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Participe da homenagem do dia dos pais

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Agora para o Dia dos Pais (agosto) faremos uma homenagem aos PAIS em meu blog e Fanpage, como tds sabem em datas comemorativas procuro fazer algo para comemorar.
Este MÊS a HOMENAGEM SERÁ PARA OS PAIS, MARIDOS, NAMORIDOS, NOIVOS E AFINS, companheiros de batalha e que lado a lado lutam conosco nesta prazerosa e desafiante tarefa de gestar (alto-risco), parir e educar (lembrando q o DM permanece e a luta também).
Quem quiser participar é só enviar uma foto do seu QUERIDO, a fotografia fica a seu critério com a mesma deve seguir o nome dele,o seu e de seu(s) filho(s). Exemplo: Anderson, pai do Davi,esposo da Kath.

Recebo as fotos em meu email até o dia 31-07.


kathpaloma@hotmail.com
Obrigada!

Quando a glicada sobe...

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Tem diabético sem vergonha q não faz sua parte e culpa o sistema por suas hiperglicemias?!Tem!
Tem diabéticos que se cuidam, se dedicam e não conseguem abaixar a glicada? Tem!
Tem diabéticos q não se cuida e TB não culpam ninguém?! Tem!
Tem td e qualquer situação, umas nem foram mencionadas aqui, não da pra julgar,mas EU depois de uma glicada de 8,3% tive q rever meus conceitos, tive que reavaliar e notar se de fato foi culpa apenas do Dm,sim,pq tem hora q ele foge do nosso controle e parece uma luta infindável mantê-lo adequado.Após este momento de reflexão,vi q houveram falhas minhas e também não minhas rs, sendo estas:
1-Periodo menstrual complexo;
2-Fiquei doente,
3- Comi muito,
4- Me exercitei menos,
5- Tive sérios problemas emocionais,
6- Comi bola na contagem de Cho,
7- Por estar de férias, quis dar férias ao DM e fui menos assídua em coisas q não poderia ter aberto mão.
É compreensível que tem horas q Td enche o saco, q da a vontade de chutar o balde, de largar de mão e etc...Mas posso culpar o sistema ou alguém pela minha falta de atenção ao DM? Sei q não houveram só falhas minhas,no diabetes sabemos q nem td é culpa nossa,mas...
Que possamos fazer uma reflexão acerca de nossos tratamento e saber q haverão momentos que podemos ter o melhor tratamento porém sem nossa interação e comprometimento eles não surtem efeito.Td no DM é complexo!

UFA!!!

Relactação, você sabe o que é?

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Há um ano e meio atrás fui buscar meus insumos  da Bomba de Insulina da Farmácia de alto custo, lá conheci uma moça e na fila começamos a conversar, no vai e vem da conversa ela disse que sua irmã teve um câncer que a impossibilitou de gestar, ela adotou um bebê e estava amamentando. Perguntei como aquilo era possível e foi neste bate-papo que ouvi falar pela primeira vez sobre  RELACTAÇÃO.
Achei simplesmente fantástico saber que isso era possível, lembro que sempre quis amamentar e como eu sofri para tornar este sonho possível, foia pós muita insistência, ajuda de medicamentos que consegui amamentar o Davi e o faço até hoje. Gostei de saber sobre isso e sabia que  aquela informação me seria de grande valia.
Nos últimos meses mães têm me procurado e me dito sobre algumas dificuldades que tiveram e desistiram de amamentar, não sou da área da saude, tao pouco quero julgar alguém, pois cada um tem seu histórico não só de algo físico como também psicológico, porém trouxe a tona este assunto para que vocês possam conhecê-lo e também pensarem nesta possibilidade.

Amamentar deve ser algo que a mãe de fato queira faze-lo pois trata-se de uma entrega,não só de nutrir o corpo como criar laços,afeto e muito mais,ninguém é menos mãe por não amamentar,mas falo com carinho disso pois logo depois do nascimento do Davi eu voltei a trabalhar muito intensamente e sempre quando chegava em casa no fim da noite amamentava-o, aquilo para mim era indescritível. 

Vamos lá falar da relactação.

Relactação é um termo utilizado para a mulher que já esteve grávida em algum momento da vida e quer voltar a amamentar um bebê, seja ele biológico ou não. Isso mesmo! É a engenharia perfeita do corpo humano atuando em favor da alimentação natural. 

A técnica é muito simples e pode ser conduzida por um profissional de saúde com sólidos conhecimentos em aleitamento materno:Uma sonda nasogástrica nº4 tem suas pontas cortadas e aparadas. Uma das extremidades é afixada com fita hipoalergênica junto ao mamilo e a outra é mergulhada em um recipiente com leite humano, que pode ser conseguido em um banco de leite. Ao sugar, o bebê recebe o alimento através da sonda, ao mesmo tempo em que estimula a produção dos hormônios hipofisários, prolactina (responsável pela produção de leite) e a ocitocina (responsável pela ejeção do leite)

O interessante é que o bebê não desiste de sugar o seio porque recebe dele o leite para saciar suas necessidades, ainda que não seja inteiramente o leite de sua mãe. 

Para que as etapas sejam bem sucedidas, é essencial o acompanhamento de um profissional, além de muita motivação materna e envolvimento familiar. A mamãe deverá estar disponível para as mamadas que deverão ocorrer sob livre demanda ou no máximo a cada duas horas, inclusive no período noturno, onde a secreção de prolactina é mais acentuada. Além disso, o profissional deve cercar todos os fatores de risco que podem levar o processo ao fracasso, através de estratégias pontuais e preparo do ambiente para que a mamãe não fique ansiosa ou viva situação de forte estresse.

A boa notícia é que os resultados podem aparecer em uma semana, podendo levar entre 15 e 45 dias para que a produção de leite se restabeleça por completo. Vale ressaltar que apesar de 84,8% das mulheres conseguirem relactar, deve-se considerar que quanto mais jovem for a criança, mais fácil será para fazer com que ela volte a mamar, por não ter tido contato prolongado com bicos artificiais e outros alimentos. Além disso, estudos mostram que relactar é mais fácil quando o intervalo entre o parto e o início da relactação é menor que seis meses.

É possível perceber que o fator mais expressivo é a correta estimulação das mamas, acompanhado por apoio profissional, desejo e idade do bebê, apoio familiar e motivação materna. 

Como proceder:

1) Adquirir a sonda em farmácias (comuns ou que vendem material hospitalar).
Pedir por sonda nasogástrica número 4 ou 5.
Comprem várias sondas, pois em minha opinião é melhor descarta-las apos uso pois é dificil de lava-las bem (embora a sonda possa ser bem limpa e esterilizada em água fervente cada vez que for usada). Essas sondas nada mais são do que tubinhos fininhos, e custam centavos cada.



A empresa Medela vende um kit de relactação já pronto para utilizar, como esse:

No Brasil, o kit encontra-se nos sites abaixo e em várias outras revendedoras da Medela: 



Existe também a opção de usar o kit Mamatutti, porém as mães relatam que o fluxo é muito intenso com esse kit, então dêem preferência ao kit manual ou da Medela.


2) Preparações:
Coloquem o leite artificial ou materno ordenhado (com auxilio de bomba ou ordenha manual) no recipiente escolhido (seringa, copo ou mamadeira).

Em meu caso utilizei seringa pois usei somente nos primeiros dias após o nascimento do meu primeiro filho, a quantidade era pequena mesma e a seringa foi uma boa opção.

Coloquem uma ponta da sonda no recipiente e a outra deve ser presa ao seio, com sua extremidade perto do mamilo (pode usar um esparadrapo, micropore para tal). A ponta que fica no peito tem que ficar bem na auréola.

Tentem colocar o recipiente com o leite num local próximo e acima do nivel do peito, para que a ação da gravidade facilite o fluxo do leite, e de preferencia numa superfície firme para evitar que caia no chão. Nas primeiras tentativas vale a pena pedir ajuda de outra pessoa que segure o recipiente com o leite.

3) Iniciando:
Ponham o bebê no seio para mamar. A criança sugará o mamilo e a sonda ao mesmo tempo e, à medida que se alimenta, também estimula a produção do leite materno. A altura em que é colocado o leite e a força de sucção da criança determinam a velocidade de ingestão. O fluxo é controlado ao se dobrar um pouco a sonda. Desse modo o bebê comeca a associar o peito com alimento (evitando ou restringindo o uso da mamadeira que pode levar à um desmame precoce por confusão de bicos ou por desinteresse do bebê no peito pela facilidade de fluxo de leite que existe na mamadeira).


4) Quanto tempo preciso usar esse sistema?
O tempo para que a produção de leite pela mãe aumente é de no mínimo uma semana, requer paciência e persistência para se obter sucesso. O leite ministrado pela sonda é o que a criança estava usando e, na medida do aumento de produção pela mãe, este é restringido progressivamente.

5) Que mais posso fazer para aumentar minha produção de leite?

- Meu Lucas ficava no peito por 1 hora, as vezes 2 horas direto mamando! A sucção do bebê é a mais poderosa que existe, então amamente em livre demanda, mesmo sem a sonda, sempre que puder.

- Utilizem uma bomba elétrica de boa qualidade e expresse seu leite também sempre que possível. Eu o fazia 2-3 vezes por dia.

- Descarte o uso de qualquer bico artificial:  mamadeira (o objetivo dessa técnica é também restringir seu uso até eliminar totalmente), e não ofereça chupetas ao seu bebê.

- Carrege seu bebê num sling ou outro tipo de carregador, sempre que possível.

- Descanse quando puder, tire sonecas quando o bebê também o fizer. Durma perto de seu bebê (com as medidas de segurança para prática da cama compartilhada em dia). Pesquisas mostram que cama familiar pode ajudar no estabelecimento da amamentação.

6) Quais são as indicações do uso dessa técnica?
No momento posso citar: quando a mãe fez redução de mamas (como foi meu caso), quando o bebê por algum motivo não pôde amamentar desde o início e foi afastado da mãe e quando o uso da mamadeira por algum motivo está arruinando o estabelecimento da amamentação.
Um vídeo

Ambos os textos informativos foram extraidos dos seguintes sites:
http://consultoraemamamentacao.blogspot.com.br/2011/03/o-que-e-relactacao.html
https://www.facebook.com/note.php?note_id=168097856575920

Os benefícios da Bomba de Insulina durante a gestação

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Olá  Pessoal!

Sou uma pessoa muita apegada a datas, para mim elas são marcantes, me fazem ter motivo para comemorar. Dia 27/06/2015, Davi completou 2 anos de idade e quem acompanha meu blog sabe o quanto esta gestação foi querida, por outro lado também sofrida, porém eu tive uma forte aliada durante este processo que em muito me ajudou: Minha bomba de insulina Medtronic Paradigm 722.

Este aparelho não só me trouxe praticidade como principalmente saúde e “estabilidade glicêmica”, sabemos que isso é difícil para nós diabéticas, porém com ela tive minha insulina basal fracionada, com as doses corretas de hora em hora passei a ter menos hipoglicemias e as hipers diminuíram em muito. E o sensor da Medtronic veio para selar esta história de muito cuidado e dedicação neste momento tão importante de minha vida.

5 meses de gestação- Eu, Davi e a Bomba de Insulina
Além do Diabetes Tipo I, tive muitas intercorrências gestacionais e as mesmas mexiam com os valores das glicemias, a gestação por si só mexe com os hormônios e tudo isso interfere nos dextros, mas a bomba com toda a sua tecnologia em muito me auxiliou. Ela é um aparelho que fica ligado a um tubo fino de plástico (cânula) e é por meio dele que insulina passa e chega ao organismo. Esta cânula é inserida debaixo da pele, e é trocada a cada dois ou três dias. Posso desconectá-la temporariamente para fazer alguma atividade, como por exemplo, tomar banho. A bomba é utilizada para uma liberação contínua de insulina, 24 horas por dia. A quantidade de insulina é programada e é administrada a uma taxa constante (taxa básica). Muitas vezes, a quantidade de insulina necessária ao longo das 24 horas varia de acordo com diversos fatores como o exercício, nível de atividade e o sono e quem pode modicá-lo é apenas o endocrinologista.



Informações sobre a Bomba de Insulina - Foto tirada durante minha gestação


Durante a gestação a usei em todos os lugares que se pode, pois isso não interfere em nada na vida da gestante, a usava nos braços, nádegas, pernas, flancos e barriga.

5 meses de gestação


Todos nós sabemos o quanto nessa fase existem algumas alterações hormonais e por esse motivo há enjoos, vômitos e a consequente falta ou aumento de apetite são comuns e estes fatores mexem com as glicemias. 

A bomba de insulina além de fracionar a insulina basal, envia o bolus (a dose de insulina que deve ser enviada nas refeições e/ou nas correções de hiperglicemias) imediatamente após a sua programação feita pelo paciente.

No segundo e terceiro trimestre as gestantes tendem a ter hiperglicemias, pois é nesta fase que o bebê começa a crescer e os hormônios que colaboram para o seu crescimento são hiperglicêmicos.

Foi ai que o sensor colaborou na minha gravidez, este foi programado para dialogar com a bomba, que estava programada (a minha no caso) para apitar quando a glicemia está abaixo de 80mg/dl e acima de 140mg/dl, metas estipuladas pela endocrinologista. Assim podia intervir em caso de hipo e hipers e evitar que estas se prolongassem.


Sensor colocado durante a gestação

O sensor apitava e pelo som deste eu identificava se eu estava com hipo ou hiper, isso me salvou inúmeras vezes, pois eu tinha hipos assintomáticas, lembrando que hipoglicemias são perigosas neste período, pois podem interferir no desenvolvimento neurológico do feto ou até mesmo levá-lo á óbito, o monitoramento assíduo faz-se necessário neste período.

Durante o meu parto a bomba esteve presente no Centro Cirúrgico, a coloquei no flanco, embora hoje eu aconselhe a usá-la no braço por uma questão de praticidade, esta ficou debaixo do meu travesseiro, mesmo com o jejum prolongado da cesárea e o estresse físico do procedimento cirúrgico minha glicemia se manteve estável.

No período de amamentação onde as mulheres diabéticas tendem a ter muitas hipoglicemias, eu estava com minha bomba e meu sensor, e ambos me livraram de situações graves.

Antes da gestação do Davi eu havia perdido um bebê sofri muito com aquela perda, me empenhei ao máximo para que esta gestação desse certo, e deu, hoje tenho o bem mais precioso da minha vida, meu filho. Vejo na bomba de insulina uma forte aliada nesta fase, desde que haja comprometimento por parte da paciente neste tratamento.

E assim pudemos comemorar os 2 anos de idade do Davi


Clique no link abaixo, o mesmo trata de um maravilhoso material que fala dos pormenores de uma gestação para as mulheres com diabetes tipo 1, tirando suas dúvidas e ajudando-lhe nesta fase tão esperada de sua vida.  

https://onedrive.live.com/redir?resid=f1a246ea06e6c91e!638&authkey=!AEc7TRqrqDkwelY&ithint=file%2cpdf

Este post é um publieditorial. Publieditoriais ajudam o blog a se manter no ar. Consulte-nos!

Uma glicada adequada me possibilitou uma boa e tranquila gestação

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Sou Julliana, 31 anos de idade e 7anos de DM tipo 1. Sou bióloga, professora de Biologia da rede estadual de educação e enfermeiranda pela UFRN. 

Desde que fui diagnosticada com Diabetes Melitus (DM) tipo 1 aos 24anos, já iniciei o tratamento com lantus em caneta, 2 meses depois iniciei também a Novorapid também em caneta. Nunca precisei usar seringas. Graças a Deus já conheci o melhor tratamento desde o início do diagnóstico. Não tenho nenhuma sequela do DM até o momento, mesmo tendo apenas 7anos de diagnóstico. 


No início, foi um susto grande pra mim e minha família. Passei 1 mês acordando e dormindo aos prantos achando que minha vida tinha acabado. Quase entrei em depressão. Até que acordei um certo dia, rezei e pedi forças pra enfrentar tudo de cabeça erguida. E assim, Deus o fez! 


Aprendi a contagem de carboidratos e comecei a controlar bem as glicemias com o uso dessas insulinas abençoadas e a levar uma vida mais saudável e normal.


Minha hemoglobina glicada assim que descobri a DM era 9,0. Apos o diagnóstico e o uso das insulinas sempre ficou em torno de 5,7 até 6,0. Engravidei em outubro com a glicada ótima e os exames todos em dia. Tomava anticoncepcional e havia parado em setembro e logo em seguida já engravidei.


Dizer que controlar as glicemias durante a gravidez foi fácil, seria muita ironia! Tive bastante hipoglicemia no início da gestação pra tentar ser bem rigorosa com as glicemias almejadas pra que nada de ruim acontecesse com o feto nos primeiros meses. Depois, começaram as hiperglicemias para me enlouquecer! 


Tenho uma obstetra bem rigorosa, que me ajudou muito a ter uma gestação tranquila mesmo sendo considerada de alto risco. Fui acompanhada também pelo meu endócrinos que sempre foi indispensável para meu controle glicêmico. Não tive nenhuma internação em toda gestação. Continuei com a rotina normal de trabalho, faculdade, exercícios físicos diarios e sempre de olho na glicemia. Todos os exames da minha filha sempre foram ótimos, normais... Percentil sempre entre 40 e 60.





Comecei a contagem regressiva pela chegada da Minha Ana Júlia. Eu queria tentar o parto normal, mas minha médica com receio das últimas semanas de gestação onde o bebe só faz crescer e engordar, optou por marcar a cesárea as 38 semanas, pois estava tomando 3x mais insulinas do que tomava antes pra obter um controle razoável. Tive picos hiperglicemicos ,ia sempre corrigindo e controlando o tempo todo. 
O último mês de gestação foi assim. A progesterona lá em cima, sendo contrária à ação da insulina.


Tive uma gestação muito tranquila, apesar da DM, das inúmeras hipo e depois hiperglicemias. Mas sempre lutando pelos valores almejados. Meu marido me ajudou e ajuda muito tambem! É um paizao!

A medica resolveu marcar a cesarea pra o dia 01/07/2015 e eu estava nesse dia com 37 semanas e 5dias de gestacao, com percentil da bebe em 5,6. Tudo otimo. Mas ela com receio dos picos hiperglicemicos que eu estava tendo, nao quis arriscar e esperar. Engordei 10kg ate o final da gestacao. 


Minha Ana Julia nasceu as 6:40 da manha do dia 01/07/2015 pesando 3,106kg e 49cm. Linda! Saudavel! Nao teve picos severos de hipoglicemia. Variando entre 50 e 60 nas 3 primeiras horas de vida. 





Valeu cada esforço! Cada sacrificio!





A amamentação está sendo exclusiva, produzo muito leite ao ponto de ter
que usar uma bombinha elétrica pra retirar o leite em excesso. O peito está ferido mas vale a pena cada dor e cada ferida em cicatrizacao.


Estou tomando bastante liquido e comendo de 2-3hs, aumentei a alimentação de forma saudável e voltei usar a mesma quantidade de insulina que usava antes de engravidar, pois durante a gestação precisei aumentar a dosagem de insulina em 100% do valor habitual (fiquei resistente a mesma na gestação).


A recuperação da cesárea está sendo ótima, meus pontos estão sequinhos, quem vem me visitar nem acredita que passei por uma cesariana. Estamos ótimas! Este momento de interação e adaptação está sendo mágico!Ana Julia é tranquila, só chora quando quer mamar.


Diria a todas aquelas diabeticas que desejam ser maes que facil nao é, mas cada sacrificio vale a pena! Todas nos somos capazes de ter uma gestacao saudavel e tranquila mesmo sendo diabeticas! 


Sou prova viva disso!




Emanuele, o presente de Deus para nossas vidas!

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Meu nome é Sabrina Silva, 28 anos de idade, sou bancaria. Sou diabética há 17 anos faço uso de insulina Nph e rápida(caneta) para controle da diabetes. Não tenho sequelas de mal controle glicêmico,ao descobrir a diabetes com 11 anos de idade, não aceitava de forma nenhuma e por várias vezes precisei ser internada para controle glicêmico, comia doces escondido e passei a não frequentar festinhas de amigos pois tudo o que eu não podia comer era oferecido e por não aceitar era muito difícil.




Até que a equipe de atendimento psicológico do hospital geral de Bonsucesso RJ, onde iniciei o tratamento da diabetes, me apresentou uma criança, um bebe com diabetes. Fiquei me questionando: como? porque? tão pequeno...A partir deste momento comecei a aceitar e tentar me adaptar à realidade mesmo sendo criança.

Na adolescência me fortaleci, já não me entristecia tanto e entendi que graças a Deus tive a oportunidade de estar viva, ao descobrir a doença entrei em coma por 15 dias com a glicose acima de 600. Para minha família esta doença é muito ingrata até hoje muitos ainda me olham e dizem sobre suas histórias onde muitas pessoas perderam dedo ou morreram pelo diabetes... São pessoas mal informadas sendo portadora de más notícias.

Me casei as 24 anos e jamais imaginei que com um bom controle glicêmico poderia ter um filho, eu sempre pensava em adoção, pois achava que por causa da diabetes meu filho nasceria com alguma sequela por causa da doença, tinha muito medo. Meu marido sempre muito confiante me ajudou e muito, dizendo que era possível que antes da adoção tínhamos que tentar, que só iriamos saber se daria errado, após a tentativa.

Em 2012 comecei a me aprofundar mais a respeito de diabetes e maternidade.Minha glicada estava péssima em torno de 12% e comecei a conversar com a endocrinologista a respeito de maternidade e ela me disse:
 -Com sua glicose deste jeito nem pensar, cuide-se!

Mudei de endocrinologista que me ajudou a pensar, que com um bom controle poderíamos tentar, foi então que comecei uma readaptação. Precisei emagrecer em torno de 10 kg pois estava acima do peso, intensifiquei a medição de glicose para conseguir ficar com a glicada abaixo de 7% para iniciar a tentativa. Então mês a mês fui me surpreendendo, com força de vontade conseguir em 6 meses estabilizar a glicada em 6,4%. Então que em dezembro de 2013 minha endocrinologista me informou, que poderíamos dar início a tentativa da maternidade, e que eu deveria procurar um  ginecologista que atendesse gravidez de alto risco.

Nossa ao ouvir isso soou como música aos meus ouvidos, estava preste a realizar um sonho, que para mim sempre fora quase impossível. Parei de tomar o anticoncepcional em janeiro de 2014, pesquisava sempre na internet sobre diabetes e maternidade e era muito difícil de encontrar alguém que já tinha vivido esta realidade não pratica, era muita teoria...
Um dia encontrei o blog da Kath e me apaixonei parecia que ela estava narrando o início da minha história, me comuniquei com ela que se prontificou em meu responder e me ajudar a perder o medo. Cada mês que minha regra atrasava era uma expectativa, mais em julho 2014 fiz um teste de gravidez já que estava 1 mês em atraso e deu negativo, fomos investigar e micropolicistos me impediam de engravidar.Isso mexeu com meu psicológico e aquela controle que estava tendo para obter um bom controle da diabetes foi abandonado, a glicada aumentou para 7,4% e a esperança foi tomada por um sentimento de incapacidade de ser mãe.

Já não aguentava mais tanta cobrança das pessoas, familiares e afins, as pessoas perguntavam o porquê ainda não era mãe, mais não queriam ouvir sobre a dificuldade e os receios que eu tinha. Em agosto 2014 minha endocrinologista me disse:

-Sua glicada esta descompensando e seu corpo não está respondendo a possibilidade de ser mãe, acho bom você ir na ginecologista e voltar com o anticoncepcional.

Nossa quanta tristeza ao ir na ginecologista me desesperei e disse:

-Então eu nunca serei mãe pois tenho uma doença crônica que é incurável que vou carregar para o resto da vida?

 Ela me orientou a voltar com o anticoncepcional pelo menos por 3 meses para tentar abaixar a glicada e dissolver o micropolicisto. Ao sair do consultório lagrimas escoriam pelo rosto, um choro incontrolável, olhei para o céu e falei:

-Deus, pai tira isso do meu coração estou sofrendo muito, tira de mim esta ansiedade me dê a tua paz.

Disse ao meu marido eu não quero mais saber, não é o momento, não é isso e a partir de hoje volto com o anticoncepcional e vou usá-lo por um bom tempo, ele me respondeu:

-Se for da vontade de Deus, mesmo tomando o remédio você vai engravidar.

Eu fiquei imaginando,como, se estou a 7 meses sem tomar e nada, vou retornar com o remédio e vai acontecer, impossível. Foi então que não queria mais saber, nem comentar, eu queria criar uma capa protetora para me esconder da vontade de ser mãe. Bom, em setembro após o termino da cartela do anticoncepcional aguardei a regra vir e nada, mais este mês eu estava diferente nem desconfiava, já que nos outros meses eu ficava pensando será que estou gravida? Fazia o teste e negativo, desta vez como estava tomando o remédio nem queria saber, achava que era alguma reação por ter voltado com o anticoncepcional. Tive muita cólica, muita fome, muito sono mais não notava nenhuma diferença.

Após 1 semana de atraso decidi comprar o teste de farmácia, escondido do esposo fiz o teste e desta vez apareceram 2 listras uma bem forte e a outra mais clara, não acreditei achei que tivesse algo errado, fiz o de sangue no dia seguinte e enfim confirmadíssimo, gravidíssima.

Ao descobrir já estava com 6 semanas e em minha 1 consulta ao pré-natal minha pressão estava alta, 16/12 a ginecologista que já me acompanhava me orientou a procurar um hospital e me disse que não poderia me acompanhar no pré-natal, e agora?




Ela já conhecia todo o meu caso, o que eu ia fazer. Fui ao hospital maternidade santa rosa em Niterói, RJ, para acompanhamento da pressão arterial precisei ficar internada 1 semana, foi então que conheci um profissional excelente obstetra Marcelo Farias especialista em gravidez de alto risco que assumiu o compromisso de acompanhar meu pré-natal, consultas frequentes de 15 em 15 dia ao obstetra e endocrinologista, acertando doses de insulina e agora tomando remédio para controle da pressão arterial. O primeiro exame de sangue para verificar a glicemia e afins fui surpreendida glicada 6,0% e ficou boa até o final, minha última glicada estava 6,7%. Fiz os exames de rotina da gestação e a cada resultado normal a alegria invadia meu coração. Emanuele crescia e com tudo em ordem dentro do esperado mesmo com todo risco, o nome dela quem escolheu foi o pai, fizemos um acordo que se fosse menina ele escolheria e se fosse menino eu escolheria.





Emanuele nasceu no dia 15/03/15 com 32 semanas e 4 dias por causa da hipertensão nasceu com 48cm e pesando 1,905kg o obstetra informou que a diabetes não interferiu a gravidez o problema foi a hipertensão, tomei a injeção de corticoide para amadurecer o pulmão dela e por conta disso descompensou glicose e pressão. Mais com a graça de Deus tudo ocorreu bem, Emanuele ficou internada 25 dias na UTI neo natal, precisou tomar antibiótico pois estava com uma distensão abdominal, teve desconforto respiratório, mais com tudo minha pequena grande guerreira nasceu com a permissão de Deus.




Ela fez 3 meses, voltei ao meu peso normal, engordei apenas 9 kg, estou amamentando mais minha produção de leite não é suficiente e por isso ela toma complemento (leite artificial aptamil). Bom as tentantes e futuras mamães fica aqui o meu depoimento, espero ter ajudado a lhe encorajar, pois com esforço e dedicação para realizar seu sonho é possível, mesmo que as vezes nossa fé torne-se pequena, Deus é o mestre das causas impossíveis e em nele podemos confiar, não desista faça sua parte que com responsabilidade tudo dará certo.





Hormônios Gestacionais

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A gestação constitui um período da vida da mulher de grande atividade hormonal. A produção dos hormônios existentes adapta-se à nova fase e outros hormônios, específicos da gravidez, passam a ser produzidos.
 
O primeiro trimestre você começa a sentir as modificações no organismo causadas pelo aumento drástico da progesterona e estrogênio.
 
progesterona é responsável pela manutenção da gestação no primeiro trimestre. Com a elevação desse hormônio há um aumento do fluxo sanguíneo para o útero, criando um ambiente favorável para o embrião. Além dessa função a progesterona também acarreta mudanças no cérebro e corpo da mulher. Ocorre um relaxamento muscular e consequentemente uma diminuição na atividade motora fina (fica mais difícil colocar a linha no orifício da agulha), agindo como um potente sedativo. A progesterona é responsável pela fadiga que as mulheres grávidas sentem, alterações de humor, esquecimento ocasional e obstipação intestinal. Ao longo da gestação o cérebro adquire tolerância aos altos níveis do hormônio.
 
Já o estradiol é fundamental para a formação do cérebro do bebê. Esse hormônio promove o crescimento e desenvolvimento dos neurônios. Outra função constitui a dilatação dos vasos sanguíneos aumentando o aporte de nutrientes para o feto. Na mãe, o estradiol causa maior estado de alerta, maior clareza de idéias e sensibiliza os sentidos do olfato e paladar.
 
gonadotrofina coriônica humana (HCG) encontra-se elevada no primeiro trimestre da gestação. A sua função consiste em manter o corpo lúteo (corpo formado por uma deposição de lipídio no folículo do qual saiu o ovócito secundário para a ovulação), o qual produz progesterona e estrógeno. Um efeito desagradável provocado pelo HCG é o enjôo matinal. A boa notícia é que a partir da 12ª semana esse sintoma é amenizado.
 
aldosterona, hormônio responsável pela retenção de líquidos, também encontra-se aumentada na gestação. Durante o período gestacional o volume de sangue no corpo da mulher aumenta 50%, para transportar melhor os nutrientes e manter as necessidades crescentes da gestação. O efeito colateral da aldosterona é o edema principalmente nas mãos e pés.
 
cortisol , o velho conhecido hormônio do estresse, eleva-se a partir da 20ª semana. Mas ao contrário da sua fama, um aumento do cortisol é benéfico nesse período, aumentando as forças e energia no corpo da futura mãe, além de preparar o bebê para o parto.
 
Durante a gestação também ocorrem modificações importante na concentração de outros hormônios. A insulina, responsável pela entrada de açúcar na célula, encontra-se aumentada para proporcionar maior aporte nutricional para o bebê. A elevação desse hormônio pode predispor a diabetes gestacional, portanto é mandatório que a mulher se alimente na medida certa – procure seu médico. Outro hormônio fundamental para o bom desenvolvimento do feto constitui o hormônio tireoidiano. O seu médico sempre deve pedir exames de perfil da tireóide.
 
A gestação é um período de mudanças e realizações. Entender sobre as alterações que ocorrem no seu corpo é fundamental para aproveitar melhor cada momento de gerar uma nova vida. Procure sempre o seu médico e boa sorte!

fonte http://www.adrianapessoa.com.br/endocrinologia.php?id=13


 

Diabetes Gestacional

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O diabetes gestacional é um tipo de diabetes que apresenta uma particularidade, ele surge durante a gravidez e costuma desaparecer após o nascimento do bebê. Mulheres que são diabéticas e engravidam não são consideradas portadoras de diabetes gestacional. O diabetes gestacional é aquele que aparece somente após iniciada a gravidez.
O diabetes gestacional é uma complicação comum da gravidez, acometendo, dependendo da região, entre 2% e 15% das gestantes.
Em comparação com mulheres não grávidas, as gestantes tendem a ter maior risco de hipoglicemia (glicose sanguínea baixa) durante os períodos fora das refeições e durante o sono. Isso ocorre porque o feto extrai continuamente glicose da mãe, mesmo quando a mesma encontra-se em jejum. Conforme o feto cresce, maior é a sua necessidade de glicose.
A partir do segundo trimestre de gravidez, como o bebê começa a ficar grande, a mãe precisa de mecanismos protetores contra hipoglicemia, pois o consumo de glicose pelo feto torna-se intenso. Esta proteção surge através dos hormônios produzidos naturalmente pela placenta, como estrogênios, progesterona e somatomamotropina coriônica, que agem diminuindo o poder de ação da insulina, fazendo com que mais glicose fique disponível na corrente sanguínea.
O efeito anti-insulínico destes hormônios é tão forte, que no final da gravidez, o pâncreas da mãe precisa produzir até 50% mais insulina para evitar que esta fique com hiperglicemia (níveis elevados de glicose no sangue). O diabetes gestacional surge exatamente nas gestantes que não conseguem aumentar a ação da sua insulina para compensar os efeitos hiperglicemiantes dos hormônios da gravidez.
Mães com diabetes gestacional apresentam níveis elevados de glicose no sangue, principalmente após as refeições, que é o momento em que o organismo recebe uma carga grande glicose vinda dos alimentos.
O diabetes gestacional só costuma surgir a partir da metade do segundo trimestre, em geral, somente após a 20ª semana de gestação.
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