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Dúvidas com o Glicosímetro?

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Sabe quando a gente vai medir a glicemia e começar a dar uns benditos erros?

Ou quando a gente não sabe mais onde furar os dedos, em que lugar aplicar insulina?

A amiga Nicole compartilhou conosco,um link dosite  da Prefeitura de São Paulo, há um slide bacana explicando tudo isso, entre lá:

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/arquivos/programas/Orientacoes_para_Automonitoramento_Glicemico.pdf


Enlace Matrimonial: Kath, Diabetes e Anderson.

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Na alegria, na tristeza,na saúde, na doença, na hipo e na hiper, nas idas aos médicos... 

Enfim, aqui ele pegou o pacote combo: Case com a Kath e leve o (a) Diabetes no pacote. 

Em janeiro Sr. Anderson e suas duas esposas (Kath e Diabetes) farão 6 anos de união.

Bigamia? Acho que não...kkkk


Um mês depois desta foto, descobrimos o diabetes (os sintomas já existiam).

Diabéticos do meu Bairro

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Hoje foi dia de pegar os insumos no Posto de Saúde. Fitas, lancetas e seringas (que ainda uso quando tomo a Levemir).

Por curiosidade perguntei á moça que me entrega:

- Qual é o diabético mais novo que vocês atendem?

Ela me disse:

-Era você, agora temos uma de 21 anos.

Me lembrei de uma situação, há quase 6 anos atrás quando descobri o diabetes, chorava mensalmente ao ter que buscar aos insumos no Posto, tinha dia e horário específicos para pega,r e lá se reuniam todos os diabéticos da região. Eu cheguei a passar o dia lá aguardando minha senha ser chamada, eu era a mais nova, o restante eram só idosos. Sem entender ainda sobre o diabetes, eu me achava um E.T, a única "novinha" de lá com "doença de velho", e o pessoal de lá também me tratava assim, sempre me diziam:

-Tão novinha! Vai morrer logo e pelo menos eu tô "véia" e curti mais a vida e você...

Quando eu via um senhorzinho que todos os meses fazia questão de vir falar comigo me entristecia, ele só me dizia coisas ruins e sua principal característica era deixar cair a dentadura enquanto falava, por mais que eu o cortasse ele não tinha limites.

Com o tempo, os diabéticos passaram a receber em seus próprios Postos de Saúde (o mais próximo de casa) e a situação amenizou para mim, pelo menos neste sentido.

No meu bairro diabéticos tipo 1 ainda estão raros. Que continue assim! Caso apareçam, estarei aqui para ajudá-los.

Hipo na hora H...Não é legal!

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Ter um blog ás vezes é por a cara pra bater... E até falar demais. Talvez ás vezes eu me exponha muito, mais decidi que isso faria parte da minha vida desde que fiz o blog, queria que as pessoas se encontrassem com minhas postagens, vissem que algumas coisas são absolutamente comuns... Enfim...

Sexualidade, embora em um mundo contemporânea, ainda é tabu. Já publiquei algo sobre uma pesquisa feita por Carol Freitas: "Conversei com minhas amigas diabéticas sobre a relação diabetes x vida sexual e foi unânime: 100% concorda e sabe, por experiências vividas no dia-dia, que a diabetes afeta diretamente a nossa vida sexual. Portanto, além de ter um companheiro compreensível, é importante ressaltar que o controle do diabetes é imprescindível para as mulheres que querem manter a vida sexual ativa e saudável."

Li o conteúdo da pesquisa, e de verdade, me senti fora daquele contexto (como disse por enquanto) pois, eu pra falar a verdade não tenho o que falar do diabetes neste quesito, sem mentira nenhuma, o diabetes (pelo menos por enquanto) nunca me impediu de alcançar o orgasmo,  de ter lubrificação vaginal, desinteresse ou dor durante o coitoA única coisa que já fez com que eu fosse obrigada a "dar um tempo" na minha vida sexual foi a candidíase, com ela são 07 dias utilizando pomada vaginal (sem poder ter relações sexuais) e dois tomando compridos para combater o fungo que a provoca, ás vezes o parceiro também toma os comprimidos (quando o médico pede).  Com o DM descompensado sempre corremos este risco.

Uma coisa já faz parte, sempre me preveni para não ter hipo nem nas preliminares, então sempre meço antes de ir. Se tiver com hiper corrijo e vou, com hipo corrijo  e também e vou... O importante é não perder o momento...

Depois de diálogos com diabéticas, passei a ter um "medinho" da hipo nesta hora, por mais que tenha intimidade com o meu marido, nunca me imaginei tendo hipo  em uma das melhores horas da vida... Quero deixar claro que isso é uma coisa minha, bem particular.

 Até que finalmente este dia chegou. Medi 139mg/dl, beleza, fui, de repente comecei a me sentir estranha, logo senti que era hipo, respirei e pensei:


- Esta hipo não vai me vender nem a pau!

Fui levando, olha foi a primeira vez que eu consegui tapear com prazer uma hipo. Após o ato, vi que o ser humano aqui já não estava nada legal. Meu marido se levantou e foi para o banho e ficou me chamando, e nada de eu ir, ele voltou... Quando ele percebeu que eu não estava nada bem, meu deu os primeiros socorros, e enquanto isso brigava comigo. Eu o ouvia mais não conseguia responder,  primeira medição 30mg/dl. Ele surtou, só me dizia:


-Não tava 139 mg/dl???

Depois de todos os esforços foi para 85 mg. Gente como me senti ridicula, ri demais depois de mim mesma, da maneira em que eu estava, de como eu fiquei...

Conclusão: 109 mg/dl, foram perdidos durante o ato sexual.

Aplicações de insulina na gestação

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Gente quando vi isto, tive que compartilhar com vocês.



Se você possui diabetes tipo 1 ou tipo 2 e está grávida ou planejando engravidar, você poderá aprender o que poderá fazer para ter um bebê saudável. Você também pode aprender como cuidar de você mesmo e do seu diabetes antes, durante e depois da sua gravidez.

Comece a discutir sobre isso com sua equipe de saúde antes de engravidar e faça uma revisão nos seus exames de hemoglobina glicada (HbA1c),
coração, rins, nervos, olhos e pressão arterial. Marque uma consulta com sua nutricionista para revisar seu plano alimentar. Discuta com sua equipe de saúde como a gravidez afetará sua saúde a longo prazo.

Gravidez e maternidade são momentos de grande emoção, preocupação e mudança para qualquer mulher. Se você tem diabetes e está grávida, a gravidez é automaticamente considerada de alto risco, mas não significa que você terá problemas. Em vex disso, o alto risco significa que você precisa prestar atenção especial na sua saúde e fazer o seu acompanhamento com médicos especialistas com esta situação.Milhoes de bebês com saúde perfeita nascem de gravidez de alto risco, sem afetar o bebê ou a mãe. A chave para o sucesso é uma atenção e cuidado especial.

A gravidez com o diabetes traz risco para você e para seu bebê. Bebês nascidos de mães com diabetes possuem maiores chances de nascerem com deficiência ou de ter morte fetal. Eles também podem nascer muito grandes, complicando o parto. Você pode evitar a maioris destes problemas alcançando níveis normais de glicose no sangue (glicemia) antes e durante a sua gravidez.

Na verdade, o controle da glicemia é muito importante nas 12 primeiras semanas da gestação, pois esta é o momento em que todos os principais órgãos do bebê são formados. Para ser seguro, você deve planejar alcançar os níveis de HbA1c dentro de 1% do normal antes de começar a tentar engravidar, menor que 6,1%.

Manter sua glicemia no seu alvo antes de engravidar e até o bebê nascer irá ajudar a manter você e seu bebê saudáveies de forma segura. Também irá reduzir suas chances de ter um bebê prematuro ou maior que o normal (macrossomia). O controle da glicemia nas primeiras semanas de gravidez irá reduzir o risco de defeitos congênitos no bebê.

Hoje, mais mulheres com diabetes são capazes de ter bebês saudáveis. Com planejamento e trabalho duro você também pode ter!





Fonte:
http://www.facebook.com/photo.php?fbid=550709478278407&set=a.526436634039025.139995.526064717409550&type=1&theater

Mais estudos sobre diabetes

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Pesquisadores da Universidade Americana de Harvard demonstraram em seus estudos que uma vacina utilizada por 90 anos para combater a tuberculose pode ajudar a reverter o diabetes tipo 1 e eliminar a necessidade de utilizar aplicações de insulina.

Pessoas com diabetes tipo 1 precisam injetar insulina diariamente para controlar os seus níveis de glicose no sangue (glicemia) porque o seu corpo não c
onsegue produzir este hormônio, isso ocorre devido a um erro no sistema imune que destrói as células produtoras de insulina no pâncreas. A vacina BCG estimula a produção de uma proteína que mata as células que atacam a insulina, de acordo com os resultados publicados na revista científica PLOS One (http://www.plosone.org/home.action) no dia 08/08/2012.

Neste estudo, os pesquisadores administraram 2 doses da vacina BCG em três pacientes com o diagnóstico prévio de diabetes tipo 1. Os pacientes foram acompanhados por 20 semanas e dois deles tiveram um aumento na morte das células que lesam a insulina e uma elevação nos níveis de peptídeo C, o que sugere aumento na produção de insulina. Os pesquisadores estão planejando um estudo com um maior número de pessoas para produzir novos resultados entre três a cinco anos. De acordo com a Dra. Denise Faustman, que liderou o estudo e é diretora do laboratório de imunobiologia do hospital geral de Massachusetts afiliado de Harvard, eles estão tentendo realizar todo o caminho para tornar isso disponível no mercado.

A vacina, que é uma forma atenuada da bactéria da tuberculose, estimula a produção de TNF, uma proteína de sinalização celular que desempenha um papel importante na morte celular. Com mais TNF o corpo pode atacar as células imunes prejudicias e deixar o resto das defesas do corpo intactas. Esta vacina é aprovada pela agência regulatória americana para evitar tuberculose mas o seu uso geralmente não é recomendado nos Estados Unidos. A mesma vacina também é aprovada para combater o câncer de bexiga.

Segundo a Dra Faustman as pessoas com diabetes tipo 1 são informadas que as células produtoras de insulina no pâncreas morreram, mas com duas doses muito baixas da vacina o pâncreas pode começar a produzir pequenas quantidades de insulina. Faustman e seus colaboradores da Universidade de Harvard em Boston estão trabalhando no desenvolvimento da vacina como uma possível cura para o diabetes tipo 1.





Fonte: 
http://www.facebook.com/photo.php?fbid=556058577743497&set=a.526436634039025.139995.526064717409550&type=1&theater

Método mais fácil para se comprar Bomba de Insulina

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Achei bacana partilhar isso com os interessados em adquirir a Bomba de Insulina, eu ainda não pude comprá-la, tanto que estou com o processo correndo para poder conseguir a minha.

Mas... Algo inusitado aconteceu neste mercado, a Roche está vendendo suas bombas de forma parcelada e com algumas vantagens. Soube que é mais fácil conseguir os insumos pelo Estado quando já se tem a bomba (informações sem respaldo jurídico - Vulgo boca a boca). Para quem pode comprá-la, seria uma boa, e depois quem sabe tentar conseguir pelo Estado os insumos.




A saga da bomba de insulina

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Um ano e dois meses na saga do processo da bomba de insulina. Me irritei, e não corri mais atrás disso, embora eu saiba q sou a maior interessada neste assunto. Quinta fui na advogada pedir meus documentos de volta, ela me devolveu as cópias dos documentos pessoais e não meus exames, disse que estavam anexados ao processo. Não tinha mais o que perder e desci do salto, falei um monte á ela. E uma das coisas que lhe falei foi o fato de várias pessoas terem conseguido a bomba e serem informadas de seu processo, menos eu. Ela me disse:

- Consiga o número dos processos destas pessoas, que eu posso apresentá-los ao juiz como "prova" que a bomba pode melhorar a qualidade de vida das pessoas , tanto que outros juízes concederam a bomba á estas pessoas. Por que o ministério público foi ao seu favor, só que o Hospital quando questionado,disse que não há comprovação científica que este equipamento pode melhorar saúde da pessoa que o utiliza.

E aí colegas, o que acham disso? Será que o número destes processos me ajudariam mesmo? Ela disse que as pessoas que me fornecessem ñ seriam prejudicados, e que o qto antes eu fizesse isso seria melhor, teria uma resposta mais rápida.

Eu já não acho mais nada...

Gestação em Pacientes em Hemodiálise

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Quando estava grávida fiz amizade com uma DM1, que também estava gestante. Negligenciou a doença durante 15 anos e com certeza as consequências vieram, entre elas a hemodiálise. Disseram-lhe que mulheres que faziam diálise não engravidariam com facilidade, e adivinhem só...ELA ENGRAVIDOU. Fazia diálise 6x por semana, menos aos domingos por que a clínica era fechada.Ontem soube que o bebê nasceu de 32 semanas, está na incubadora não sei qual é o estado dele. Ela passou um mês internada antes de ganhá-lo. Agora peço á vocês que estão lendo este post que orem,rezem, mande energias positivas para os dois, para que o nascimento do bebê possa mudá-la, que ela volte a se cuidar e não mais negligenciar seu tratamento...Que o bebê possa sair bem da incubadora.

Aproveitei este acontecido para postar uma matéria que achei sobre a relação de Diálise Gestação.


Gravidez na Hemodiálise

Embora rara,a gravidez é possível em mulheres em tratamento dialítico.O diagnóstico de gravidez em uma paciente renal é dificultado pelo fato de habitualmente apresentarem valores elevados do hormônio beta-hCG.Apesar da melhoria no tratamento dialítico, ainda existe o elevado risco de hipertensão arterial, contribuindo para elevados números de partos prematuros.Estudos recentes apontam para uma idade gestacional média de apenas 30,5 semanas. Conversei com o Dr. César Centofanti, nefrologista formado pela UFG - Goiânia especialista em Hemodiálise.

LS - É frequente a gravidez em mulheres que estão em tratamento dialítico?

CC - A gravidez entre pacientes em tratamento dialítico não é freqüente. Ocorrem várias alterações hormonais, tanto com as mulheres como com os homens em estágio avançado da doença renal, que implicam em redução da fertilidade.Para a mulher isso se manifesta na irregularidade ou até mesmo na falta da menstruação.

LS - Quais são os riscos para paciente?

CC - Os riscos para a paciente são mais relacionados às doenças associadas que ela apresente como diabete, insuficiência cardíaca, e outras. A gravidez pode causar a descompensação destes quadros. Contudo, a condução adequada pelo médico assistente e a adesão da paciente ao tratamento podem fazer com que esta fase passe sem maiores tropeços, como qualquer gravidez.

LS - Quais são os riscos para a criança?

CC - Os maiores riscos no processo envolvem justamente o feto. Como os níveis de uréia elevados da mãe são intoleráveis para ele, a grande maioria dos casos resulta em aborto espontâneo.Geralmente a paciente nem mesmo toma consciência da gravidez.

LS - O que muda na sessão de hemodiálise durante a gravidez?

CC - Na tentativa de tornar o ambiente mais tolerável para o feto, vários esquemas foram tentados em todo o mundo. Atualmente, o que conta com maior aceitação, com aumento considerável de gestações bem sucedidas, é o de sessões diárias durante a gravidez. Ou seja, a paciente passa a receber 6 sessões semanais de hemodiálise, mantendo o horário habitual (4 horas de sessão).

LS - E para terminar, quais os cuidados que a paciente deve tomar durante este período?

CC - Alem da mudança do esquema de hemodiálise, o trabalho em conjunto do nefrologista, do obstetra e da nutricionista é de extrema importância no sucesso da gravidez. Assim, seguir com rigor as recomendações, que não são poucas, é indispensável. As consultas do pré-natal ocorrem em intervalo reduzido, para constante avaliação do desenvolvimento fetal. A quantidade e qualidade da alimentação são verificadas constantemente, lembrando que o que chega até o bebê é o que a mãe come.Contudo, nesta situação quaisquer excessos podem ser prejudiciais para ambos.

Athina Souza, aposentada e estudante do 6 ° período do curso de Direito, faz hemodiálise há dez anos e há dois engravidou. Athina disse que quando descobriu que estava grávida, de doze semanas, teve um misto de alegria e preocupação. Por ser totalmente contra o aborto, ela disse que nem se os médicos mandassem, ela faria. Estava feliz demais com a gravidez, mesmo não tendo sido planejada. Como ela tinha que dialisar todos os dias, acabava sacrificando demais o acesso, então os médicos liberaram para que ela fizesse apenas 5 dias na semana, com oxigênio durante 03 horas. Apesar de tanta felicidade, ela disse que não pôde curtir a gravidez como as outras mães, pois o cuidado é dobrado. ”Fui diversas vezes parar na emergência do hospital”, diz ela. O bebê nasceu com 06 meses de gestação com 633 gramas, uma menina. Mas infelizmente ela não sobreviveu. “Nem o fato de perder o rim, e voltar para hemodiálise me fez tão triste quanto à perda da minha filhinha.” disse. Apesar de ser uma gravidez de alto risco, Athina disse que faria tudo de novo, não para substituir sua filha, mas pela majestade de ser mãe.

Já Andréia Patrícia, 35 anos e em tratamento dialítico há sete, teve uma surpresa maravilhosa em 2005, quando descobriu que estava grávida de três meses. Andréia disse que durante a gravidez ficou muito sensível e que chorava por qualquer motivo. Assim como Athina, também decidiu levar a gravidez adiante, mesmo contra a vontade dos médicos que a acompanhavam.Teve que lutar contra o preconceito das pessoas que diziam a todo instante que era louca e incapaz de cuidar de uma criança, se referindo á doença renal. Andréia disse que teve uma gravidez tranquila e sem nenhuma intercorrência mais grave.Teve o bebê com seis meses de gestação, com parto normal e tiveram, mãe e filha, uma recuperação surpreendente.Depois de 21 dias já estavam em casa.

“Ana Luiza é um tabu quebrado, um preconceito vencido.É minha vitória espelhada em um ser vivo. Em cada pequeno gesto me prova que estou viva e sou importante para alguém. Que sou capaz, necessária e única. Depois de muito tempo de hemo, deixamos de acreditar em nós mesmos, achamos que ninguém precisa de uma pessoa doente e que somos um peso para nossa família. Mas hoje, depois dessa experiência me sinto mais forte para enfrentar o tratamento e tudo que ele acarreta. Pois sei que tenho pessoas que me esperam em casa, ansiosas para me ver bem.” disse Andréia.

Consulta Médica depois do CHECKLIST

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Quase seis anos de diagnóstico, e ontem um PARABÉNS seguido de um abraço e beijo da minha endocrino.

-Kath, 7,0% a glicada, meu Deus! Estou feliz por você! Não importa se deu uma aumentada (antes 6,3%), o importante é que esta é a primeira vez que te vemos desta forma. Agora dá pra te enxergar melhor. Sem efeitos de hipo e passados os 5 meses do aborto. A senhorita deu uma engordada, o foco agora é emagrecer, com calma, se reeducando. Não vou te cobrar nada, seu corpo e sua mente tiveram nos últimos meses estressados, agora vamos dar um passo de cada vez. O segundo grande passo, é conseguirmos a bomba de insulina, não tenho dúvida do quanto ela ajudaria no seu tratamento. Sei que você está estressada com toda esta história do seu processo... Por isso, neste quesito daremos também um passo de cada vez. Mais não abro mão, quero te ver com a bomba de insulina! Agora também insisto, este é o momento do baby se você se sentir preparada psicologicamente...

As dosagens de insulina foram mantidas,perguntei sobre quando deveria voltar... Ela riu e disse:

- Quando me tiver novas notícias...kkkkk

Passava mensalmente com ela, por isso perguntei quando deveria remarcar.

Pessoal, sem sombras de dúvidas, ter contato com outros diabéticos me ajudou muito, a troca de experiências tem sido fundamental em meu tratamento.

Da sala da Endocrino, fui para sala da minha nutricionista a Ray. Outra pessoa que esta ali, sempre do meu lado. Troca e-mails comigo e vive puxando minha orelha...

Fez algumas observações em meu tratamento, as postarei depois que ela montar minha dieta. De uma maneira geral, está tudo OK comigo.

ABAIXO ASSINADO PELOS DIREITOS DOS DIABÉTICOS

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 Pessoal, o blog eumeufilhoeodiabetes.blogspot.com.br, divulgou sobre o
ABAIXO ASSINADO PELOS DIREITOS DOS DIABÉTICOS. Assinem vocês também!

É SÓ clicar:  http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/8743.




Diabetes e Esquizofrenia (Que susto!)

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Depois do final da Avenida Brasil, o segundo assunto mais falado em Sampa é o caso do administrador de empresas q atirou em 3 pessoas, todos os telejornais só falam disso.
Estou eu aqui, passando os valores da glicemia para a bendita planilha, quando de repente meu marido fala:
- O cara na TV acaba de dizer que esquizofrenia é igual diabetes.
Eu:
-O que????????
Meu marido:
- Você não pode parar de se medicar...
Que susto, não consegui fazer nenhuma relação na hora.


Checklist da diabética

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Sexta tenho endocrino, fiz a glicada resultado 7,0%. A última tinha dado 6,3%. A gente sempre espera estar com ela baixa, mais subiu... Fazer o que??? Confesso o desapontamento por que tenho feito das tripas á coração para mantê-la sob controle.

Os carboidratos ficaram um bom tempo extintos em minha alimentação, só os comia quando saia, conclusão: Um mal humor danado, glicemias montanha russa e por aí vai. Decidi continuar com minha alimentação como estava e decepcionada por saber que meus esforçados não foram recompensados. Fazer o que? Faz parte...

Sexta tenho endocrino e nutricionista. Segunda-feira dentista, faço acompanhamento trimestral com este profissional, limpeza e verificação para detectar possíveis problemas. Os exames ginecológicos e de sangue foram todos feito. Os cardíacos farei no próximo mês. Anualmente faço o exame MAPA  (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial)  e Holter (eletrocardiograma comum, mas que dura 24 horas), vou no laboratório instalo cada dia um destes aparelhos e no outro dia devolvo-os juntamente com o diário de atividades entregue pela enfermeira. A endocrino me pede estes exames anualmente, por que ás vezes minha pressão se  eleva,não sempre, mais tenho estes picos, então ela prefere que eu faça estes exames.

Conferindo:


  • Nutricionista                                                      19/10/12
  • Endocrino                                                          19/10/12
  • Dentista                                                              22/10/12
  • Exames ginecológicos  e consulta                 Mês de Setembro
  • Exames de sangue                                          16/10/2012
  • Fundo de olho (oftalmologista)                        20/06/2012
  • Avaliação dos pés (podóloga/enfermeira)     20/06/2012

Será que esqueci de algum?





Inveja boa

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Minha postagem hoje no Facebook, nada animadora,mais é fato que ás vezes pensamos isso:

"Hoje amanheci com uma inveja danada. Inveja das crianças diabéticas (inveja boa, dizem q existe) que tem seus doces pais para lembrarem de tomarem insulina, da contagem de CHO, de levá-las ás consultas médicas e aos exames, de livrá-las da hipo e das hipers, de se interessarem pela doença que estas tem...
Ai meu Deus, que inveja!
Ás vezes é chato ser diabética adulta!
ps: Não tô podendo com sermões hj...kkkk"

Com diabetes, ator mirim de ‘Avenida' se destaca na reta final da novela

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Um dos grandes mistérios da última semana de Avenida Brasil será quem matou Max (Marcello Novaes), que morreu no capítulo da última quinta-feira, 11. João Fernandes, que interpreta o Picolé, um dos meninos do lixão, ganhou espaço na trama nesta reta final e diz que vai ajudar a unir as peças do quebra-cabeças. “Vou juntar uma pista aqui e outra ali e vou descobrir segredos do passado de Santiago (Juca de Oliveira) e de Max”, contou o ator, de 13 anos.
João Fernandes 'Picolé' posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)A presença cada vez maior de João em cena é resultado de muito estudo e dedicação. Desde pequeno ele quer ser ator, mas a mãe, Hilda, não deixava. João acabou se inscrevendo escondido em uma agência, e logo no primeiro teste, aos 9 anos, para “Caminho das Índias”, foi aprovado. Hilda teve que dar o braço a torcer: “Ele nasceu pra isso, tem loucura pelo que faz. É estudioso e dedicado, já fez cursos de televisão, teatro, dublagem, além de aulas de dança, capoeira e jiu-jitsu”, conta ela.Além da novela de Glória Perez, João participou de “Escrito nas Estrelas” e “Insensato Coração” até conseguir o papel de Nidinho, em “Cordel Encantado”, que lhe rendeu o Prêmio Contigo! de melhor ator mirim. Agora ele está escalado para a novela “O Pequeno Buda”, de Duca Rachid e Thelma Guedes, que tem estreia prevista para setembro de 2013.
João tem usado o esporte e o trabalho para controlar a diabetes que adquiriu aos 4 anos. Segundo Hilda, a doença é algo muito difícil de lidar, principalmente nesta fase da adolescência, quando há muitos questionamentos.
João Fernandes 'Picolé' posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)
“João não pode comer coisas que ama, como batata frita. Pizza, só uma fatia. Ele sabe que não dá para comer um chocolate inteiro. O segredo é uma alimentação equilibrada e muito esporte. O trabalho também ajuda no emocional”.
Quando tem bolinho de chuva da mãe Lucinda (Vera Holtz) nos bastidores da novela, João precisa se contentar com um ou dois, enquanto o resto dos atores come um bolinho atrás do outro. O ator recebeu o apoio de dois diabéticos famosos, que o ajudaram a ter mais disciplina. “O ex-jogador de futebol Washington disse para ele se cuidar. O José Loreto foi quem o aconselhou a lutar jiu-jitsu”, conta a mãe.
“Sonho fazer filme com Nicolas Cage e ganhar o Oscar”

O clima nos bastidores de “Avenida Brasil” está emocionante, segundo João. Gravando até tarde, o elenco tem assistindo aos capítulos no estúdio. “Todo mundo estava reunido e chorou com as cenas do Adauto (Juliano Cazarré)”, conta o menino.
João Fernandes 'Picolé' posa para o EGO (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)João acha Eliane Giardini 'a mais linda de todas'
(Foto: Marcos Serra Lima/EGO)
Juliano é um dos exemplos a ser seguidos por João, que sonha fazer um filme com Nicolas Cage e ganhar o Oscar. Para isso, sabe bem o que deve fazer quando está em cena. “Tento entrar no personagem, entro na realidade dele. Fico estudando as pessoas”, diz o menino, que tem na ponta da língua um ator que é seu ídolo máximo: Emiliano Queiroz. "Adoro pesquisar sobre atores mais velhos e novelas antigas”.
A idade não importa também quando o assunto é mulher bonita. João se considera ousado. “Dou ideia nas meninas, não ligo para a idade. Já ‘cheguei’ em uma de 25 anos”, conta ele, orgulhoso, citando mulheres bonitas de várias faixas etárias: “Roberta Piragibe, Alice Wegmann, Nanda Costa, Andréia Horta... Mas a mais linda de todas é a Eliane Giardini”. Abre o olho, Adauto!
Com cerca de 10cm a mais desde que começou a novela e a voz em fase de transformação, ele vai cortar o cabelo curtinho assim que se despedir de Picolé e avisa as gatinhas, em tom de brincadeira: “João Fernandes está livre, leve e solto no Rio de Janeiro!”.

Hipoglicemia assim você me mata

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Cuido dos adolescentes da minha igreja, preparo louvor, faço aconselhamento e dou ensinamento bíblico, gosto do que faço. Sempre que tem datas comemorativas lá estou eu preparando alguma coisa.

O Dia das Crianças estava chegando, "meus adolescentes" tristes, eles não gostam de ser chamados de crianças, mais se sentem desprezados quando fazemos algo para os menores. Afff!!! Haja psicologia pra isso!!! Enfim, fiz uma festa do pijama em casa só para as meninas ( os meninos não quiseram ir), fomos para uma pizzaria, e de lá todas  vieram para a minha casa. Meu marido foi dormir na casa da irmã dele, a casa era só nossa. Que delícia! Como é bom ser crianças...adolescente!Assistimos filme, conversamos, brincamos e eu não dormi...


Na Pizzaria

Meu quarto virou pensão.


Medir a glicemia, aplicar insulina, comer açúcar, dizer não para algumas coisas, já faz parte do meu cotidiano com eles. Só que na sexta eles puderam acompanhar de perto isso. Ás 7h00min., 55u da Levemir, medir glicemia, contar CHO para tomar café, medir dextro e por aí vai... Fizeram várias perguntas sobre isso, e eu esclareci todas...

A tarde preparamos uma festa para as crianças, tomei café e na correria para irmos á igreja não almocei... 

Ai que raiva!!! Se arrependimento matasse... Comecei a pular, dançar, cantar com as crianças, de repente a vista embaçou, me senti  tonta, o suor lavava minhas pernas, sabia que não estava bem, mais a igreja começou a encher as crianças piravam comigo... Disfarcei abri uma balas de iogurte e chupei, enquanto desembalava, tive a impressão que não estava tirando o alumínio da embalagem, mais achei que era só impressão, e continue dançando. Em segundos uma sensação ruim toma conta de mim, me engasguei, o alumínio me rasgando a garganta, uma ardência no nariz, e a criançada em cima de mim, pulavam , massacravam os meus pés e eu disfarçando, os demais adultos nem se deram conta do que estava 
ocorrendo, mais aos poucos a glicemia parecia que tinha dado trégua, então eu fui além dos meus limites... 

Continue pulando. De repente não consegui ficar mais de pé, eu estava de pé, mais não me sentia mais nessa posição, comecei a tremer, suar ainda mais e o bendito alumínio na garganta me matando, passei o comando para uma amiga e as crianças atrás de mim. Socorro!!!!!!

Corri mais do que o papaléguas... Sentei, uma colega vendo que eu não estava bem, pegou o glicosímetro e eu medi 39mg/dl. Corrigi e nada da bendita subir... Sentei, me alimentei corretamente e pronto, me sentia melhor, só não pronta pra outra, parecia que eu tinha apanhado. Vi o fim da festa sentada com um monte de crianças me pedindo pra contar histórias, contei duas, as fiz feliz, limpamos a igreja e, no meu lar tomada banho capotei.

No sábado quando me dei conta do que ocorreu, pensei que estivesse em um filme de terror, aqueles com crianças... Coitadas das crianças da igreja, não por elas, mais pela sensação que me fizeram sentir. kkkk






Diabetes mata?

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Hoje fui visitar uma amiga. Somos amigas de longa data, ela sabe todo o meu histórico com o diabetes, inclusive minha revolta quando falam que diabetes mata.

Conversa vai,conversa vem, ela me diz que fulana morreu de diabetes. Olhei para a cara dela, respirei fundo, só pelo meu olhar, ela riu e disse:

-Desculpaaaa!!! Falei errado, fulana não morreu de diabetes e sim de complicações decorrentes do mal controle glicêmico.

Achei tão bacana, ela compreendeu o que de fato é o diabetes, e apenas por um ato falho, cometeu esta gafe.

Estou conseguindo aos poucos explicar para as pessoas que o diabetes não mata, tem sido uma tarefa difícil, principalmente para os mais velhos, pois segundo eles, os avós,bisavós e tata morreram de diabetes.

Eis-me aqui para quebrar este paradigma!


BH tem primeiro mestrado de educação em diabetes

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Entrevista com a endocrinologista Janice Sepúlveda Reis, da Santa Casa de BH
Educar pessoas com diabetes é um assunto tratado com cada vez mais importância e seriedade. Prova disso é o reconhecimento do primeiro mestrado em educação em diabetes pela Capes - Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior, órgão do governo voltado para a expansão da pós-graduação. O curso está sendo realizado desde março deste ano na Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte, conta com 20 alunos graduados na área de saúde e representa uma das pontas de atuação da instituição. A Santa Casa de Belo Horizonte vem, desde 2005, destacando-se no atendimento a pacientes diabéticos, com uma estrutura diferenciada e dividida em diversos segmentos: diabetes tipo 1, diabetes tipo 2, pé diabético, diabetes gestacional e diabetes pós-transplante.
"As equipes de atendimento para cada grupo são diferentes", conta a endocrinologista Janice Sepúlveda Reis, responsável pela clínica de diabetes tipo 1 e pela coordenação do mestrado de educação em diabetes.
A clínica conta com cerca de 500 pacientes e uma equipe formada por endocrinologistas, psicólogos, enfermeiros, nutricionistas e educador físico. O atendimento é feito às quintas-feiras de manhã, período em que o paciente passa por consulta médica, consulta psicológica individual e em grupo, orientação de educação física e palestra educacional. Eles também dispõem de instrumental e medicamentos fornecidos pelo Estado e pela prefeitura: glicosímetro, tiras, insulina basal e insulina ultrarrápida.
"O acompanhamento é feito no intervalo de tempo e pelos especialistas necessários para cada caso", explica Janice. O objetivo é que o diabético receba a orientação em relação aos medicamentos, monitoração da glicemia, alimentação adequada e prática de exercícios físicos. Nesse último item, por exemplo, o educador físico faz a avaliação do paciente e elabora um programa de atividades individuais, seja para execução em academia, escola ou por conta própria.
A clínica da Santa Casa de BH também se ocupa em orientar os professores e a escola frequentada pelos pacientes crianças ou adolescentes. Eles recebem uma carta contendo as definições básicas sobre o diabetes tipo 1, sintomas de hipo e hiperglicemia, necessidade que o aluno tem de portar seus medicamentos e telefones para contato em caso de emergência. Quando necessário, o educador físico realiza palestra nas escolas para explicar temas relacionados a diabetes e atividade física.
Para os pacientes, pais, cuidadores e professores, a instituição criou o site www.espacodiabetes.com.br com informações e possibilidade de download de materiais educativos.

Glicemia: Uma constante Montanha Russa

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Se tem uma coisa em minha vida que é inconstante podem ter certeza,são minhas glicemias.

Quarta -feira elas ficaram nesta faixa: 49,69,78,82,119,145,296. Quinta-feira: 181,274,233,198,89,310.

O engraçado que na quarta foi o dia em que mais comi alimentos ricos em carboidratos, estava em uma mega correria ( não estava me exercitando fisicamente) e infelizmente não dei a devida atenção que dou a minha alimentação. Na quinta-feira, comi bonitinho, nos horários certos e alimentação saudável e pronto: Estava ela lá nas alturas.

Tenho sofrido com isso, com este efeito montanha russa, este sobe e desce. Conversei com mais de 50 diabéticos, e vi que isto é tão normal em nossas vidas como medir a glicemia. São fatos inexplicáveis. A gente faz a nossa parte, monitora,conta carboidratos, come nos horários, toma a insulina basal,corrige com ultra rápida e por ai vai, só que tem coisas que não se explicam...

Ah! Sempre sou questionada sobre o que comi, se não tinha gordura (por que alimentos que possuem um nível considerável de gordura alteram a glicemia). Não, não comi alimentos assim. Se é uma coisa que aprendemos com esta caminhada de contagem de CHO, e perceber este tipo de alimento e ter noção do que eles nos farão.



Hipoglicemia e Sabiá Laranjeira

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Cresci escutando sons de passarinhos (coisas do meu pai), quando pequena identificava um por um, se era Bom Dia Seo Chico, Trinca Ferro e por aí vai...

Cachorros então, nem se fala, cheguei a ter cinquenta em casa, tínhamos um quintal enorme e arborizado. Raças de cachorro consigo identificar também.

Hoje, ás 3h20 da manhã, acordo suada, mole...Tô com hipo!

Acordo meu marido que levanta, mede, e o dextro tá 42mg/dl, ele vai até a cozinha pegar açúcar. Eu estava deitada na cama aguardando-o, quando de repente ouço o canto de uma sabiá laranjeira,lindo,lindo,lindo.

Eu balbuciei:

-  É uma sabiá!

Meu marido falou qualquer coisa que não me recordo. A hipo passa, e vejo que não estava delirando era uma sabiá mesmo. Abro minha janela para tentar ver de onde vem o som, não encontro, o som permanece, durmo escutando aquele canto. Pela madrugada fui presenteada com este som lindo da natureza, pena que as circunstâncias que me fizeram acordar para ouvi-lo não foram tão bacanas. Mais amei!

Na hora do café da manhã meu marido pergunta:

-De que sabiá você estava falando?

Expliquei. Ele continua a conversa dizendo:

-Na hora que ouvi o que você disse, pensei: Ela não nega o pai que tem, até com hipo quer identificar som de um passarinho...

Jogar videogame a noite toda pode aumentar risco de diabetes

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Adolescentes que passam a noite toda jogando videogame podem estar aumentando suas chances de desenvolver diabetes, segundo especialistas. Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Pittsburgh, divulgada pelo jornal Daily Mail, sugere que dormir mais pode ajudar adolescentes a diminuir o nível de resistência à insulina e reduz as chances de desenvolver uma condição potencialmente letal.
“Altos níveis de resistência à insulina podem levar ao desenvolvimento de diabetes. Descobrimos que se adolescentes que normalmente têm seis horas de sono por noite dormissem uma hora a mais poderiam diminuir a resistência à insulina em 9%”, explicou Karen Mattews, líder do estudo.
A pesquisa divulgada na revista Sleep de outubro, monitorou os padrões de sono e os níveis de resistência à insulina de 245 adolescentes saudáveis. Os resultados mostraram que maior resistência à insulina está associada com menos tempo de sono, independentemente de outros fatores, como raça, gênero, idade, circunferência da cintura e índice de massa corporal.
O estudo afirma ser o primeiro a mostrar uma relação entre o sono mais curto e resistência à insulina independente da obesidade. A pesquisa foi publicada menos de uma semana após outro estudo da Universidade de Copenhague mostrar que a diabetes pode ser causada por bactérias no intestino. De acordo com esta pesquisa a detecção desse alto nível de bactérias poderia levar a um diagnóstico mais rápido.
O número de pacientes com diabetes tipo 2, aquela que se desenvolve durante a vida adulta e está ligada à obesidade, vem crescendo rapidamente. Segundo o estudo realizado na Dinamarca, esse tipo de paciente apresenta um ambiente bacteriano hostil em seu intestino, o que pode aumentar a resistência a diferentes medicamentos.

Diabetes pode afetar cães e gatos

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O diabetes está cada vez mais presente entre os animais de estimação. A doença é uma consequência do alto nível de glicose no sangue. O organismo do animal não consegue transformar todo esse açúcar em energia e, nesse momento, aparecem os sintomas que, às vezes, passam despercebidos pelo proprietário. De acordo com Carolina Zaghi Cavalcante, médica veterinária do Hospital Veterinário Batel (HVB), o mais comum é a perda de peso associada ao aumento do apetite.

“Muitas pessoas imaginam que o diabetes está somente relacionado ao aumento de peso do pet, mas estão enganados. Apesar de o animal comer bem, essa disfunção do organismo de não produzir energia faz com que ele emagreça e fique cada vez mais sedentário. Além disso, a pelagem também dá sinais de que está sem substratos para se manter saudável e o pelo fica opaco, ralo e quebradiço”, explica a veterinária.

Outro sintoma bastante comum é o aumento na ingestão de água e, consequentemente, na quantidade de vezes que o animal urina. “Quando a glicemia ultrapassa o limite, a glicose é eliminada na urina, mas isso traz outra consequência: a perda de líquido e de eletrólitos. Para não desidratar o organismo o animal tenta compensar, fazendo com que aumente a ingestão de água”, esclarece Carolina. 

Segundo a veterinária, um dos motivos para o aumento nos casos de diabetes entre cães e gatos é a mudança na rotina da vida moderna que, assim como nos humanos, também afeta os animais. “O sedentarismo é um dos principais fatores para o aparecimento da doença. Mas também tem a questão de que a doença afeta mais os pets idosos e hoje em dia os animais vivem mais do que no passado”, afirma.

A médica também explica que algumas raças de cachorros têm predisposição à doença como o Poodle, Dachshund, Schnauzer, Beagle, Golden Retriever, Labrador, Spitz e Samoieda. “Isso não significa que outras raças não tenham a doença, vai depender muito do modo de vida do animal. Porém, os cães mais velhos e as fêmeas com problemas hormonais também são mais suscetíveis a terem o problema”, relata.

Para o tratamento, Carolina recomenda que os donos, ao perceberem os sintomas, encaminhem o animal ao veterinário. “A administração de insulina, associada à dieta e exercícios é base inicial do tratamento. Nesses casos, geralmente é necessário excluir determinados alimentos na refeição do pet como petiscos e mudar o tipo de ração que ele consome, além de receber insulina duas vezes ao dia e de realizar exercícios diários”, finaliza.

Perfil do HVB
O Hospital Veterinário Batel possui 500 m² de área construída, sendo uma das mais modernas estruturas aptas a atender animais de como companhia como cães e gatos. Idealizado e administrado pelo médico-veterinário Eros Luiz de Sousa, tem pronto-socorro 24 horas. Atende as seguintes especialidades: Acupuntura, Anestesiologia e controle de dor, Cardiologia, Cirurgia Geral, Dermatologia, Endocrinologia, Fisioterapia e Fitness, Homeopatia, Medicina Felina, Nutrição, Odontologia, Oftalmologia, Oncologia, Ortopedia e Traumatologia, Patologia Clínica e Videocirurgia. Mais informações no sitewww.hvbatel.com.br e pelo telefone: (41) 3039-6644.

Fonte:http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=34380&op=notas

Peripécias com seringas e agulhas

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Há dois anos atrás meu pai ficou internado eu usava só seringas e não caneta. Para as insulinas rápida e basal, eu usava a seringa. Visitei meu pai e durante a vista tomei a Humalog para corrigir uma hiperglicemia, me esqueci e coloquei a seringa no bolso. Depois de vê-lo, fui utilizar o banheiro subi a saia, após o uso quando fui descer a saia imaginem, a seringa destampou e a agulha furou o meu bumbum, machucou e sangrou muito. Nossa como ficou dolorido! E como sangrou...

Vinte e quatro meses se passaram, agora uso a caneta, ontem fui corrigir a glicemia, tinha acabado de colocar as luvas, por que eu trabalho usando este EPI. Apliquei a insulina, e não sei como me descuidei, quando vi a agulha já estava na lateral do meu indicador, furou,sangrou e doeu muito e no local ficou roxinho.

Atenção para não comenterem o mesmo erro que eu.





Você sabia: Pacientes com Diabetes são mais Sensíveis ao Calor?

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A reportagem do jornal americano, “The New York Times”, apresenta uma curiosidade sobre mais um efeito da Diabetes nos seus portadores.
O verão é uma estação quente e úmida, podendo ser desconfortável para qualquer um, mas, para as pessoas que tem Diabetes, o calor e a umidade podem ser especialmente prejudiciais.
O artigo relata que uma das complicações dos Diabetes Mellitus Tipo 1 e 2, é a incapacidade de se adaptar ao aumento de temperatura, o que pode causar aumentos perigosos na temperatura corporal desses indivíduos durante o verão, a medida pode ultrapassar os 36,5°c.
Infelizmente, existe um sério problema por trás disso são os danos aos nervos causados pela Diabetes. Os danos ocorrem em cerca de 60 a 70% dos americanos portadores da doença e podem afetar qualquer órgão do corpo, incluindo as glândulas sudoríparas. Essas glândulas são as responsáveis pela produção do suor, função importante para regular a temperatura corporal e eliminar toxinas. Quando o problema impede que essas glândulas funcionem normalmente, o corpo não consegue se resfriar quando a temperatura interna aumenta.
Os cientistas, em um pequeno estudo, demonstraram esse efeito ao comparar pacientes diabéticos com um grupo de participantes não diabéticos à medida que eles eram expostos ao aumento de temperatura.
Como ocorreu: Os participantes foram ligados a dispositivos que mediam a temperatura da pele, do corpo e o índice de suor. Quando as temperaturas subiram, o índice de transpiração dos participantes aumentou proporcionalmente; as temperaturas corporais continuaram constantes. Já no grupo dos diabéticos, independente de um aumento alarmante na temperatura corporal, o suor pareceu se paralisar. Então cientistas relataram: “A incapacidade generalizada dos pacientes com diabetes de suar pelo corpo teve um efeito profundo sobre a temperatura corporal.”.
Outra pesquisa realizada no Arizona, mostra que pacientes com diabetes apresentam índices mais altos de eventos adversos, como hospitalizações, desidratação e morte, no calor. Mesmo assim, em uma recente pesquisa realizada pela clínica, descobriu que muitos pacientes desconheciam o risco maior de hipertermia e a necessidade de tomar precauções especiais durante essa época do ano.
Após realizações dos estudos, chegaram a seguinte conclusão: “Pessoas com diabetes são especialmente vulneráveis em tempo quente.”.

Glicemia em tempo real no painel do carro

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Com a ajuda do nosso amigo Alex, conseguimos a fonte sobre o painel de carro que mede a glicemia em tempo real. Acompanhem:



As pessoas com diabetes e seus cuidadores sabe que o monitoramento cuidadoso e constante de seus níveis de açúcar no sangue é fundamental para controlar a doença. Mas, mesmo enquanto estiver dirigindo?
Em um casamento incomum de tecnologia médica, eletrônica de consumo e de engenharia automotiva, Fridley baseada Medtronic Inc. ea Ford Motor Co. anunciou nesta quarta-feira um protótipo que usa da montadora no carro sistema de comunicações para ajudar os motoristas a acompanhar sua atividade de glicose no sangue, enquanto em ir.
"É uma abordagem de alta tecnologia real para o velho ditado," Eu caí e eu não posso levantar-se! '", Disse Phil Nalbone, analista da Wedbush Securities. "Isso faz bom uso da tecnologia de comunicação amplamente disponíveis para proteger os pacientes e melhorar a qualidade do atendimento."
Usando a conectividade Bluetooth, as ligações do sistema populares da montadora no carro sistema de infotainment, chamado Sync, para um monitor de glicose Medtronic contínua. Se os níveis de glicose do motorista são muito baixos, soa um alerta ou um sinal aparece na tela do painel.






Dia Mundial do Diabetes 2012: Proteger o Nosso Futuro

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A equipe da ADJ Diabetes Brasil já tem ações previstas para a celebração do Dia Mundial do Diabetes em 2012.
- Iluminação na cor azul dos seguintes montumentos, edificações e espaços:
  • Ponte Estaiada
  • Monumento às Bandeiras
  • Obelisco do Ibirapuera
  • Arcos do Viaduto do Chá
  • Lago do Ibirapuera
  • Sede da ADJ
- Campanha de Prevenção e Detecção do Diabetes - Unicastelo - 16 de outubro

- Campanha de Prevenção e Detecção do Diabetes - Faculdade Santa Marcelina - 17 de outubro
- Campanha de Prevenção e Detecção do Diabetes - Shopping West Plaza - 8 a 12 de novembro
- Campanha de Prevenção e Detecção do Diabetes - Metrô Brás - 14 de novembro
- Campanha de Prevenção e Detecção do Diabetes - Shopping Boulevard Tatuapé
TEMA - O tema definido pela Federação Internacional de Diabetes – IDF para este ano é Diabetes: Proteger o Nosso Futuro.

Segundo a Cúpula de Doenças Não-Transmissíveis (DNTs) da ONU de 2011, há uma necessidade urgente em continuar e fortalecer o impulso gerado pelo evento e ampliar o conhecimento dos fatores responsáveis pela epidemia de diabetes e DNTs no mundo e as soluções que são necessárias para combatê-las, atraindo indivíduos envolvidos com a causa e o público em geral.

A campanha do Dia Mundial do Diabetes 2012 irá conectar a necessidade urgente de agir para proteger a saúde das gerações futuras.

Três mensagens serão trabalhadas na campanha de 2012:

- Acesso à educação essencial para todos

  O público em geral  deve estar ciente da necessidade de diagnosticar o diabetes cedo, como preveni-lo e as consequências sérias à saúde que a doença pode trazer.
  Todas as pessoas com diabetes e aqueles com risco de desenvolvê-la, não importa onde vivam, têm o direito de aprender sobre diabetes, como  prevenir a doença, como tratá-la e como ter acesso aos recursos educacionais e clínicos.
  Educação em diabetes é necessária para os profissionais de saúde e pessoas com  diabetes.

- A forma como vivemos está colocando nossa saúde em risco

  Intervenções no estilo de vida e políticas de responsabilidade social podem promover uma vida saudável e prevenir o diabetes tipo 2.

- Pessoas com diabetes enfrentam estigma e discriminação

  Aumentar a conscientização do diabetes, reduzir estigma, mitos e equívocos são elementos importantes nos cuidados e prevenção do diabetes.
Para a realização das comemorações de 2012 a ADJ conta com:
Patrocinadores:

Bristol
Bayer - Roche
Abbott - Medlevensohn - Novo Nordisk

Apoiadores:
Prefeitura de São Paulo



Fonte: http://www.adj.org.br/site/noticias_read.asp?id=1386&tipo=4