ativa nesse momento por mais que o nervosismo e a ansiedade do momento nos domine.

Eu sempre prefiro pecar pelo excesso do que pela falta de cuidados. 



Paula Toller fala sobre seu diabetes.

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A linda Paula Toller, falando sobre seu diabetes nessa entrevista:




A cantora descobriu há seis anos que sofre de diabetes e, por incrível que pareça, confessa que a doença também lhe ajuda a se manter em forma. "Tenho que fazer exercícios sempre. Tomo insulina todos os dias, várias vezes. No show mesmo, entro e saio algumas vezes e, nestes intervalos, meço a minha glicose. Por isso estou com esse corpinho. Também devo muito aos cremes, que são grandes amigos", diz ela, sem confirmar se já fez ou não plástica.





http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/bruno-astuto/noticia/2016/04/paula-toller-descarta-volta-do-kid-abelha-acabou-penduramos-chuteiras.html

Uma glicada mega desregulada, mas venci com muito empenho

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Me chamo Renata Rodrigues. Tenho 25 anos e sou estudante do curso de Psicologia.
Atualmente sou usuária da bomba de insulina e uso Novorapid, mas na época da gestação eu usava nhp ( frasco) e novorapid ( caneta).
Graças a Deus não tenho nenhuma sequela. 
Descobri a dm1 com 14 anos de idade e desde então nunca fui disciplinada com o tratamento. Fui muito rebelde e por muitas vezes vivia como se não tivesse a doença, apesar da minha família e amigos pegarem muito no meu pé, eu agia como se não estivesse acontecendo nada. 
Até então eu fazia tratamento no Hospital Universitário Antônio Pedro ( hospital escola da UFF) e por ser atendida por residentes que sempre estavam em rodízio de atendimento, nunca estabeleci um vínculo mais próximo, o que me fazia muita falta, apesar de ser muito bem atendida. 
Minha gravidez não foi planejada, muito pelo contrário, foi um susto enorme. Engravidei do meu namorado na época, e eu tinha apenas 18 anos. Minha glicemia estava totalmente desregulada, em função da minha rebeldia e minha glicada estava em 13,8.
Fiz o pré-natal também no HUAP. O acompanhamento da equipe médica foi maravilhoso. 

Lá endócrino, ginecologista e obstetrícia trabalharam de forma conjunta e muito eficaz, o que apesar de muito medo de perder minha filha ou até de morrer, me fez ter muita segurança. 
Durante a gravidez eu não tive nenhuma complicação. Tentei ao máximo controlar minha glicemia, mas como gravidez oscila muito as taxas e eu não tinha um bom histórico, infelizmente eu não controlava muito bem.


A saúde da minha bebê sempre foi perfeita, Graças a Deus! Escolhemos o nome Manuela , pois tem como significado: Deus conosco ou Deus está conosco. Ao pensar nela era essa a única certeza que eu tinha, que Deus estava comigo! Manuzinha nasceu com 3,560 kg e 51 cm. Nasceu com 35 semanas, pois no fim da gravidez tive hipertensão gestacional o que fez com que meu médico optasse por uma cesárea de emergência. Eu tive muitas complicações no parto, tive pré eclampsia, tive que receber duas transfusões de sangue e só tive alta 10 dias após o parto, quando minha pressão normalizou... Mas com a Manu deu tudo certo! Recebi transfusão pq como eu estava totalmente desregulada e descompensada, eu perdi muito sangue no parto ( eu não vi muitos detalhes, pois tive que tomar anestesia geral, pois a outra não estava surtindo efeito, por conta da minha pressão alta) e depois do parto eu tive uma anemia muito forte
Amamentei somente por dois meses, pois fui acometida por uma infecção urinária mt forte e precisei ficar internada.


Eu engordei bastante na gravidez, mas emagreci rápido. O período em que amamentei eu o fiz com muito afinco e creio que isso tenha ajudado.
Tenho 12 anos de diagnóstico e somente há 7 anos, quando minha filha nasceu, venho me cuidando devidamente. Não é fácil conciliar todas as responsabilidades e ainda mais as da dm, mas com o apoio da família tem sido mais fácil. A bomba também facilita muito! Sou muito feliz por Deus ter me dado uma nova chance! Os médicos disseram na época que eu fui um milagre, que eles tiveram receio de me perder. Mas Deus agiu em meu favor! Quero falar a você mulher, portadora de Diabetes tipo 1, que deseja ser mãe. Se realmente ser mãe é seu sonho, vá em busca dele! 


Como? 
Tomando insulina devidamente, se alimentando corretamente e praticando exercícios físicos! Esse é o caminho! Seu esposo ou parceiro precisa estar empenhado com você pois o apoio do cônjuge é fundamental! 
Converse com seu médico, busque informações. Não faça como eu que engravidei de forma inesperada, com uma glicada vergonhosa e passei por diversos estresses desnecessários. Se cuidando direitinho podemos fazer tudo!



Bolo de Caneca

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Huuuum, fds chegando e nada melhor que uma dica super rápida e prática, quer aprender ?
Dá só uma olhada como é fácil:

BOLO DE CANECA
✔1 ovo
✔1 banana amassada (bem madura)
✔3 colheres de sobremesa de farelo de aveia (pode misturar a outras farinhas saudáveis se preferir)
✔1 pitada de canela ou cacau
✔1 colher de café de fermento

Mistura tudo (sempre deixando o fermento por último) com um garfo em alguma xícara ou recipiente pequeno e leve ao microondas por 2 minutos.


Fonte: https://www.facebook.com/projetoeucainareal/photos/a.445275358998286.1073741853.182812558577902/489127731279715/?type=3&theater