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Vizinho

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Meu vizinho grita no meio da rua (como ele sempre faz):
-E ai menina?! E o diabetes?? Tá controlado? Até hj ñ acredito q vc tem isso... 
Dai ele começa a discorrer a lista de amigos e familiares q morreram segundo ele de diabetes.
Ah! Hj ele incluiu o tio avô de 76 anos.
*Ele ñ é "leigo" no assunto ñ, tbem é diabético tipo 2.

Santa Ignorância!

Cotidiano Diabético

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Usando o Smart Pix para fazer o relatório das glicemias para a médica

Algumas horas sem jogar as fitas usadas fora sou atacada por elas quando abro meu glicosímetro.

Glicada 6,5% para fechar 2012 com chave de ouro

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Para 2013...

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Feliz Natal e Próspero Ano Novo

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Olá Pessoal!

Passei por aqui para lhes desejar um FELIZ NATAL e se até lá eu não voltar a postar um FELIZ ANO NOVO também. Andei sem postar por uns dias pois muitas coisas andam acontecendo por aqui, das quais em breve pretendo partilhar.

Breve resumo: Exames em dia, glicemias controladas com seus picos já esperados e como todo diabético matando um leão por dia, ouvindo tantas besteiras (sobre diabetes) das pessoas que já nem sei o que dizer...

Que este ano que se iniciará possa ser repleto de discernimento, saúde, força, esperança e boa vontade. 

Não deixem de medir a glicemia, aplicar as insulinas,contar carboidratos e corrigir hipos. Aconteça o que acontecer coloquem na bolsa glicosímetro, balas e ultra rápida. Beijos



Cerveja combate o diabetes e não causa barriguinha, diz pesquisa

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Um estudo da Universidade de Barcelona, na Espanha, garante que beber de dois a três copos de cerveja por dia faz bem à saúde. O hábito, segundo os especialistas, ajuda a combater a diabetes e a hipertensão.
A cerveja contém ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio, nutrientes que protegem o sistema cardiovascular. Os cientistas também constataram que a bebida não é a responsável pelo aumento da gordura abdominal, a famosa barriguinha de chope.
Ainda segundo o estudo, a cerveja tem apenas 200 calorias por copo, que é o mesmo de uma xícara de café com leite. Os médicos envolvidos no estudo espanhol recomendam também a prática de atividades físicas regulares e a ingestão de uma dieta saudável para combater o diabetes e a hipertensão.

http://www.tiabeth.com/tiabeth/wp/saude/2012/12/04/cerveja-combate-o-diabetes-e-nao-causa-barriguinha-diz-pesquisa/?fb_ref=recommendations-bar

Jundiaí desenvolve vacina contra o diabetes

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Um trabalho inédito realizado em Jundiaí está desenvolvendo uma vacina contra o diabetes. A pesquisa é feita na FMJ (Faculdade de Medicina de Jundiaí) pelo aluno de mestrado Rodrigo Eduardo da Silva, sob orientação do professor Eduardo Caldeira.
O trabalho foi apresentado entre os dias 7 e 12 deste mês no 4º Congresso Mundial sobre Controvérsias e Consensos em Diabetes, Obesidade e Hipertensão, realizado em Barcelona, na Espanha.
O pesquisador apontou que este foi apenas o primeiro passo. “Ainda faltam muitos estudos para que efetivamente exista a vacina porque precisamos aperfeiçoar o trabalho, mas esse resultado em si já é um grande avanço”, explicou o biomédico Rodrigo.
A pesquisa / Neste trabalho as duas proteínas que bloqueiam a inflamação, uma das principais causas do diabetes tipo 1, foram isoladas. Além disso, durante o estudo foi possível observar que as células reagiram à vacina, recuperando as características saudáveis.
“Conseguimos que o tecido afetado pelo diabetes tivesse uma reversão no quadro e apresentasse uma recuperação da célula”, explicou.
Durante 21 dias o tecido afetado pelo diabetes recebeu doses, uma por semana, de uma proteína (um peptídio). “A proteína em si deu um resultado positivo e levamos cerca de um ano para chegar até esta etapa.”
Expectativa / “Isto é um fato inédito, principalmente em se tratando de uma doença que aumenta a cada ano, e que afeta desde criança até adultos e ainda não tem cura definida”, afirmou o professor Eduardo.
Ele lembra que o fato de conseguir evitar a doença e até mesmo recuperar o organismo depois de instalada, será uma grande conquista para a medicina. “Estes resultados demonstram novas perspectivas, principalmente por se tratar de uma vacina inédita para este uso e 100% brasileira.”
De qualquer forma, os pesquisadores enfatizam que estes resultados são preliminares e poderão no futuro ser mais uma opção para o tratamento da doença. Lembram também que os pacientes diabéticos devem seguir rigorosamente o tratamento médico e nunca se automedicar.
Outros estudos /No congresso realizado na Espanha foram apresentados outros dois estudos da FMJ. Entre eles, o trabalho do médico Marco Antônio Dias, com a aplicação da “sitagliptina”, um medicamento muito utilizado no diabetes tipo 2, que foi usado para tratar os danos do diabetes tipo 1. Após um tratamento experimental equivalente a quatro anos no humano, os pesquisadores observaram a recuperação dos órgãos danificados pela doença.
O outro estudo analisou o tratamento com anticorpos que foram fabricados em laboratório e que promoveu a recuperação de células que estavam comprometidas pelos altos níveis de glicose no sangue. Estes anticorpos atuariam como defesa para o organismo, dando condições para o  doente se recuperar.

http://www.tiabeth.com/tiabeth/wp/noticias/2012/12/09/jundiai-desenvolve-vacina-contra-o-diabetes/?fb_ref=recommendations-bar

Para encorajar quem é diabética e quer ser mamãe

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Nova Zelândia é o lar dos mais longos sobreviventes mundiais de diabetes tipo 1. Com oitenta e quatro anos de idade, Winsome Johnston desafiou as probabilidades em diversas maneiras.
Ms Johnston sempre tem um monte de gente para comprar presentes durante o Natal – em torno de quatro gerações, na verdade. Mas nada disso era para acontecer.
“Os médicos me disseram, e me lembro bem, que minha vida não duraria muito tempo”, diz ela.
Sra. Johnston foi diagnosticada com diabetes tipo 1 quando tinha apenas seis anos. Sua irmã também teve isso, mas morreu aos 16 anos de idade.
Agora, aos 84 anos, a Sra. Johnston é o mais longévoa pessoa a sobreviver com diabetes tipo 1 no mundo. Ela tem isso por 78 anos.
“Naqueles dias eu estava determinada a fazer o que eu queria fazer, e o pouco conhecimento que tinha sobre a doença me ajudou.”
Ela foi informada de que nunca teria filhos. Mas teve quatro, incluindo gêmeos. E agora ela tem oito netos, sete bisnetos e mais outro a caminho.
Rab Burton também tem diabetes tipo 1 e é enfermeiro sobre diabetes da Sra. Johnston. Ela é o seu paciente número um, sem nunca ter perdido um compromisso em oito anos. 
“Eu aprendi muito com ela”, diz ele. “E todos os dias eu conto a sua história para as pessoas.”
Burton diz que a chave para a saúde notável da Sra. Johnston é bastante simples: disciplina. Ele diz que a maior dificuldade dos diabéticos é manter a tarefa incansável de monitorar todas as coisas que eles comem.
Ele diz que nunca conheceu alguém tão rigorosa e determinada como a Sra. Johnston.
“Ela seguiu o que dizia o manual. Eu acho que este é o segredo. “
Existem dois tipos principais de diabetes. O tipo 2 atinge proporções epidêmicas aqui na Nova Zelândia. Este tipo muitas vezes é causado por má alimentação ou obesidade.
Mas ninguém sabe o que faz surgir o tipo 1, que é o que a Sra. Johnston tem. E isso está em ascensão também.
O jovem Aaliyah desenvolveu diabetes tipo 1 quando tinha apenas três anos de idade, que significou um choque para sua mãe, Serena Underwood.
“Não monitorar o diabetes pode encurtar a sua vida”, diz a Sra. Underwood. “Então, isso é algo que devemos estar atentos e nos preocupar se os níveis de açúcar no sangue (de Aaliyah) estiver muito alto ou muito baixo. Há muitas complicações que podem vir a partir daí. “
Ms Underwood diz que o diabetes tipo 1 é possível gerenciar, mas pode parecer impossível às vezes. Então ela foi aconselhar-se com a mulher que sabe melhor do que ninguém sobre o que é viver com a diabetes – Sra. Johnston.
A sobrevivente recordista deu ao jovem Aaliyah uma dica simples ou duas sobre como conviver com o diabetes.
“Basta você se lembrar de fazer todas as coisas certas e não comer as coisas erradas”, diz a Sra. Johnston. “Mas eu sei que às vezes é difícil se você for à festas, não é? Acredito que se você disser a pessoa que está organizando que há certas coisas de que você não pode comer, então tudo poderá  torna-se muito mais fácil. “
Sra. Johnston gostaria que sua história trouxessem esperanças à crianças como Aaliyah, que estão entre os 220.000 neozelandeses que vivem com diabetes.

Até nossos direitos querem tirar?

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Dois anos para que eu conseguisse retirar pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo minhas insulinas de alto custo, Levemir e Humalog. Um lenga-lenga para consegui-las. Até que para pegar o glicosímetro, fitas,lancetas e seringas não tive problemas (pela Prefeitura/Posto de Saúde), por enquanto sem problemas.

Agora soube por intermédio de diabéticos e pais de diabéticos que estão indo renovar seus processos de medicamentos, um modo que a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo  encontrou (segundo eles) para reavaliar o tratamento de pacientes.O médico do paciente preenche um formulário e anexa documentos pessoais do paciente, estes vão para avaliação, e  em torno de 30 dias recebe-se um telegrama com o deferimento ou não. Este procedimento ocorrerá a cada 6 meses ( o meu vai este mês).

Sim!agora precisa renovar, afinal doentes crônicos/dependentes de insulina irão acordar um dia sem diabetes.

Este procedimento ridiculo está fazendo com que pais e diabéticos fiquem por um período sem receberem seu medicamento, que seu medicamento seja diminuido e pior será para pacientes que contam carboidratos, pelo visto estão na lista negra, já que segunda uma colega, lhes disseram que estes comem muito em umas das refeições do dia, o governo não ia bancar...

Papéis que me entregaram quando fui pegar os medicamentos, fui lembrada que já era o momento de renovar o meu.







E ai o que fazer?

Iremos nos calar?

E nossos impostos para onde está indo?

Voltar para NPH e Regular?

Crianças, adolescentes, adultos, idosos e grávidas diabéticas dependem destes medicamentos e insumos...

Ficaremos de braços cruzados?

Talvez nos calemos mesmo, afinal estamos acostumados a ter uma postura mais passiva...Estamos acostumados com as migalhas que nos oferecem...

E o que eu ouvi no Posto de Saúde, fará parte de nossas realidades:

- Lantus e insulinas afins são luxo, antes os diabéticos se viravam NPH e Regular, agora querem ficar inventando moda e tem médico que dá corda."


Bebês - Diabetes Gestacional e Gestantes com Diabetes

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Dr. Carlos Antonio Negrato, diretor clínico da Associação dos Diabéticos de Bauru, doutor pela Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP, responde algumas perguntas sobre diabetes gestacional e gestantes com diabetes.

Confira a entrevista e garanta uma gravidez tranqüila para você e seu bebê.
Jornal ADJ: Mulheres com diabetes tipo 1 ou 2 podem engravidar?
Dr. Negrato: Sim. Porém aconselhamento e planejamento pré-gestacionais são essenciais para todas as mulheres com diabetes pré-gestacionais em idade fértil. Isso porque há uma maior prevalência de anomalias congênitas e abortos espontâneos em mulheres com diabetes que têm um mau controle glicêmico, durante o período de organogênese fetal, que está praticamente concluído por volta da sétima semana pós-concepção.
Jornal ADJ: Qual a meta de glicemia para mulheres com diabetes que queiram engravidar?

Dr. Negrato: Tais mulheres têm que apresentar níveis glicêmicos próximos dos valores normais encontrados em mulheres que não têm diabetes. Uma vez iniciada a gravidez, existem vários níveis glicêmicos tidos como ideais recomendados por diferentes entidades médicas. Segundo o IV International Workshop on Gestational Diabetes, os níveis desejáveis de glicemia são jejum < 95 mg/dl; uma hora pós-prandial <140 mg/dl; e duas horas pós-prandial < 120 mg/dl.. O American College of Obstetritians and Gynecologists considera aceitáveis valores de uma hora pós-prandial de 130 a 140 mg/dl. A Associação Americana de Diabetes considera desejável uma glicemia de jejum entre 70 e 100 mg/dl, uma hora pós-prandial 140 mg/dl e duas horas pós-prandial 120 mg/dl. O grupo de Jovanovic do Condado de Santa Barbara,Califórnia sugere níveis de glicemia mais estritos, ou seja, jejum< 90 mg/dl, uma hora ou duas horas pós-prandial <120 mg/dl.
Jornal ADJ: Até que idade mulheres com diabetes podem engravidar? O tempo de diabetes pode interferir na gravidez?

Dr. Negrato: Não existe uma idade limite, porém seria melhor que elas engravidassem o quanto mais jovens possível e, portanto com menor tempo de diabetes. Com o aumento do tempo de diagnóstico, as chances de existência de vasculopatias (problemas vasculares) é maior e conseqüentemente também maior é chance da existência de retinopatia e nefropatia (problemas na visão e nos rins) que podem se agravar durante a gravidez.
Jornal ADJ: Mulheres que apresentam diabetes gestação têm sempre diabetes gestacional?

Dr. Negrato: Não. Como vimos anteriormente, a hiperglicemia é o distúrbio metabólico mais freqüente nas gravidezes nos dias de hoje. Tal hiperglicemia pode ser devida a existência pré-gestacional de diabetes do tipo 1 ou 2, ou da ocorrência do diabetes gestacional.
O diabetes gestacional é definido como a ocorrência de intolerância à glicose, em graus variáveis, diagnosticada durante a gestação, que pode ou não persistir após o parto. Essa definição não exclui a possibilidade de que a intolerância à glicose tenha surgido antes da gestação ou concomitantemente a ela, e independe do uso de insulina ou de terapia não-medicamentosa.
Jornal ADJ: É possível prevenir o diabetes gestacional?

Dr. Negrato: Sim. Para tanto, as pacientes que apresentem riscos de desenvolvê-lo devem receber orientações e aconselhamentos para minimizar os riscos de sua ocorrência, com mudanças em seu estilo de vida, visando diminuir o impacto causado pelos fatores de risco passíveis de serem modificados.
Jornal da ADJ: Quais os principais fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes gestacional?

Dr. Negrato: São eles: idade materna acima de 25 anos; obesidade ou ganho excessivo de peso durante a gestação; multiparidade (que já teve vários filhos); história familiar de diabetes, principalmente materna; antecedentes de macrossomia fetal ou diabetes gestacional; baixa estatura (< 1,5m); deposição central excessiva de gordura; crescimento fetal excessivo; poliidrâmnio e hipertensão arterial ou pré-eclâmpsia na gravidez atual. Outra característica física da predisposição é a presença de pernas curtas. Em nossa tese de Doutorado, encontramos que as pacientes que desenvolviam diabetes gestacional eram cerca de 6 cm mais baixas e apresentavam pernas cerca de 4 cm mais curtas que as que não o desenvolviam.
Porém, o maior fator de risco para o diabetes gestacional é a obesidade. A obesidade abdominal representada pela razão cintura/quadril elevada está positivamente associada à sua ocorrência. A obesidade pré-gestacional, principalmente em mulheres jovens, e o avanço da idade materna são considerados fatores de risco independentes; a prevalência na faixa etária de 20 a 24 anos é de de 5%, aumentando para 11% na de 40 a 44 anos.
Jornal ADJ: Em qual período da gestação aparece o diabetes gestacional?

Dr. Negrato: Geralmente aparece na segunda metade da gestação, mais especificamente entre a 24ª e 28a semanas de gravidez. Aquelas pacientes que apresentam hiperglicemia antes desta época, provavelmente já eram diabéticas, mais freqüentemente do tipo 2, sem diagnóstico prévio.
Jornal ADJ: O diabetes gestacional tem cura?

Dr. Negrato: No pós-parto imediato, a grande maioria das pacientes que receberam insulina durante a gravidez, não necessitarão mais de fazer uso da mesma, pois voltam para o estado de normoglicemia (cerca de 95-98%). Seis semanas após o parto, um Teste Oral de Tolerância à Glicose, com 75 g, deve ser repetido para se avaliar o estado de tolerância à glicose destas pacientes. Se o teste for normal, a paciente deverá ser avaliada anualmente, através de medidas da glicemia de jejum, glicemia pós-prandial e hemoglobina glicosilada. Pacientes com alteração da glicemia em jejum (glicemia de 100 a 125 mg/dl) ou intolerantes à glicose (glicemia entre 140 e 199 mg/dl 2 horas após a sobrecarga de glicose), deverão ser orientadas a manter o peso adequado e exercer atividade física regular, para a prevenção do diabetes mellitus. Todavia, 5-15% das pacientes com peso normal e 35-60% das obesas que tiveram diabetes gestacional, desenvolvem diabetes mellitus 5 a 20 anos após o parto. Finalmente, é importante lembrar que o diabetes gestacional tem uma taxa de recorrência de até 90% em gestações subseqüentes.
Jornal ADJ: A gravidez com diabetes pode ser considerada de alto risco? Quais os riscos de perder o bebê? Quais os riscos para o bebê, se a gestante tiver uma hipoglicemia ou uma hiperglicemia?

Dr. Negrato: Sim. A gravidez complicada pelo diabetes é considerada de alto risco. Todos os tipos de diabetes aumentam o risco de complicações tanto para a mãe quanto para o feto; porém, é muito importante diferenciar entre os tipos (pré-gestacional ou gestacional), já que cada um tem um impacto diferente sobre o curso da gravidez e o desenvolvimento fetal.
O diabetes mellitus pré-gestacional (tipo 1 ou tipo 2) é mais grave pois está presente antes da gravidez; portanto, seu efeito começa na fertilização e implantação e continua durante toda a gravidez e depois dela. Em particular, a organogênese pode ser perturbada, levando a um alto risco de aborto precoce, defeitos congênitos graves e retardo no crescimento. As manifestações maternas também são mais sérias, especialmente pela possível presença de complicações vasculares, como a retinopatia ou a nefropatia.
Os riscos de aborto são maiores nas pré-gestacionais com um mau controle glicêmico no período da concepção. Porém, se a paciente apresenta controle glicêmico adequado, seus riscos de aborto são semelhantes ao da população não diabética.
A ocorrência de uma hipoglicemia severa durante a gravidez pode levar a um quadro de sofrimento fetal sério. A hiperglicemia materna leva a uma hiperinsulinemia fetal que por sua vez ocasiona um aumento na ocorrência de morbidades no bebê.
Jornal ADJ: Após o nascimento, o bebê deverá ser monitorado como a mãe? Qual o risco do bebê nascer com diabetes?

Dr. Negrato: O bebê deverá ser monitorado nas primeiras 72 horas devido ao alto risco de ocorrência de hipoglicemia neonatal, que pode causar lesão neurológica permanente. Maior atenção deve ser dada aos bebês cujas mães receberam tratamento insulínico.
É raro que um recém-nascido desenvolva diabetes; se a paciente for do tipo 1, a chance de seu filho desenvolver diabetes na vida futura é de, aproximadamente, 1%. Se a mãe tem diabetes tipo 2, este risco é cerca de duas vezes maior em relação a população geral.
Jornal ADJ: Quais os cuidados indicados para gestantes com diabetes?

Dr. Negrato: Como já mencionado, as mulheres com diabetes pré-gestacionais deverão ser orientadas a planejar a gravidez, para que esta ocorra num momento em que a glicemia esteja o mais próximo possível de níveis glicêmicos comparáveis aos de mulheres que não têm diabetes, o que muito raramente, infelizmente acontece.
Toda grávida com diabetes (tipo 1, 2 ou gestacional), deverá ser acompanhada por uma equipe multidisciplinar e o tratamento deve necessariamente ser individualizado. O objetivo principal de tal tratamento é a prevenção de complicações fetais. A manutenção de níveis glicêmicos adequados, tanto de jejum quanto pós-prandiais leva à ocorrência de uma morbi-mortalidade perinatal semelhante à da população geral.
Jornal ADJ: A gestante pode usar bomba de infusão de insulina?

Dr. Negrato: Sim. A bomba de infusão de insulina é um dos meios mais eficientes que existe para se manter níveis glicêmicos adequados durante a gravidez, sendo a gestação diabética uma das principais indicações de seu uso. Porém, devido ao seu alto custo é ainda muito pouco utilizada em nosso meio.

Fonte: http://www.adj.org.br/site/noticias_read.asp?id=173&tipo=4

Bom Dia Glicosímetro!!

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Que diabético não passa por isso?

Dar primeiro Bom Dia para o glicosímetro e depois para o marido q dorme ao seu lado...

Contagem de Carboidratos no Achismo

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Me empolguei com o almoço e fui mandando ver no prato, esqueci de contar CHO "corretamente"...
Fiz uma contagem muito no achismo e corrigirrei mais tarde se necessário. 
Odeio qdo faço isso!

Impacto das minhas postagens

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Gente qdo abro meu e-mail e leio sobre a importância que meu blog tem pra algumas pessoas...Ah! Não tem dinheiro que pague isso!!!

Ás vezes você escreve e não tem noção do impacto que isso causa ás pessoas, e saber que este impacto é positivo, é show de bola!!!

Socorro!!

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Aquele momento que você faz o dextro, olha a caneta da insulina ultra rápida e pensa:
-Nãooooooo!!! Mais uma aplicação!!!Socorro!!! Não quero!!!
Dai seu lado anjo diz:
-Melhor tomar, é para o seu próprio bem... Antes oito ou dez aplicações do que passar o resto da vida chorando por ser negligente com o seu tratamento...
Vc pega a caneta e pensa:
-Valeu, Deus por ter dado ao homem inteligência para facilitar a minha vida!