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Quando uma diabética briga por doces?Não,não por causa de uma hipo.

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Me perguntaram qual era o motivo de maior briga entre eu e Anderson...

Seria família? Criação de filhos? Qual seria o motivo?

Sem sombras de dúvidas e ambos concordamos...Nosso maior motivo de briga são os DOCES!

Cômico isso não?! Uma diabética brigar com o marido por DOCES.rsrsr

Uso bomba de insulina,faço contagem de carboidratos e como doce quando tenho vontade, não os devoro,não sou fã dele,mas os como...Hä outros alimentos que me encantam bem mais que os doces...

MAS E...POR QUE VOCÊS BRIGAM?

Brigamos por que Anderson não tem "educação"para comê-los, basta ter um doce em casa para ele devorar em segundos e mal me oferecer, me ironizando com aquela maldita frase que ele sabe que me irrita:

-Você é diabética srrsrs... Não pode comer!!!

E no mesmo tom de ironia rebato:

- Tô com hipo!!! haha (mentira) e mesmo que não tivesse sou controlada...Passa o doce.

Brigamos quando eu ganho uma caixa de bombom que se eu comesse sozinha duraria 3 meses ou mais e oferecendo a ele dura 3 dias no máximo.

Brigamos quando alguém me dá um doce e ele descobre, não pensem que é por que ele está preocupado com o DM, mas foi porque eu nem guardei um pedacinho para ele.

Brigamos quando na compra contabilizo bolachas e afins para o mês todo e ele os come em menos de duas semanas me chamando de "canguinha"rsrsr

Brigamos quando devoro todos os doces que há na geladeira no meio de uma hipo e no outro dia ele não os encontra.

Brigamos quando ele acha pela casa farelos de doces pós eu ter tido uma hipo,não pela sujeira, mas por que eram DOCES pela casa ,eu desperdicei  DOCES minha gente.

Brigamos quando ele descobre que presenteei alguem com doces...Poderia ter sido ele.rs

Brigamos quando ele come doces escondidos de mim com dó de me dar (e eu descubro)

Brigamos quando ele vê uma promoção de doce no mercado e eu não comprei um para ele,pois o mesmo morre de vergonha ver estas coisas sozinho.

Brigamos quando ele me chama de gorda para que eu não coma doce (sendo que ele não nada magro srsr).

Brigamos quando pela centésima vez eu me inscrevo numa academia (a qual nunca fico) e ele me diz:

-Pra que academia? Pra sair dela e comer doce?

Como seu vivesse no doce...rsrs

Ele tem prazer de ver um dextro meu alto após a ingestão de doces rsrsr


A gente ri, a gente se zoa, a gente se ironiza e brigaremos pelo visto para sempre por conta do bendito DOCE...

imagem da internet

Julia mudou minha vida e pra melhor...

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Sou Maisa Peres, tenho 29 anos, da cidade de Jaú/SP, descobri a diabete aos 5 anos, lembro-me perfeitamente da internação para começar o tratamento, foi a primeira de duas internações até hoje por causa da diabetes. No começo o medo, depois adaptação, o cuidado extremo, mas com o passar dos anos, acho que como 90% das pessoas com diabetes veio a rejeição, na adolescência, comecei a não levar tão a sério a dieta, a única coisa que eu fazia era tomar a insulina, comecei a ir menos às consultas, fazia o tratamento em Botucatu, na Unesp, cheguei a ficar 1 ano sem aparecer nas consultas, nunca tive nenhum problema aparente com a diabetes descontrolada, porém estava sempre consciente que a doença é silenciosa quando não cuidada, que as sequelas vem lá na frente, e sempre ouvia de médicos, ou de outras pessoas, você não conseguirá ter filho, coitada com diabetes não dá pra engravidar, é arriscado, seu filho nasce com diabete, entre outras frases, com 28 anos comecei a pensar muito no desejo de ser mãe, já havia voltado as consultas, porém a atividade física e o controle da alimentação ainda estavam muito desorganizados, eu pesquisava muito sobre mães dm1, ouvia muito que as mães dm1 na gestação acabavam ficando internadas durante a gestação, que era um dos períodos mais complicados, que na maioria das vezes o bebê nascia e ficava na uti por alguns dias.

Em 2014 comecei a fazer a dieta como muitas outras vezes, porém sempre durava 1 ou 2 meses e abandonava tudo novamente.

No dia 28/08 descobri que estava grávida, foi de surpresa, namorava ha 9 anos, porém não estava preparada para essa notícia, a primeira reação foi o medo, mas com o apoio do Maicon, meu namorado, a noticia foi se transformando de medo em desejo, queria muito esse bebê, mas a primeira coisa que veio a minha cabeça foi a diabetes totalmente descompensada, decidi naquele dia mesmo procurar o ginecologista e ele me passou para o GESTAR (gestantes de alto risco) um programa que tem na minha cidade onde os atendimentos são bem melhores, comecei as consultas e minha hemoglobina estava em 12, ao ver isso o médico foi sincero, com um resultado desse seu bebê corre grandes riscos, tudo está dependendo de você, a vida dessa criança não depende dos médicos, depende de você, eu em 24 anos de diabetes poucas foram as vezes que consegui ter uma hemoglobina na casa dos 7, sabia que Deus tinha me dado a chance de ser mãe, porém ele também tinha me dado o dever de me cuidar para poder desfrutar dessa gestação. 



Aos 3 meses de gestação minha cunhada estava grávida de 6 meses e perdeu o bebê, ela tinha uma saúde perfeita e infelizmente não conseguiu segurar e a bebê morreu com 18hs de vida, aquela notícia foi um choque pra mim, já estava com muito medo, depois da noticia meu medo piorou, mas eu tinha muita fé e sabia que Deus estava comigo e só dependia de mim, na gestação eu me transformei, eu descobri que era possível cuidar da diabetes tranquilamente, eu descobri que o que me faltava era vergonha na cara, no primeiro trimestre eu consegui abaixar minha hemoglobina de 12 para 7,3, eu fazia os as pontas de dedo todos os dias, eu contava carboidratos, eu estava me cuidando como deveria ter cuidado desde o diagnóstico. Tive sangramento 2 x no primeiro trimestre, mas nada preocupante, somente repouso. 

A minha gestação foi totalmente perfeita, eu não tive nenhuma internação, quase completando 37 semanas eu acordei no domingo sentindo gosto estranho na comida, como se estivesse com gosto de ferro, mas não dei muita importância, a noite comecei a sentir meu pescoço enformigar, decidi ir para o pronto atendimento, ao chegar lá o médico me disse que era ansiedade pela gestação e me deu calmante, voltei pra casa e no outro dia acordei e comecei a perceber meu rosto dormente, não conseguia piscar, as palavras com a letra P não eram pronunciadas corretamente, 15 min depois meu rosto do lado esquerdo paralisou, procurei o meu obstetra e fui diagnosticada com paralisia facial, o primeiro tratamento para a paralisia facial é com corticoide, não seria uma boa idéia usar o corticoide com quase 38 semanas de gestação, com diabetes. 



Então juntos decidimos que estava na hora de receber a nossa Julia, no dia 09/04/2015 foi marcado a minha cesárea, a Julia veio ao mundo com 3,300 kg 47 cm, perfeita, nasceu com uma hipo que foi corrigida com uma mamadeira de leite, os hgts nela foram feitos de 2 em 2hs durante as primeiras 24hs, como ela ainda não pegava o peito, foi dado NAN no primeiro dia, nós fomos para o quarto juntas, ficamos 24hs internadas, tudo o que eu ouvia sobre gestação de diabéticas não presenciei graças a Deus, eu tive uma gestação totalmente tranquila, fiz cesárea no tempo certo, a minha princesa veio ao mundo totalmente saudável, eu engordei 8 kg na gestação.




Depois que a Julia nasceu, na primeira semana o que mais me atormentou foi a paralisia facial, eu tinha uma dor insuportável no trigêmio, passei 7 dias com noites em claros, com muita dor, a Julia mamava super bem, dormia super bem, depois com a acupuntura consegui me livrar da dor da paralisia facial.


Depois do nascimento da Julia confesso que dei uma relaxada no controle, principalmente por ser uma rotina super diferente além da paralisia facial que consumia muito meu tempo, tinha que fazer fono, fisio, acupuntura, ir no otorrino, no neuro, acabei descontrolando a glicemia, não consegui ainda entrar no eixo, na hora de amamentar tenho hipo, na correria do dia acabo não contando corretamente os CHO e não corrigindo corretamente, mas essa semana já voltei para o endócrino, já estou tentando entrar na rotina, pois hoje não me resta dúvida nenhuma, você pode ser diabética, você pode não ter doença nenhuma, quando deus te proporciona o dom de ser mãe não há nada que impeça, vc precisa se dedicar a isso, se cuidar e saber que 90% da gestação de uma dm1 depende dela mesma, dos bons controles e principalmente da tranquilidade, a cabeça descompensa bem mais do que um brigadeiro, pois sabemos quantos CHO os brigadeiros tem, mas nosso emocional se não for controlado não há insulina que consiga corrigir.



Tive muita hipo na gestação, tive algumas hiper, e meu médico sempre me disse, se você fizer o hgt, corrigir tanto logo tanto hipo quanto hiper os riscos são mínimos.

Hoje descobri o que realmente é ser feliz, deus me deu o maior presente, sei que tenho que me cuidar, porque agora que meu anjinho está aqui ela depende muito de mim.


A você que tem medo, confie em Deus, ele saberá mandar o seu presente no melhor momento.

Hoje estou 98% melhor da paralisia facial, e é muito difícil descobrir as causas, muitas pessoas costumam ter na gestação, além da diabete também que ajuda muito a ter uma paralisia, quando minha princesa nasceu eu não conseguia sorrir por conta da paralisia, mas meus olhos sorriam por mim, minha alma demonstrava minha felicidade, e eu estava tão feliz com o nascimento da Julia que a paralisia foi encarada com um simples problema que eu iria superar.




Cuide bem de sua gestação,esta é uma forma de amor ao seu filho...

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Sou Kaminsky, tenho 21 anos e descobri que era diabética aos 7 anos de idade e confesso que nunca me importei tanto com controle de glicemia, comia várias vezes açúcar e para "encobrir" isso aplicava insulina rápida (regular) para corrigir meu dextro que muitas vezes acabava nem monitorando...

Em abril deste ano descobri que estava grávida, foi a maior felicidade do mundo todo, porém fiquei um pouco assustada ao saber que a gravidez seria considerada de alto risco por conta da doença. 

Passei por endocrinologista para mudar minha carga de insulina, porém acabava medindo minha glicemia quando não me sentia bem e uma vez por dia ( isso quando me lembrava de medir..) é super vergonhoso falar isso, mas não dei a real importância para meu problema, como deveria ter dado, acabei não pensando que eu tinha outra vida que também dependia de mim... 

Ao completar 32 semanas de gestação comecei a passar mal, sentir fortes dores no colo do utero, fui ao atendimento hospitalar da minha cidade e o médico que me atendeu apenas me deu buscopan e me mandou de volta para casa, no dia seguinte as dores cessaram pela tarde mas a noite ficaram insuportáveis, decidi ir ao hospital de Jundiai onde meus pais moram... E foi a melhor coisa que eu fiz!

Estava com 3 cm de dilatação e muitas contracoes .. Fui internada na hora para tentar segurar a neném na minha barriga, tomei remédio para isso porém meu diabetes acabou descompensando devido ao nervosismo que eu passei.. Vomitava muito!! Minha glicemia foi para mais de 360, passei dois dias com MUITA dor de contracao e a glicemia alterando muito.. No domingo dia 8/11 os exames da neném estavam todos OK e os meus ainda alterados, porém na segunda de manhã dia 9/11 minha filha quase não tinha batimentos cardíacos e entrei em cetoacidose ( meu sangue ficou ácido para ela, fazendo com que ela sofresse dentro da minha barriga) a médica resolveu fazer uma cesariana de emergência para poder tentar salvar uma das duas.. Corri o risco de perder meu útero e ter hemorragia.. Mas as 10:33 Anne Katherine nasceu, nasceu pesando 2,530kg e com 44 cm.



A médica me explicou que minhas grandes alterações de glicemia contribuíram para o parto prematuro da neném... Todo o açúcar que eu consumi na minha gestação, 2/3 dele foram diretamente para a minha filha.. 

Mamães, se vocês andam comendo qualquer tipo de coisa que não devem, por vocês, pelos seus filhos, parem! Foi o pior pesadelo da minha vida passar por isso.. Graças a Deus ele me deu uma chance de poder ver minha neném crescer, de poder estar com a minha família ! Então passo esse alerta para vocês, se controlem, se cuidem ! Vale muito a pena isso!!

Já se passaram alguns dias do nascimento dela, ela parou de tomar glicose na veia e tirou o respirador, está evoluindo super bem, porém a situação poderia ter sido diferente.. Me dói o coração saber que hoje ela está na UTI por minha causa... Ou melhor, pela falta de informação que nao tive.


Logo logo ,nós estaremos em casa, mas que essa história sirva de alerta, pois todo cuidado é pouco,e nossos bebês não merecem passar por isso por falta de controle nosso.. Fiquem com Deus!

Ainda dói,mas sei que preciso dar tempo,ao tempo

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Olá! Me chamo Geise, sou DM1, uso insulinas NPH e Regular, faço 6 dextros por dia e lhes contarei um pouco sobre mim.

Tenho 6 anos de diabetes e muita história para contar. Vou resumir um pouco. Tudo aconteceu muito rápido,num piscar de olhos emagreci,sentia muito sono,bebia muita água e fui parar no CTI em coma diabético,com apenas 17 anos e sem saber o que era essa doença,para mim era apenas uma doença que dava em pessoas idosas,mais enfim,a partir dali minha vida mudou muito.

No começo eu achei que era só não comer doces, pensei que viveria numa com o DM,mas não foi, resolvi não ligar para o tratamento,me revoltei e comecei a sair para baladas ,ingeria muita bebida alcoólica e vivia como se não houvesse o amanhã.

Passando-se 4 meses do diagnóstico, me veio uma descoberta que mudaria minha vida, mas dessa vez para melhor,estava grávida de 4 meses de um lindo menino, meu filho Matheus ,meu presente de Deus.

Tive uma gravidez muito tranquila,sem intercorrências, engordei 15 kgs os quais logo perdi, e com 38 semanas de gestação, foi feita uma cesariana para o nascimento dele afim de se evitar quaisquer complicações. Dia 22/05/2009,o  bebe nasceu com 3,475 kg e 46 cm,o amamentei até 1 ano e 3 meses.

Vê-lo foi o dia mais feliz da minha vida,mais não pude ficar com ele, logo quando este nasceu precisou ir para UTI pois nasceu com hipoglicemia e insuficiência respiratória. Foram 15 dias de UTI com meu bebê, ele foi transferido para outro hospital depois que tive alta, ia visitá-lo, ficava com ele durante o dia e a noite ia embora.  Tudo ocorreu bem graças a Deus!

Quando Matheus já tinha 2 anos, me separei do pai dele e segui minha vida normalmente.Conheci meu atual marido, após um tempo juntos, descobri novamente que estava grávida e de uma princesa, que resolvi chama-la de Ana Julia.

Tive uma gravidez tranquila, todos os exames bons,tudo ok, engordei 20 kgs os quais logo perdi. No dia 06/05/2014, com 37 semanas me senti mal,entrei em trabalho de parto,fiquei por horas esperando e quando resolveram fazer a cesariana minha princesa já estava em sofrimento,os pulmões ficaram encharcados e após 6 dias de nascida ela não resistiu e partiu para os braços de Deus,nasceu com 3,200 kgs e 46 cm.

Passando 1 ano da perda da minha princesa, procurei um médico fiz tratamento com ácido fólico,parei o anticoncepcional  e engravidei novamente e de um príncipe, escolhi o nome Davi.

A gravidez foi tranquila, até que aos 7 meses de gestação descobri que meu príncipe era cardiopata,meu mundo desabou pois eu já sabia os riscos que ele corria,mais lutei até o fim, engordei 15 kgs ,dos quais  faltam apenas 5 kgs para perder.

Dia 01-6-2015, ele nasceu de 34 semanas, parto prematuro - cesárea de emergência, 2,740 kgs e 42 cm. Ficou na UTI por 60 dias,fez a cirurgia cardíaca e infelizmente não resistiu. O tempo que Davi ficou internado eu tirava o leite para ele, ele se alimentava de leite materno.

Os médicos da UTI falaram que pode ser problemas genéticos, por que tive o Matheus saudável... Não sei...  Algo dentro de mim, diz que não é... Fui pesquisar e soube dos riscos do diabetes na gestação, vi que os bebês podem nascer com má formações devido a diabetes, inclusive má formações cardíacas ...

Me culpo demais por não ter procurado saber, por não ter me cuidado mais,hoje minha vida não é mais a mesma,pois convivo com a dor,me sinto culpada e angustiada por saber que eu poderia ter feito diferente,poderia ter esperado mais... Pode não ser culpa minha, mas viverei com estes questionamentos, pois sou mãe, queria minha família completa...

Dizem que o tempo é o melhor remédio, tomara! Quero sentir saudades, tristeza não!

Fez 2 meses que ele se foi, pelo fato de eu ter o Matheus para cuidar estou procurando viver “normalmente” até mesmo porque para ele também  foi muito dolorido, Matheus  tinha muitas expectativas de viver com o irmão, então me faço de forte para dar total apoio a ele,este ainda precisa muito de mim.

Da Ana Júlia foi tudo muito rápido e não esperávamos nem um pouco perde-la pois os exames dela sempre deram todos bons,a glicemia descontrolou bastante pelo fim da gestação,e o Davi ficou mais tempo com a gente apesar de ter sido no hospital e ele me passava uma força muito grande que eu tinha muita fé que ele iria conseguir, mais os médicos sempre avisavam todos os riscos, eu não estava preparada para perder nenhum dos dois,quando o Matheus está na escola que posso ter um momento só meu para chorar,pensar, refletir....

Eu e minhas bencaos


Após o nascimento e partida do Davi minha glicose ficou muito alta muitas hiperglicemias, agora que está voltando a controlar novamente.

Tive problemas na visão depois desta ultima  gestação, sinceramente ainda não fui no oftalmo,estou para ir agora nesse mês de novembro, sei porque minha vista não está mais a mesma coisa.

Quanto a ter outro filho...Meu esposo deseja...Ainda não tenho cabeça para isso, seria uma quarta cesárea, o que também não é aconselhável,deixemos o tempo passar...

Estou compartilhando minha história com vocês,não para desmotivá-las, mas para dizer que podemos ser mães assim como sou do Matheus. Infelizmente tive dois desfechos doloridos quanto a maternidade,mas tenho um filho maravilhoso. A vida é uma caixa de surpresa,não dá pra saber o que irá nos acontecer, mas não devemos desistir, pra tudo há possibilidades.

Ainda dolorida,mas sigo em frente na esperança de que um dia a diabetes vai ter cura. Obrigado por lerem a minha história e fiquem com Deus.