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Primeira Ultrassom

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Marquei para hoje (27/04/2012) ás 07h45min. minha Ultrassom Obstétrica Inicial (como é chamada).

Acordei ás 03h35, com hipoglicemia. Saco! 55mg/dl. Corrigi e deitei . O relógio despertou ás 05h15, para eu levantar, medi estava com 160mg/dl. Apliquei a Levemir, tomei café da manhã (pão integral com requeijão e um copo de leite desnatado), corrigi a glicemia com a Humalog, tomei meu banho, me troquei e chamei meu marido.

Sim, tive que chamá-lo depois que já estava trocada, pois ele toma banho e se veste super rápido e fica irritado de me esperar kkkk.

Ás 06h05 pegamos o ônibus, sorte a nossa que fomos sentados, pois pegamos um trânsito tão anormal, que não sei como conseguimos chegar.

Chegamos 07h28 no Laboratório, meu coração começou a pulsar mais forte, me deu um estado de bobeira que nem eu sei explicar, ria até para a lâmpada, e o Anderson dizia:

-Oxê menina! Tá doida?

Ficamos olhando os dois primeiros casais que entraram, e comentávamos da cara de bobos que estes saiam da sala. O Anderson dizia:

-Será que a gente vai sair daí assim? kkkkkkk

Pronto, chegou a minha vez. Como sempre nunca me chamam de Keith, tudo bem, se minha mãe me fez o favor, aliás meu pai de escrever Keith, Kath... Tudo bem, se me chamam de Kati Paloma.

Voltando ao assunto, a enfermeira me chamou:

-Sra. Kati Paloma.

Entrei na sala, levantei a blusa, desci um pouco a saia e deitei na cama. Como sempre, perguntaram-me a data da última mesntruação e disseram-me sobre o procedimento. Hoje estava tão frio, que aquele gelzinho na barriga me arrepiou. A médica iniciou o procedimento, e ia dialogando com a enfermeira. Logo começou a mostrar para o Anderson onde estava nosso bebê, e pudemos ouvir o coraçãozinho dele 126 b.p.m.. Eu estava agoniada por que não conseguia ver nada, de repente ela virou o monitor e me mostrou meu nenê. As lágrimas escorreram. Pensei: Meu Deus! "Num" é que eu tô grávida mesmo! É meu este bebê! Eu sou responsável pela vida dele... Foram tantas coisas que passaram na minha cabeça, e eu chorava... Aquele tumtum do coração parecia uma sinfonia para mim. Só pude glorificar á Deus pelo milagre da vida. Ao sair da sala, entendi por que todos os pais saiam com cara de bobos.



Mal dá para vê-lo, ele está próximo as linhas azuis.

Esperamos cinco minutos na recepção até pegarmos o exame, as lágrimas ainda caiam. O Anderson não chorou, mais ficou com uma cara de palhaço que eu não sabia se ria ou se chorava vendo-o.



Do laboratório ao ponto de ônibus, ficamos calados, conversamos... E enquanto esperávamos o transporte, o Anderson me disse muitas coisas que passavam por sua cabeça, tipo confissões de um marido agora pai (ele é difícil de se expor). De repente numa lojinha de CD ao lado, começa a tocar uma música, foi uma trilha musical para a situação. Não aguentei, tive que rir. Num ponto de ônibus meu marido começa a se "abrir" e um fundo musical do final da década de 80 tocando, só rindo mesmo.

Enfim, chegamos em casa, mostramos o baby para a família, mandei trocentas mensagens para as amigas, comi e cochilei. A glicemia antes do almoço 94 mg/dl , almocei e resolvi vir aqui partilhar minha alegria com vocês.

Estou vendo que todo os enjoos e sacrifícios estão valendo a pena.

Mudança de Obstetra

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Infelizmente terei que mudar de Ginecologista/ Obstetra. A endocrino pediu para que eu procurasse um obstetra para gravidez de alto risco, disse-me para eu não assustar com o termo usado, seria melhor eu ser assistida por uma equipe especializada.

Não me aterrorizei com o tema, sei que minha gestação exige um pouco mais de cuidados e não me ofendo com isso, se tem que cuidar, "bora" cuidar. Nada de se sentir coitada e penalizada!

A praxe do meu convênio é ter que passar com um ginecologista do convênio para que este autorize e me dê uma guia de autorização, para que eu possa marcar a consulta no Ambulatório Obstetricia de Alto Risco - Nível 3 (como eles classificam). Passei ontem (25/04/2012) com uma médica que me deu o encaminhamento médico.

Nele vem os meus dados pessoais logo acima e embaixo:

Hipótese Diagnóstica: Supervisão de Gravidez de Alto Risco.

Motivo do Encaminhamento: Gestante com 07 semanas e Portadora de Diabetes Tipo 1.
Exames em anexo.

Hoje (26/04/2012), já marquei a consulta com a Dra. Juliana (obstetra) que me acompanhará a partir de agora. A primeira consulta será no dia  14/05/2012. Depois posto para dizer como foi, e o que achei da profissional.

A ultrassom morfológica já foi agendada para o dia 04/06/2012.

Amanhã farei a Ultrassom Obstétrica Inicial (será primeira), daí terei novidades.

Bjus e até mais

Obs: Os enjoos persistem.

Primeira Consulta á nutricionista e á endocrino

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Como eu já disse no post anterior: Estou mega, ultra, bombasticamente enjoada.

Os dias parecem que não passam para mim, uns dizem que será até o 4º mês, outros falam que poderá durar 9 meses. Eu oro pra que acabe o quanto antes.

Minhas madrugadas estão sendo quase que em claro, por que neste horário tenho sentido mais enjoos e uma espécie de azia, além das hipos que ando tendo. Tenho sentido "nojo" de comida, principalmente no almoço e jantar. Para comer tenho tomado religiosamente Dramin B6, antes do café, almoço e jantar, por que caso ao contrário não consigo comer. Emagreci 1,5 kg. Depois disso tudo estou com constupação intestinal.

Depois desta saga toda, chegou o dia de ir á endocrino e nutricionista, por que até então estávamos nos falando apenas por telefone.

Contei para as duas profissionais como tem sido os meus últimos dias. Compartilho com vocês as alterações que as mesmas fizeram e as dicas que me passaram.

NUTRICIONISTA


Metas: A chave do sucesso é a automonitorização que deve ser feita antes e depois de cada refeição, antes de dormir e ocasionalmente entre as 2 e 4 da manhã ( tenho feito por conta das hipos).

  • 150 minutos semanais de caminhada. Nunca em jejum!
  • Mantenha o corpo hidratado, bebendo pelo menos 2L de líquidos por dia ( 1 a 1,5L  de água).
  • Ganho de peso: 1º Trimestre no máximo 1,6 kg;
  • Adoçante preferir o sucralose (Línea).
Melhorar o consumo de cálcio

Dicas:
- Leite Desnatado (200 ml): Batavo, Frimesa, Molico Cálcio Plus, Total Cálcio ou Actifibras (por terem um maior índice de cálcio;
- Iogurte Light (200 ml): Molico Total Cálcio, Fazenda Bela Vista e Densia;
-Queijo Minas Frescal Magro (porção de 30g - 1 fatia de 1cm) : Danúbio Light, Danúbio zero e Fazenda Bela Vista.


Para função intestinal: HIDRATAÇÃO!
Constipação Intestinal - Ocorre em 40% das grávidas - Prevalência: 1º Trimestre 26%; 2º Trimestre 16% ; 3º Trimestre  e três primeiros meses após o parto 24%. As causas podem ser: Alterações mecânicas (útero volumoso) e hormonais ( relaxamento muscular intestinal).

  • Beber de 1 a 1,5L de água por dia;
  • Misturar em frutas, laticínios magros ou na preparação que goste: 1 colher de sopa de semente de linhaça (triturar em casa por vez e, se sobrar, conservar em geladeira, dentro de um recipiente opaco) e/ou aveia em flocos. Se prefirir: aveia+ linhaça.
  • Optar pelos cereais integrais, frutas e um bom prato de salado no almoço.
  • No jantar consumir 01 frasco de leite fermentado ou Activia light.

Náusea e vômitos
Ação de hormônios gestacionais (aumento dos níveis)
  • Realizar refeições pequenas e frequentes.
  • Alimentos com baixo teor de gordura e açúcar, mais secos e frios . Preferir torradas aos pães moles, saladas cruas. Evitar líquidos durante as refeições e o volume alimentar excessivo/refeição.

Dica: 15g por dia de gengibre cru ou 40g dele cozido. O ideal é mastigá-lo cru em pequenas quantidades.
Efeito antiemético e antinauseante em gestantes.

Pirose ( sintoma de azia ou queimação)
Comum em metade das gestantes principalmente por volta do 2º trimestre, intensificando no 3º trimestre (útero maior).

Evitar: condimentos, molhos picantes,enlatados, alimentos gordurosos, doces,cremes,chocolates, frutas ou sucos cítricos, café, chá e alcool. Estresse e ansiedade=  agravantes.
Fracionamento das refeições (dividí-la em pequenos porções e comê-la a cada 2 hrs aproximadamente). Mastigar bem os alimentos e não deitar assim que comer.

Correção da Hipoglicemia
Entre 50 mg e 70mg/dl - Corrigir com 15g de carboidratos, ou seja, 1 colher de mel ou 1 colher de açúcar.

Abaixo de 50mg/dl - Corrigir com 30g de carboidratos.

Espera 10 minutos e medir a glicemia novamente. Ainda em hipo repetir a operação novamente.

Após a correção se estiver longe da próxima refeição consumir os alimentos abaixo:
-1 barra de ceral;
3 bolachas de água e sal;
1/2 pão francês.

Minha meta de carboidrato por refeição está sendo elaborada pela nutricionista, semana que vem saberei daí eu posto.

ENDOCRINOLOGISTA

Ao me receber na porta ela brincou:
- Brigo com você ou te parabenizo?
Respondi:
-Parabeniza, vai!
Ela me abraçou e assim a consulta iniciou.
Obs: Ela brincou assim comigo, por que o certo seria eu estar mais "preparada"  para engravidar (dentro dos conformes), e ter planejado isso junto com ela.

Todos os meus exames estavam ótimos. A Hemoglobina Glicada ainda está altinha mais no meu histórico nunca esteve tão baixa: : 7,8 % Hb Total

Fiz trocentos exames típicos de mulher grávida. Não vou enumerá-los por que deram 10 páginas.

Preencheu meu relatório do Posto de Saúde solicitando mais fitas reagentes.

Antes do almoço as glicemias apresentaram-se mais altas, e nas madrugas mais baixas,fizemos algumas alterações.

Levemir 40u antes do café e 15u ás 22h.
Humalog 1u para cada 12g de CHO antes do café e 1u para cada 15g antes do almoço e jantar. Fazer correção a partir de 120mg/dl - 1u para cada 40 mg/dl.

Diminuiu demais as doses de insulina!!!
Levemir antes: 60u antes do café e 35u ás 22h.
Humalog antes: 1u para cada 5g de CHO antes do café ,almoço e jantar. Fazer correção a partir de 120mg/dl - 1u para cada 30 mg/dl.

Talvez agora o meu blog ganhe uma cara mais maternal. É proposital! Quero  dividir com vocês este momento e poder dar dicas, gerar discussões para enriquecer o tema: Gravidez em Diabéticas Tipo 1.

Abraços e Até a Próxima!

Diálogos da criançada daqui de casa após a descoberta da gestação

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Sarah minha irmãzinha de 5 anos.
- Kath, tava pensando. Acho melhor o seu bebê não me chamar de tia. Não pega bem. Quando ele começar a me chamar de tia estará grandinho, daí uma criança chamando outra de tia. É estranho.
5 dias depois...
- Kath, tava pensando é melhor que ele me chame de tia, problema de quem achar estranho, é meu sobrinho mesmo.

Vitoria, minha filha. Estamos conversando com ela acerca do bebê afinal há 8 anos é só ela.
Eu disse á ela:
- Vi, e se o bebê chorar?
- Toca a “falda” ué!

Os Enjôos começaram...

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Os enjôos começaram principalmente no ônibus.
Estava tão feliz achando que não os teria...
Comecei então a tomar dramim, conforme o médico receitou.
As glicemias estão até bem controladas apenas ontem (19/04/2012) que tive dois picos de 300mg/dl, de resto de 90mg/dl á 155mg/dl.
Minha glicada caiu de 9,4% para 7,8%.
Glória á Deus por isso! Estou muito feliz!
Sinto-me mais segura, este bebê me trouxe maturidade e autoconfiança, já estava me sentindo uma imbecil com o diabetes, cuidava, cuidava e nada, e ainda tinha que olhar a cara dos outros achando que eu mentia quanto aos cuidados que tinha com a doença.
Minha família se aproximou, temos nos falado mais. Todos querem como o bebê está, e depois perguntam de mim. Tudo bem até eu queria saber como de fato ele está, por que pode parecer “doidice” minha mais ainda parece que estou sonhando.
Dia 27/04/2012 será minha primeira ultrassom, não vejo a hora de vê-lo, mesmo que ainda não consiga identificar nada (kkk).
 Eu particularmente queria uma menina, a Laura. Mais se vier um menino também amarei a torcida para todos os lados é pra um menino. Só eu e meu marido queremos uma menina. Pra menino não definimos o nome. Ontem foi a primeira vez que o Anderson conversou com o bebê, é engraçada esta situação, por que por enquanto só enxergo as banhas (kkk) e não consigo pensar que tem um bebê dentro de mim.
Senti vontade de comer bolo de fubá, daqueles bem sequinhos que esfarela. Não posso dizer que foi um desejo de grávida, por que de vez em quando sentia estas vontades.
Talvez o meu desejo agora seja de comer um churrasquinho de gato, kkk. Perto do Metrô Jabaquara vi um tiozinho vendendo q boca encheu de água mais não pude me render, o cheiro era bom mais a situação caótica. Um monte de senhores ao redor tomando 51 e babando em cima da farinha (kkk).
Comecei a falar com o bebê, é tão gostoso! Agora entendo amor de mãe, já amo esta coisinha como se ele já estivesse em meus braços.
O bebê já ganhou alguns mimos. No dia em que disse para o Anderson da gravidez comprei um par de luvas amarelas (13/04/2012), meu pai deu um enfeite, um sapatinho de vidro (14/04/2012) e minha irmãzinha deu uma chupeta.
Agora mais do que nunca faço caminhadas, pois exercício físico é um forte aliado.
Ele está deste tamanhinho agora:

Li na internet que:
Ao fim do 1º mês, o seu bebê mede 4-5 mm, pesa menos de 1g e tem o nome de embrião.
A cabeça já se destaca do tronco e podem-se distinguir o esboço dos olhos, das orelhas e da boca, assim como do estômago, do fígado, do pâncreas, dos pulmões, do intestino e do sistema urinário.
Um coração rudimentar começa a bater por volta do 25º dia, fazendo circular o sangue no embrião através de um sistema provisório e autônomo.



Ai meu Deus! Meu bebê tem sangue nas veias!
Tenho falado com minha endócrino a cada dois dias, dia 24/04/2012 passarei com a nutricionista e retorno com o ginecologista.
Me surgiu uma dúvida e fui pesquisar.
Por que não é bom termos hipos com grande freqüência na gestação?
Caso não corrigida rapidamente, a glicemia pode ficar cada vez mais baixa. Hipoglicemias severas podem levar a danos neurológicos.
Deve-se tomar cuidado com hipoglicemias durante a gestação. Quando elas acontecem, há aumento nos hormônios contra-reguladores (que aumentam a glicose), além da ingestão de alimentos ricos em açúcar. Isto pode causar hiperglicemia, que pode trazer conseqüências para o feto e a mãe. Defeitos neurológicos podem ocorrer em fetos de mães que apresentam hipoglicemias severas muito freqüentes.
É importante tomar cuidado com pessoas com diabetes e insuficiência renal. Neles, a insulina passa mais tempo na circulação, antes de ser eliminada pelo rim. Isto aumenta o risco de hipoglicemia.
Tenho dialogado com outras mães DM1, tem me feito um bem...
Enfim...
O médico (ginecologista) me receitou os seguintes remédios:
DAMATER - Vitaminas (ácidos fólico e afins)
Buscopam Duo (todas as dores que eu sentir abaixo do pescoço)
Dramin B6 (1 cp antes das refeições para os enjôos)
Tylenol (para dores acima do pescoço)


Descobri:Tô Grávida

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Falei que só postaria isso semana que vem...mais não aguentei...



Cinco anos de casada com o Anderson e com a Tia Bete (diabetes).

Quando casamos tínhamos Vitória. Esta foi uma benção que recebemos ainda quando namorávamos. Sua mãe a abandonou quando tinha 7 meses por ser uma criança especial. Desde  então eu e minha tia dividimos a maternidade da Vi. Foram anos de muita correria em hospitais, hoje só colhemos as bênçãos de Deus sobre a vida dela, mal pega gripe.
Fala, anda e se vira bem, é notório o atraso cognitivo dela, mais não importa ela superou muitas coisas.
Casei tinha acabado a Pedagogia, um mês depois iniciei a pós-graduação em arte-educação. Anderson no ano seguinte engatilhou na faculdade (Sistemas de Informação). Vitoria passa três dias da semana conosco e os outros com minha tia (que é quem tem a guarda dela), moramos muito longe uma da outra, e lá ela estuda.
Decidimos não ter filhos, pelo menos por enquanto, era o tempo dele terminar a faculdade e arrumarmos os empregos dos sonhos.
Temos a Vitoria e toda a vontade de sermos pais foi canalizada nela. Terminei a pós, ingressei no Técnico em Museologia (amo a área de museus por isso me especializei nela).
Terminei o técnico, fui trabalhando na área cultural, museus, centros culturais e nada do emprego dos sonhos, mais ganhei muita experiência por onde passei.
Anderson, trabalhando aqui, ali para adquirir experiência na área de informática, ambos rebolando na vida.
De repente uma vontade louca de ser mãe, assim do nada. Filho? Como? Sem o emprego dos sonhos e a glicemia nada favorável... A endocrino no pé para que isso não acontecesse... Ai meu Deus! Melhor me conter! Fui abafando o desejo. Mesmo por que esperava ganhar o processo da bomba de insulina para pensar em engravidar.
Dia 06 de março de 2012, dia da injeção (tomava Mesigna). Correria total, emprego novo, estudando (sempre tô estudando) pensei:  Ah!  Este mês não tomo me viro com preservativo e depois volto. Era meu desejo inconscientemente.
Enfim, sempre pedi á Deus isso. Dia 31/03/2012, comecei a sentir meus seios estranhos, enrijecidos e doloridos. A pélvis enrijecida,  pensei que pudesse ser o ciclo, mais algo me dizia que não. Comecei a sentir cólicas daí pensei é a menstruação (algumas grávida podem ter cólicas).
Mesmo assim sentia que estava grávida, é estranho escrever isso mais sentia isso. Parei o Glifage XR (medicamento) dia 31/03/2012. Comecei a orar muito, pedir muita proteção á Deus. Dia 05/04/2012, nada de vir... Falei com a Cristiane Costa (http://cristianediabeticaemae.blogspot.com.br/) minha amiga virtual. Ela disse que não sabia o que me dizer por que as gestações dela, só foram descobertas com quase três meses.  Ai meu Deus! E agora? Dia 06 nada... Dia 11  fiz o teste de farmácia, pronto POSITIVO.  A Cris, todo dia querendo saber, e eu sem saber.  Não acreditei no teste, fui  no Hospital e pedi o Beta HCG (exame que constata a gravidez  no sangue). O Hospital não fazia, pedi a guia e fui fazer em um laboratório. Foi uma saga para achar um laboratório que me entregasse no mesmo dia o resultado. Realizei o exame pela manhã e fui estudar . Quem disse que eu conseguia estudar? Que nada... Sai mais cedo do curso e fui para casa de uma amiga fazer minha sobrancelha. No meio do caminho ligo para minha sobrinha Stephani (17 anos) para ela entrar na net e ver um resultado de exame. Ela não sabia ver. Ai que raiva!!!!!
Cheguei na casa da minha amiga já pedi para usar a net, precisava ver o bendito resultado. Beta HCG 6048,1. Quase enfartei.
Falei:
- Rose corre aqui!
Quando ela viu, só me abraçou.
Não acreditei, precisava de um amigo com experiência no face para me dizer o que era aquilo. Ana Claudia C. estava on line, mostrei para ela e a mesma disse-me: Sim, você está grávida.
Não podia dizer para o Anderson, em semana de prova ainda piorou. No dia seguinte seria a última prova, daí eu poderia falar.
No outro dia apareci no ginecologista, esperei 4 horas para ser atendida  (não tinha marcado consulta), ele teria que me confirmar por que eu estava pasma. Ele confirmou, deu frio na barriga.  Me pediu trocentos exames para levar á endócrino e depois trazer para ele também.
Liguei para a endócrino e disse, daí começou o monitoramento a cada dois dias nos falamos agora. Doze medições de glicemia, alimentação bem mais adequada e caminhada.
Ás 22h30 do dia 12/04 falei para o Anderson. A criatura entrou em choque, não disse nada, apenas no dia seguinte. Pediu desculpas, disse-me que não acreditava que isso pudesse acontecer conosco, tantos anos de casados, e como não planejávamos (ele não, eu sim).

Depois que ele soube puder falar para a parentada  e colegas que achavam que a pobre da diabética aqui era estéril. Como todos sabem quando a gente tem uma doença não pode fazer certas opções na vida, como por exemplo de deixar para ter filhos depois, por que isso é sinônimo de esterilidade.
Fazia um mês que eu tinha entrado no emprego, não CLT, mais como autônoma, de qualquer forma, nova no serviço.  E o medo? Lá sou muito bem tratada, todos se preocupam com minha alimentação, mesmo por que trabalho no Bairro do Bixiga (conhecido por ser o bairro das massas em Sampa) e meus chefes são donos de cantinas italianas. Parece que não, mais me comporto bem na alimentação.
Quando dei a notícia, meu bebê ganhou mais uma família, todos curtiram. Tenho acesso para ir aos médicos quando precisar.
Aprendi que ás vezes as coisas não acontecem como queremos, mais podem ser melhores do esperamos. Me tornei mamãe e ganhei um emprego maravilhoso. Já conversamos quando o bebê nascer trabalharei apenas dois dias da semana. Daí você pode pensar: Calma! Que está recente! Quero ver o que sua chefe vai pensar depois.
Espero que continue pensando assim, vou viver um dia de cada vez.
Agora vou me deitar, porque o Anderson está me cobrando mais descanso.
Bjs á todos
Até a próxima postagem.

Vaidades dos Diabéticos

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Imaginem a situação.
Eu no salão de beleza fazendo as unhas quando uma mulher descobre que sou diabética e diz:
-Menina! Você diabética fazendo as unhas? Desse jeito vai perder o pé...
A vontade foi de xingar, mais expliquei os cuidados que devemos ter. Todos começaram a participar da conversar.  Sai do salão e vi que minhas explicações não as fizeram entender.
Resolvi compartilhar isso com vocês, porque tenho recebido e-mails de pessoas me perguntando acerca deste assunto, acho importante dialogarmos sobre isso.
Na verdade sempre fiz minhas unhas independente do diabetes, me informei quanto aos cuidados e pronto. Fixei uma única pedicure e foi o casamento perfeito. As mãos sou eu quem faz, os pés a Paula (pedicure).

Eu fazendo minhas unhas.


Depois de pronto.

Pés que a Paula fez, quer dizer unhas que ela limpou e pintou kkkk.

Em casa possuo meus próprios instrumentos (lixa, espátulas, alicates e afins), no salão com a Paula usa a autoclave não me preocupo, este aparelho faz a esterilização através de calor úmido e sobre pressão. É um dos métodos mais eficazes de destruição de microrganismos, como vírus, por exemplo.
Ela corta, tira cutículas e lixa com muito cuidado a fim de evitar machucados.
Não perderemos o pé se porventura a pedicure tirar um “bife” mais se a glicemia estiver descontrolada não é muito bacana. Embaixo tem uma entrevista que achei legal para compartilhar com vocês.

Ficar sem tirar as cutículas é uma coisa que eu não consigo. Se eu pintar as unhas e ver aquele monte de pele em cima da unha,nem curto. Dialoguei sobre isto com a endocrino dai ela liberou, pediu para que eu tomasse cuidado com os machucados, e enfatizou a importância das cutículas na nossa vida, dai o critério era meu. Quanto aos cuidados da pedicure eu verifiquei. O material é aberto na frente dos clientes (um saquinho com "a luva dos pés", palito e lixa) e só há uma profissional onde eu vou,ela tem em torno de 08 alicates que ficam na autoclave dentro de saquinhos individuais, quando a manicure vai usar, retira-os do aparelho,logo do saquinho e após o uso higienizam embalam e devolvem para a autoclave. Mais se eu quiser posso levar os meus...
Nós diabéticos podemos ter todas as vaidades que este mundo pode nos proporcionar ( a não ser que haja restrições médicas), claro que com certo cuidado. Vejam só:
·         Podemos nos depilar com cera;
·         Limpar a sobrancelha;
·         Fazer pé e mão;
·         Fazer química nos cabelos e por aí vai ...

Entrevista:
Como a diabetes gera complicações nos pés?

A persistência de um alto nível de glicose no sangue durante muito tempo pode causar lesões nos vasos sanguíneos, reduzindo a chegada de sangue aos pés. Esta redução da circulação pode enfraquecer a pele, contribuir para o aparecimento de ferimentos e dificultar a cicatrização dos mesmos. Além disso, o excesso de açúcar no sangue pode lesar os nervos, reduzindo a capacidade de sentir dor e pressão sobre os pés. Sem essas sensações, é fácil desenvolver calos de pressão, lesar a pele, os ossos, as articulações e os músculos acidentalmente. Com o tempo, lesões do osso e articulações podem alterar toda a modelagem do pé. As lesões dos nervos também, uma vez que elas acabam por enfraquecer os músculos locais.

Quais as possíveis conseqüências das complicações nos pés?

A diabetes pode gerar diferentes tipos de complicações nos pés, incluindo pé de atleta (uma infecção por fungos), calos e úlceras que podem ser desde superficiais até muito profundas. Complicações mais sérias incluem infecções profundas de pele e osso.

A complicação mais séria é a gangrena (apodrecimento e morte dos músculos e da pele do pé), que pode culminar com a necessidade de amputação do pé. Cerca de 5% dos indivíduos com diabetes eventualmente são submetidos à amputação de um pé. Mas esta trágica conseqüência pode ser evitada em 90% dos casos, se houver controle adequado dos níveis de glicose no sangue e um cuidado diário com os pés.

Os fatores que aumentam o risco de ocorrência de complicações são: a existência prévia de úlceras, a existência de lesões nos nervos, circulação deficiente e controle precário da glicemia.

Como prevenir?

Pacientes com diabetes tipo 1 devem passar por uma avaliação anual dos pés após 5 anos de diagnóstico. Já os pacientes com diabetes tipo 2 devem iniciar o acompanhamento dos pés 1 ano após o diagnóstico.

Durante este exame, o médico checa sinais e sintomas que sugiram circulação deficiente, lesão neurológica, alterações de pele e deformidades. Os pacientes devem estar atentos e relatar ao médico quaisquer alterações que tenham percebido com relação aos seus pés.

São sinais de circulação deficiente: pulsos fracos, pés frios, pele azulada e falta de pêlos. São sinais de lesão neurológica: sensações incomuns nos pés e pernas, como dor, queimação, formigamento, frio e cansaço. Será útil se o paciente souber perceber e descrever a ocorrência destas sensações, o local afetado por elas e quais medidas aliviam os sintomas. Algumas vezes a lesão neurológica pode ocorrer gradualmente sem gerar sintomas, até que a pessoa perca a sensibilidade a ponto de ferir os pés em alguma pedra ou mesmo no próprio sapato, sem perceber. O perigo maior, neste caso, é a pessoa só perceber a lesão quando ela já estiver infectada. Por este motivo é que o médico deve avaliar se o paciente já apresenta alguma alteração ou perda das sensações nos pés.

O exame pode revelar alterações nos reflexos e perda da capacidade de perceber pressão, vibração, alfinetadas e alterações na temperatura. O médico dispõe de equipamentos especiais para ajudar a quantificar a extensão de qualquer lesão no nervo.

As alterações de pele também devem ser avaliadas, devendo-se estar atento para ressecamento excessivo, rachaduras ou descamações, que evidenciam um comprometimento do efeito protetor da circulação. Também deve-se estar atento para calos, ferimentos e rachaduras entre os dedos.

A aparência e forma dos pés podem ser reflexo das lesões dos nervos.

Que medidas podem reduzir o risco das complicações no pé do diabético?

Um controle adequado do sangue pode reduzir as lesões em vasos e nervos que vão predispor às complicações. Nos casos em que já há lesões, o controle adequado da glicemia reduz o risco da lesão progredir para uma amputação. Algumas ações simples como as seguintes podem reduzir o risco de complicações no pé:

- Não fumar: o cigarro agrava problemas vasculares e cardíacos e reduz a qualidade da circulação nos seus pés.

- Evitar atividades que podem lesar seus pés: evitar andar descalço, manter os pés secos e limpos, aplicar loção hidratante para evitar pele seca e rachaduras, tomar cuidado ao cortar as unhas, não retirar cutículas, não estourar bolhas, avaliar os pés diariamente (principalmente entre os dedos) em busca de lesões.

- Escolha meias e sapatos com cuidado, preferindo meias de algodão e sapatos confortáveis.

- Troque de sapato todos os dias. Não use o mesmo sapato mais de um dia seguido, e use novos sapatos aos poucos, para evitar bolhas.

- Peça ao médico para examinar seus pés ao menos uma vez por ano, e mais frequentemente se você estiver notando alguma alteração.

Como tratar as complicações dos pés?

Este tratamento depende da presença e da gravidade de úlceras nos pés. Para úlceras superficiais envolvendo apenas a superfície da pele, o tratamento inclui cuidado profissional para limpar a úlcera, retirando as partes que já estiverem mortas. Se houver infecção, devem ser prescritos antibióticos. O paciente (ou alguém em sua residência) deverá limpar a úlcera e aplicar um curativo limpo duas vezes ao dia, devendo também manter repouso e manter o pé machucado elevado. A úlcera deve ser avaliada semanalmente por um profissional, que irá verificar se o tratamento está sendo eficaz. No caso de úlceras mais profundas, envolvendo músculos e ossos, usualmente é necessária a hospitalização, o uso de antibióticos endovenosos e a realização de alguns exames de sangue e radiografias. Algumas vezes chega a ser necessária a remoção de ossos infectados.

Quando partes dos pés ou dedos dos pés se tornam gravemente lesados, com tecido morto sem chance de ser recuperado, torna-se necessária a amputação (das áreas com tecido morto), que só é realizada em último caso.

Quais os tratamentos no futuro?

Várias pesquisas vêm sendo realizadas com o tratamento das complicações do pé diabético. As novas opções incluem alguns tratamentos de eficácia já comprovada e disponíveis no mercado, mas ainda caros, como a “medicina hiperbárica”, que consiste da exposição da úlcera a elevados níveis de oxigênio, estimulando o crescimento celular através de uma oferta aumentada de oxigênio (que é um agente importante da cicatrização). Outras opções em andamento são os tecidos sintéticos, o crescimento artificial da pele, as substâncias que estimulam a cicatrização e a estimulação elétrica.

Viva tranqüilo com o seu pé

Para os pacientes com diabetes, as complicações do pé são um perigo constante. Entretanto, se você e seu médico trabalharem juntos, podem elaborar um plano de tratamento para deixar seus pés tão saudáveis quanto possível. Ao mesmo tempo em que os exames médicos de rotina são com certeza importantes, seu cuidado diário com os pés tem um importante papel para evitar complicações antes que elas ocorram. Você pode aprender muito sobre esse assunto com o seu médico.

Fonte: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4270&ReturnCatID=667

História do Diabetes

2 comentários |
Fiz algumas pesquisas, dei uma adaptada e eis aí a História do Diabetes. Era para ter imagens mais há 15 dias tento postar com imagens e o blogger tá travando...

1550 A.C. - Egito - Papiro de Ebers (descoberto em 1868): Descrição de uma doença estranha, cujo principal sintoma era a vontade permanente de urinar.


1500 A.C. - Índia: Escritos hindus antigos descreviam pessoas com uma doença mortal que causava sede intensa, uma quantidade excessiva de urina e emagrecimento brusco. Constatavam os antigos, uma enorme atracção das formigas pela urina das pessoas que desenvolviam essa misteriosa doença.
1000 A.C. - Grécia: Durante anos, ninguém sabia como tratar a doença que hoje chamamos Diabetes. As crianças morriam rapidamente e os adultos lutavam com complicações devastadoras. Com vista no tratamento, eram experimentados alguns remédios à base de ervas e, os médicos, recomendavam exercício físico, preferencialmente a cavalo para “uma fricção moderada de modo a aliviar o excesso de urina.”
Diabetes Mellitus parece ter sido uma sentença de morte na era antiga. Hipócrates não faz nenhuma menção a ele, que pode indicar que ele sentiu a doença era incurável.
Aretaeus tentou tratá-lo, mas não podia dar um bom prognóstico, ele comentou que "a vida (com diabetes) é curta, repugnante e doloroso."

Os antigos índios testado para o diabetes, observando se as formigas foram atraídas à urina de uma pessoa, e chamou a doença "doença da urina doce" (Madhumeha). O coreano, palavras chinesas, japonesas e para o diabetes são baseados na mesma ideogramas que significam "doença da urina de açúcar".

200 A.C. - Aretaeus de Capadocia: O termo diabetes foi cunhado por Aretaeus da Capadócia.

Foi derivado do verbo grego διαβαίνειν,''diabaínein'', se formaram a partir do prefixo''dia'' ", através, além", eo verbo''bainein'', "para andar, stand". O verbo''diabeinein''significava "stride, andar ou ficar com as pernas em pedaços", daí, a sua diabetes derivados''''significava "aquele que atravessa", ou especificamente “Bússola, sifão". O sentido "sifão" deu origem ao uso de diabetes como o nome para uma doença que envolve a descarga de quantidades excessivas de urina.

6 A.C - Sushruta  identificou diabetes e classificou-o como ''Medhumeha”.

980-1037 - Na Pérsia medieval, Avicena  forneceu um relato detalhado sobre a diabetes mellitus em ''A Canon de Medicina”,  descrevendo o apetite anormal e o colapso das funções sexuais e ele documentou o sabor doce da urina diabética". Como Aretaeus antes dele, Avicena reconheceu a diabetes primárias e secundárias. Ele também descreveu gangrena diabética e diabetes tratada com uma mistura de tremoço, Trigonella (feno-grego), e sementes zedoary, que produz uma considerável
redução na excreção de açúcar, um tratamento que ainda é prescrito nos tempos modernos. Avicenna também ", descreveu diabetes insipidus muito precisamente, pela primeira vez", embora fosse mais tarde Johann Peter Frank (1745-1821) quem primeiro diferenciadas entre diabetes mellitus e diabetes insipidus.

1425- Diabetes é o primeiro gravado em Inglês, no diabete forma, em um texto médico.

1675 - Thomas Willis acrescentou a palavra ''mellitus”, a partir do latim significa "mel", uma referência ao sabor doce da urina. Este gosto doce tinha sido notado na urina pelos antigos gregos, chineses, egípcios, indianos e persas.
1776 - Matthew Dobson confirmou que o gosto doce era por causa de um excesso de um tipo de açúcar na urina e no sangue de pessoas com diabetes.

1889- Descoberta do papel do pâncreas no diabetes, esta descoberta foi atribuída a Joseph von Mering e Minkowski Oskar, que descobriram que os cães cuja pâncreas foram removidos dedenvolveram todos os sinais e sintomas de diabetes e morreram pouco depois.
1910-  Sir Edward Albert Sharpey-Schafer sugerindo que pessoas com diabetes eram deficientes em um único produto químico que normalmente produzida pelo pâncreas, ele propôs esta que substância chamada “insulina”', da''América''insula, ilha significado , em referência ao ilhotas produtoras de insulina de Langerhans no pâncreas.

1921 -O papel do pâncreas endócrino no metabolismo, e de fato a existência de insulina, foi clarificado,quando Sir Frederick Grant Banting e Charles Herbert Melhor repetiu o trabalho de Von Mering e Minkowski, e foi mais longe para demonstrar que poderia reverter induzida diabetes em cães, dando-lhes um extrato de ilhotas pancreáticas de Langerhans de cães saudáveis.
Banting e  Best, e seus colegas (especialmente o químico Collip) passou a purificar o hormônio insulina de pâncreas bovino da Universidade de Toronto. Isto levou à disponibilidade de um eficaz tratamento com insulina-injeções e o primeiro paciente foi tratado em 1922. Para isso, Banting e MacLeod laboratório diretor recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1923; ambos compartilhavam o dinheiro do Prêmio com outras pessoas na equipe que não foram reconhecidos, em particular, e Melhor Collip. Banting e Best fizeram a patentes disponíveis gratuitamente e não tentativa de controlar a produção comercial. Produção de insulina e terapia rapidamente se espalhou pelo mundo, em grande parte como resultado desta decisão. Banting é homenageado pelo Dia Mundial da Diabetes, que é realizada em seu aniversário, 14 de novembro.

1922 - Primeiro diabético no mundo tratado com insulina.

1936 - A distinção entre o que é agora conhecido como diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2 foi claramente feito por Sir Harold Percival (Harry) Himsworth, e publicado em janeiro de 1936.

Apesar da disponibilidade de tratamento, diabetes manteve-se uma das principais causas de morte. Por exemplo, as estatísticas revelam que a causa específica taxa de mortalidade durante 1927 ascenderam a cerca de 47,7 por 100.000 habitantes em Malta.

1944 – Descoberta dos primeiros anti-diabéticos orais.

Descobertas outro marco incluem:
  • A estrutura tridimensional da insulina;
  • Identificação Dr Gerald Reaven da constelação de sintomas agora chamado de síndrome metabólica em 1988 ;
  • Demonstração de que o controle intensivo da glicemia na diabetes tipo 1 reduz os efeitos colaterais crônica mais como os níveis de glicose abordagem "normal" em um grande estudo longitudinal, e também em diabéticos tipo 2 em outros grandes estudos ;
  • Identificação do tiazolidinediona primeiro como sensibilizador de insulina eficaz durante a década de 1990.
1980- a empresa de biotecnologia Genentech EUA desenvolveu a insulina humana. A insulina é isolado a partir de bactérias geneticamente alteradas (as bactérias contêm o gene humano para a síntese de insulina humana), que produzem grandes quantidades de insulina. Os cientistas então purificar a insulina e distribuí-lo às farmácias para uso por pacientes com diabetes.
            Da década d e80 para cá muitas tecnologias e descobertas foram feitas em torno do diabetes.

http://bioinsulina.blogspot.com.br/2009/12/estrutura-molecular-e-desvendada.html