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Vizinho

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Meu vizinho grita no meio da rua (como ele sempre faz):
-E ai menina?! E o diabetes?? Tá controlado? Até hj ñ acredito q vc tem isso... 
Dai ele começa a discorrer a lista de amigos e familiares q morreram segundo ele de diabetes.
Ah! Hj ele incluiu o tio avô de 76 anos.
*Ele ñ é "leigo" no assunto ñ, tbem é diabético tipo 2.

Santa Ignorância!

Cotidiano Diabético

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Usando o Smart Pix para fazer o relatório das glicemias para a médica

Algumas horas sem jogar as fitas usadas fora sou atacada por elas quando abro meu glicosímetro.

Glicada 6,5% para fechar 2012 com chave de ouro

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Para 2013...

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Feliz Natal e Próspero Ano Novo

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Olá Pessoal!

Passei por aqui para lhes desejar um FELIZ NATAL e se até lá eu não voltar a postar um FELIZ ANO NOVO também. Andei sem postar por uns dias pois muitas coisas andam acontecendo por aqui, das quais em breve pretendo partilhar.

Breve resumo: Exames em dia, glicemias controladas com seus picos já esperados e como todo diabético matando um leão por dia, ouvindo tantas besteiras (sobre diabetes) das pessoas que já nem sei o que dizer...

Que este ano que se iniciará possa ser repleto de discernimento, saúde, força, esperança e boa vontade. 

Não deixem de medir a glicemia, aplicar as insulinas,contar carboidratos e corrigir hipos. Aconteça o que acontecer coloquem na bolsa glicosímetro, balas e ultra rápida. Beijos



Cerveja combate o diabetes e não causa barriguinha, diz pesquisa

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Um estudo da Universidade de Barcelona, na Espanha, garante que beber de dois a três copos de cerveja por dia faz bem à saúde. O hábito, segundo os especialistas, ajuda a combater a diabetes e a hipertensão.
A cerveja contém ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio, nutrientes que protegem o sistema cardiovascular. Os cientistas também constataram que a bebida não é a responsável pelo aumento da gordura abdominal, a famosa barriguinha de chope.
Ainda segundo o estudo, a cerveja tem apenas 200 calorias por copo, que é o mesmo de uma xícara de café com leite. Os médicos envolvidos no estudo espanhol recomendam também a prática de atividades físicas regulares e a ingestão de uma dieta saudável para combater o diabetes e a hipertensão.

http://www.tiabeth.com/tiabeth/wp/saude/2012/12/04/cerveja-combate-o-diabetes-e-nao-causa-barriguinha-diz-pesquisa/?fb_ref=recommendations-bar

Jundiaí desenvolve vacina contra o diabetes

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Um trabalho inédito realizado em Jundiaí está desenvolvendo uma vacina contra o diabetes. A pesquisa é feita na FMJ (Faculdade de Medicina de Jundiaí) pelo aluno de mestrado Rodrigo Eduardo da Silva, sob orientação do professor Eduardo Caldeira.
O trabalho foi apresentado entre os dias 7 e 12 deste mês no 4º Congresso Mundial sobre Controvérsias e Consensos em Diabetes, Obesidade e Hipertensão, realizado em Barcelona, na Espanha.
O pesquisador apontou que este foi apenas o primeiro passo. “Ainda faltam muitos estudos para que efetivamente exista a vacina porque precisamos aperfeiçoar o trabalho, mas esse resultado em si já é um grande avanço”, explicou o biomédico Rodrigo.
A pesquisa / Neste trabalho as duas proteínas que bloqueiam a inflamação, uma das principais causas do diabetes tipo 1, foram isoladas. Além disso, durante o estudo foi possível observar que as células reagiram à vacina, recuperando as características saudáveis.
“Conseguimos que o tecido afetado pelo diabetes tivesse uma reversão no quadro e apresentasse uma recuperação da célula”, explicou.
Durante 21 dias o tecido afetado pelo diabetes recebeu doses, uma por semana, de uma proteína (um peptídio). “A proteína em si deu um resultado positivo e levamos cerca de um ano para chegar até esta etapa.”
Expectativa / “Isto é um fato inédito, principalmente em se tratando de uma doença que aumenta a cada ano, e que afeta desde criança até adultos e ainda não tem cura definida”, afirmou o professor Eduardo.
Ele lembra que o fato de conseguir evitar a doença e até mesmo recuperar o organismo depois de instalada, será uma grande conquista para a medicina. “Estes resultados demonstram novas perspectivas, principalmente por se tratar de uma vacina inédita para este uso e 100% brasileira.”
De qualquer forma, os pesquisadores enfatizam que estes resultados são preliminares e poderão no futuro ser mais uma opção para o tratamento da doença. Lembram também que os pacientes diabéticos devem seguir rigorosamente o tratamento médico e nunca se automedicar.
Outros estudos /No congresso realizado na Espanha foram apresentados outros dois estudos da FMJ. Entre eles, o trabalho do médico Marco Antônio Dias, com a aplicação da “sitagliptina”, um medicamento muito utilizado no diabetes tipo 2, que foi usado para tratar os danos do diabetes tipo 1. Após um tratamento experimental equivalente a quatro anos no humano, os pesquisadores observaram a recuperação dos órgãos danificados pela doença.
O outro estudo analisou o tratamento com anticorpos que foram fabricados em laboratório e que promoveu a recuperação de células que estavam comprometidas pelos altos níveis de glicose no sangue. Estes anticorpos atuariam como defesa para o organismo, dando condições para o  doente se recuperar.

http://www.tiabeth.com/tiabeth/wp/noticias/2012/12/09/jundiai-desenvolve-vacina-contra-o-diabetes/?fb_ref=recommendations-bar

Para encorajar quem é diabética e quer ser mamãe

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Nova Zelândia é o lar dos mais longos sobreviventes mundiais de diabetes tipo 1. Com oitenta e quatro anos de idade, Winsome Johnston desafiou as probabilidades em diversas maneiras.
Ms Johnston sempre tem um monte de gente para comprar presentes durante o Natal – em torno de quatro gerações, na verdade. Mas nada disso era para acontecer.
“Os médicos me disseram, e me lembro bem, que minha vida não duraria muito tempo”, diz ela.
Sra. Johnston foi diagnosticada com diabetes tipo 1 quando tinha apenas seis anos. Sua irmã também teve isso, mas morreu aos 16 anos de idade.
Agora, aos 84 anos, a Sra. Johnston é o mais longévoa pessoa a sobreviver com diabetes tipo 1 no mundo. Ela tem isso por 78 anos.
“Naqueles dias eu estava determinada a fazer o que eu queria fazer, e o pouco conhecimento que tinha sobre a doença me ajudou.”
Ela foi informada de que nunca teria filhos. Mas teve quatro, incluindo gêmeos. E agora ela tem oito netos, sete bisnetos e mais outro a caminho.
Rab Burton também tem diabetes tipo 1 e é enfermeiro sobre diabetes da Sra. Johnston. Ela é o seu paciente número um, sem nunca ter perdido um compromisso em oito anos. 
“Eu aprendi muito com ela”, diz ele. “E todos os dias eu conto a sua história para as pessoas.”
Burton diz que a chave para a saúde notável da Sra. Johnston é bastante simples: disciplina. Ele diz que a maior dificuldade dos diabéticos é manter a tarefa incansável de monitorar todas as coisas que eles comem.
Ele diz que nunca conheceu alguém tão rigorosa e determinada como a Sra. Johnston.
“Ela seguiu o que dizia o manual. Eu acho que este é o segredo. “
Existem dois tipos principais de diabetes. O tipo 2 atinge proporções epidêmicas aqui na Nova Zelândia. Este tipo muitas vezes é causado por má alimentação ou obesidade.
Mas ninguém sabe o que faz surgir o tipo 1, que é o que a Sra. Johnston tem. E isso está em ascensão também.
O jovem Aaliyah desenvolveu diabetes tipo 1 quando tinha apenas três anos de idade, que significou um choque para sua mãe, Serena Underwood.
“Não monitorar o diabetes pode encurtar a sua vida”, diz a Sra. Underwood. “Então, isso é algo que devemos estar atentos e nos preocupar se os níveis de açúcar no sangue (de Aaliyah) estiver muito alto ou muito baixo. Há muitas complicações que podem vir a partir daí. “
Ms Underwood diz que o diabetes tipo 1 é possível gerenciar, mas pode parecer impossível às vezes. Então ela foi aconselhar-se com a mulher que sabe melhor do que ninguém sobre o que é viver com a diabetes – Sra. Johnston.
A sobrevivente recordista deu ao jovem Aaliyah uma dica simples ou duas sobre como conviver com o diabetes.
“Basta você se lembrar de fazer todas as coisas certas e não comer as coisas erradas”, diz a Sra. Johnston. “Mas eu sei que às vezes é difícil se você for à festas, não é? Acredito que se você disser a pessoa que está organizando que há certas coisas de que você não pode comer, então tudo poderá  torna-se muito mais fácil. “
Sra. Johnston gostaria que sua história trouxessem esperanças à crianças como Aaliyah, que estão entre os 220.000 neozelandeses que vivem com diabetes.

Até nossos direitos querem tirar?

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Dois anos para que eu conseguisse retirar pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo minhas insulinas de alto custo, Levemir e Humalog. Um lenga-lenga para consegui-las. Até que para pegar o glicosímetro, fitas,lancetas e seringas não tive problemas (pela Prefeitura/Posto de Saúde), por enquanto sem problemas.

Agora soube por intermédio de diabéticos e pais de diabéticos que estão indo renovar seus processos de medicamentos, um modo que a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo  encontrou (segundo eles) para reavaliar o tratamento de pacientes.O médico do paciente preenche um formulário e anexa documentos pessoais do paciente, estes vão para avaliação, e  em torno de 30 dias recebe-se um telegrama com o deferimento ou não. Este procedimento ocorrerá a cada 6 meses ( o meu vai este mês).

Sim!agora precisa renovar, afinal doentes crônicos/dependentes de insulina irão acordar um dia sem diabetes.

Este procedimento ridiculo está fazendo com que pais e diabéticos fiquem por um período sem receberem seu medicamento, que seu medicamento seja diminuido e pior será para pacientes que contam carboidratos, pelo visto estão na lista negra, já que segunda uma colega, lhes disseram que estes comem muito em umas das refeições do dia, o governo não ia bancar...

Papéis que me entregaram quando fui pegar os medicamentos, fui lembrada que já era o momento de renovar o meu.







E ai o que fazer?

Iremos nos calar?

E nossos impostos para onde está indo?

Voltar para NPH e Regular?

Crianças, adolescentes, adultos, idosos e grávidas diabéticas dependem destes medicamentos e insumos...

Ficaremos de braços cruzados?

Talvez nos calemos mesmo, afinal estamos acostumados a ter uma postura mais passiva...Estamos acostumados com as migalhas que nos oferecem...

E o que eu ouvi no Posto de Saúde, fará parte de nossas realidades:

- Lantus e insulinas afins são luxo, antes os diabéticos se viravam NPH e Regular, agora querem ficar inventando moda e tem médico que dá corda."


Bebês - Diabetes Gestacional e Gestantes com Diabetes

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Dr. Carlos Antonio Negrato, diretor clínico da Associação dos Diabéticos de Bauru, doutor pela Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP, responde algumas perguntas sobre diabetes gestacional e gestantes com diabetes.

Confira a entrevista e garanta uma gravidez tranqüila para você e seu bebê.
Jornal ADJ: Mulheres com diabetes tipo 1 ou 2 podem engravidar?
Dr. Negrato: Sim. Porém aconselhamento e planejamento pré-gestacionais são essenciais para todas as mulheres com diabetes pré-gestacionais em idade fértil. Isso porque há uma maior prevalência de anomalias congênitas e abortos espontâneos em mulheres com diabetes que têm um mau controle glicêmico, durante o período de organogênese fetal, que está praticamente concluído por volta da sétima semana pós-concepção.
Jornal ADJ: Qual a meta de glicemia para mulheres com diabetes que queiram engravidar?

Dr. Negrato: Tais mulheres têm que apresentar níveis glicêmicos próximos dos valores normais encontrados em mulheres que não têm diabetes. Uma vez iniciada a gravidez, existem vários níveis glicêmicos tidos como ideais recomendados por diferentes entidades médicas. Segundo o IV International Workshop on Gestational Diabetes, os níveis desejáveis de glicemia são jejum < 95 mg/dl; uma hora pós-prandial <140 mg/dl; e duas horas pós-prandial < 120 mg/dl.. O American College of Obstetritians and Gynecologists considera aceitáveis valores de uma hora pós-prandial de 130 a 140 mg/dl. A Associação Americana de Diabetes considera desejável uma glicemia de jejum entre 70 e 100 mg/dl, uma hora pós-prandial 140 mg/dl e duas horas pós-prandial 120 mg/dl. O grupo de Jovanovic do Condado de Santa Barbara,Califórnia sugere níveis de glicemia mais estritos, ou seja, jejum< 90 mg/dl, uma hora ou duas horas pós-prandial <120 mg/dl.
Jornal ADJ: Até que idade mulheres com diabetes podem engravidar? O tempo de diabetes pode interferir na gravidez?

Dr. Negrato: Não existe uma idade limite, porém seria melhor que elas engravidassem o quanto mais jovens possível e, portanto com menor tempo de diabetes. Com o aumento do tempo de diagnóstico, as chances de existência de vasculopatias (problemas vasculares) é maior e conseqüentemente também maior é chance da existência de retinopatia e nefropatia (problemas na visão e nos rins) que podem se agravar durante a gravidez.
Jornal ADJ: Mulheres que apresentam diabetes gestação têm sempre diabetes gestacional?

Dr. Negrato: Não. Como vimos anteriormente, a hiperglicemia é o distúrbio metabólico mais freqüente nas gravidezes nos dias de hoje. Tal hiperglicemia pode ser devida a existência pré-gestacional de diabetes do tipo 1 ou 2, ou da ocorrência do diabetes gestacional.
O diabetes gestacional é definido como a ocorrência de intolerância à glicose, em graus variáveis, diagnosticada durante a gestação, que pode ou não persistir após o parto. Essa definição não exclui a possibilidade de que a intolerância à glicose tenha surgido antes da gestação ou concomitantemente a ela, e independe do uso de insulina ou de terapia não-medicamentosa.
Jornal ADJ: É possível prevenir o diabetes gestacional?

Dr. Negrato: Sim. Para tanto, as pacientes que apresentem riscos de desenvolvê-lo devem receber orientações e aconselhamentos para minimizar os riscos de sua ocorrência, com mudanças em seu estilo de vida, visando diminuir o impacto causado pelos fatores de risco passíveis de serem modificados.
Jornal da ADJ: Quais os principais fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes gestacional?

Dr. Negrato: São eles: idade materna acima de 25 anos; obesidade ou ganho excessivo de peso durante a gestação; multiparidade (que já teve vários filhos); história familiar de diabetes, principalmente materna; antecedentes de macrossomia fetal ou diabetes gestacional; baixa estatura (< 1,5m); deposição central excessiva de gordura; crescimento fetal excessivo; poliidrâmnio e hipertensão arterial ou pré-eclâmpsia na gravidez atual. Outra característica física da predisposição é a presença de pernas curtas. Em nossa tese de Doutorado, encontramos que as pacientes que desenvolviam diabetes gestacional eram cerca de 6 cm mais baixas e apresentavam pernas cerca de 4 cm mais curtas que as que não o desenvolviam.
Porém, o maior fator de risco para o diabetes gestacional é a obesidade. A obesidade abdominal representada pela razão cintura/quadril elevada está positivamente associada à sua ocorrência. A obesidade pré-gestacional, principalmente em mulheres jovens, e o avanço da idade materna são considerados fatores de risco independentes; a prevalência na faixa etária de 20 a 24 anos é de de 5%, aumentando para 11% na de 40 a 44 anos.
Jornal ADJ: Em qual período da gestação aparece o diabetes gestacional?

Dr. Negrato: Geralmente aparece na segunda metade da gestação, mais especificamente entre a 24ª e 28a semanas de gravidez. Aquelas pacientes que apresentam hiperglicemia antes desta época, provavelmente já eram diabéticas, mais freqüentemente do tipo 2, sem diagnóstico prévio.
Jornal ADJ: O diabetes gestacional tem cura?

Dr. Negrato: No pós-parto imediato, a grande maioria das pacientes que receberam insulina durante a gravidez, não necessitarão mais de fazer uso da mesma, pois voltam para o estado de normoglicemia (cerca de 95-98%). Seis semanas após o parto, um Teste Oral de Tolerância à Glicose, com 75 g, deve ser repetido para se avaliar o estado de tolerância à glicose destas pacientes. Se o teste for normal, a paciente deverá ser avaliada anualmente, através de medidas da glicemia de jejum, glicemia pós-prandial e hemoglobina glicosilada. Pacientes com alteração da glicemia em jejum (glicemia de 100 a 125 mg/dl) ou intolerantes à glicose (glicemia entre 140 e 199 mg/dl 2 horas após a sobrecarga de glicose), deverão ser orientadas a manter o peso adequado e exercer atividade física regular, para a prevenção do diabetes mellitus. Todavia, 5-15% das pacientes com peso normal e 35-60% das obesas que tiveram diabetes gestacional, desenvolvem diabetes mellitus 5 a 20 anos após o parto. Finalmente, é importante lembrar que o diabetes gestacional tem uma taxa de recorrência de até 90% em gestações subseqüentes.
Jornal ADJ: A gravidez com diabetes pode ser considerada de alto risco? Quais os riscos de perder o bebê? Quais os riscos para o bebê, se a gestante tiver uma hipoglicemia ou uma hiperglicemia?

Dr. Negrato: Sim. A gravidez complicada pelo diabetes é considerada de alto risco. Todos os tipos de diabetes aumentam o risco de complicações tanto para a mãe quanto para o feto; porém, é muito importante diferenciar entre os tipos (pré-gestacional ou gestacional), já que cada um tem um impacto diferente sobre o curso da gravidez e o desenvolvimento fetal.
O diabetes mellitus pré-gestacional (tipo 1 ou tipo 2) é mais grave pois está presente antes da gravidez; portanto, seu efeito começa na fertilização e implantação e continua durante toda a gravidez e depois dela. Em particular, a organogênese pode ser perturbada, levando a um alto risco de aborto precoce, defeitos congênitos graves e retardo no crescimento. As manifestações maternas também são mais sérias, especialmente pela possível presença de complicações vasculares, como a retinopatia ou a nefropatia.
Os riscos de aborto são maiores nas pré-gestacionais com um mau controle glicêmico no período da concepção. Porém, se a paciente apresenta controle glicêmico adequado, seus riscos de aborto são semelhantes ao da população não diabética.
A ocorrência de uma hipoglicemia severa durante a gravidez pode levar a um quadro de sofrimento fetal sério. A hiperglicemia materna leva a uma hiperinsulinemia fetal que por sua vez ocasiona um aumento na ocorrência de morbidades no bebê.
Jornal ADJ: Após o nascimento, o bebê deverá ser monitorado como a mãe? Qual o risco do bebê nascer com diabetes?

Dr. Negrato: O bebê deverá ser monitorado nas primeiras 72 horas devido ao alto risco de ocorrência de hipoglicemia neonatal, que pode causar lesão neurológica permanente. Maior atenção deve ser dada aos bebês cujas mães receberam tratamento insulínico.
É raro que um recém-nascido desenvolva diabetes; se a paciente for do tipo 1, a chance de seu filho desenvolver diabetes na vida futura é de, aproximadamente, 1%. Se a mãe tem diabetes tipo 2, este risco é cerca de duas vezes maior em relação a população geral.
Jornal ADJ: Quais os cuidados indicados para gestantes com diabetes?

Dr. Negrato: Como já mencionado, as mulheres com diabetes pré-gestacionais deverão ser orientadas a planejar a gravidez, para que esta ocorra num momento em que a glicemia esteja o mais próximo possível de níveis glicêmicos comparáveis aos de mulheres que não têm diabetes, o que muito raramente, infelizmente acontece.
Toda grávida com diabetes (tipo 1, 2 ou gestacional), deverá ser acompanhada por uma equipe multidisciplinar e o tratamento deve necessariamente ser individualizado. O objetivo principal de tal tratamento é a prevenção de complicações fetais. A manutenção de níveis glicêmicos adequados, tanto de jejum quanto pós-prandiais leva à ocorrência de uma morbi-mortalidade perinatal semelhante à da população geral.
Jornal ADJ: A gestante pode usar bomba de infusão de insulina?

Dr. Negrato: Sim. A bomba de infusão de insulina é um dos meios mais eficientes que existe para se manter níveis glicêmicos adequados durante a gravidez, sendo a gestação diabética uma das principais indicações de seu uso. Porém, devido ao seu alto custo é ainda muito pouco utilizada em nosso meio.

Fonte: http://www.adj.org.br/site/noticias_read.asp?id=173&tipo=4

Bom Dia Glicosímetro!!

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Que diabético não passa por isso?

Dar primeiro Bom Dia para o glicosímetro e depois para o marido q dorme ao seu lado...

Contagem de Carboidratos no Achismo

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Me empolguei com o almoço e fui mandando ver no prato, esqueci de contar CHO "corretamente"...
Fiz uma contagem muito no achismo e corrigirrei mais tarde se necessário. 
Odeio qdo faço isso!

Impacto das minhas postagens

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Gente qdo abro meu e-mail e leio sobre a importância que meu blog tem pra algumas pessoas...Ah! Não tem dinheiro que pague isso!!!

Ás vezes você escreve e não tem noção do impacto que isso causa ás pessoas, e saber que este impacto é positivo, é show de bola!!!

Socorro!!

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Aquele momento que você faz o dextro, olha a caneta da insulina ultra rápida e pensa:
-Nãooooooo!!! Mais uma aplicação!!!Socorro!!! Não quero!!!
Dai seu lado anjo diz:
-Melhor tomar, é para o seu próprio bem... Antes oito ou dez aplicações do que passar o resto da vida chorando por ser negligente com o seu tratamento...
Vc pega a caneta e pensa:
-Valeu, Deus por ter dado ao homem inteligência para facilitar a minha vida!

Vamos ajudar?

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Pessoal, neste blog publico coisas sobre o diabetes em especial minha vida como diabética. 

Hoje resolvi publicar aqui um e-mail que recebi de uma colega, embora não se trate do diabetes, acho bacana podermos ajudar pessoas que como a maioria dos diabéticos necessitam de medicamentos de alto-custo.

Conto com vocês!

Abaixo o e-mail que recebi.



Amigos,
minha irmã e alguns amigos têm esclerose múltipla e necessitam que uma medicação seja liberada pela ANVISA. Leiam o email abaixo e cliquem no link indicado para assinar o abaixo assinado. É por uma boa causa! Obrigada a todos!
Bjs

«Pela liberação da ANVISA do fármaco Fampyra para comercialização no Brasil» 

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N29736 

Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que também concordaras. 

Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N29736 e divulga-o por teus contatos. 

Medindo a glicemia e tomando insulina na igreja

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Faço em todos os lugares. Em restaurantes aplico no braço, pq as vezes to de vestido, qdo entramos no local meu marido diz: Faz o seu prato,conta os CHO e passa o braço kkkk.Ele vai e aplica na frente de todo mundo.

 Uma vez fiz um curso de etiqueta social, e a professora enfatizou q isso estava fora das normas, parei por um tempo, depois pensei: Quer saber é a minha saúde! Se eu posso ver todos os dias homens coçando o saco, jogando fumaça de cigarro em mim e com bafo de cachaça, ele vão ter q me aguentar kkkkk

Vidros que salvam diabéticos

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Conferindo meus insumos mensais, hoje percebi q estou no último vidrinho de Levemir dos 9 que uso. Há ainda os da Humalog q não fotografei. 
Este medicamento salva,literalmente tem vida nestes vidrinhos!

Ensinando sem falar...

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Enquanto eu media a glicemia no meio do culto da minha igreja percebia que estava sendo observada, aliás todas ás vezes esta mesma irmã me observa. Depois de uns 15 dias ela me diz:

-Parabéns! Vejo como encara bem a doença e se cuida direitinho. Vi outro dia você comendo um pedaço de bolo de chocolate, me espantei e fiquei olhando,logo vi você pegando a caneta e aplicando "sua" insulina, e de boa... Nossa quanta garra! E você nem reclama né? Tinha tudo pra se fazer de coitada e não se faz...

Achei bacana como uma leiga no assunto me analisou, acho que sem falar ensinei muito á ela.


Exame ANTI-GAD

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O Diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é, hoje, uma doença considerada autoimune, com maior predominância em jovens, alcançando 10% do total de casos de diabetes. A etiologia ainda é desconhecida, pesquisadores apontam a possibilidade de exteriorização de antígenos durante infecções virais. Nos exames histológicos do pâncreas afetados são encontradas infiltrações linfocitárias nas ilhotas de Langerhans. São encontrados anticorpos séricos voltados para antígenos componentes daquelas estruturas,como anticorpos anti-tirosina fosfatase (IA2), contra a insulina e contra a enzima GAD (Ácido Glutâmico Descarboxilase).

De 60 a 85% dos pacientes,  com DM1, apresentam anticorpos anti-GAD. Esses anticorpos aparecem na
circulação algum tempo antes de se iniciarem os sintomas de DM1 e também são encontrados em parentes diretos dos pacientes com DM1, pois o processo de destruição das ilhotas pancreáticas é bastante lento, e os sintomas aparecem, somente quando mais de 80% das ilhotas forem  destruídas.

Com testes positivos para anticorpos anti-GAD, em pacientes sem sintomas, pode ser útil para a determinação do risco diabético e tomada de decisões preventivas e terapêuticas.

Indivíduos que nunca tomaram insulina e apresentam anticorpos anti-GAD, apresentam um risco grande de
desenvolverem a doença. Após o inicío da utilização da insulina, humana, porcina ou bovina, os pacientes podem apresentar anticorpos anti-insulina ou anti-GAD.

Indivíduos que apresentam pelo menos três tipos diferentes de anticorpos, anti-GAD, anti-insulina e anti-ilhotas, tem 90 a 95% de chance de desenvolver o DM1 em 5 anos.

As principais indicações para o exame anti-GAD são:
a) Pesquisar parentes em primeiro grau de pacientes com diabetes tipo 1;
b) Diagnóstico de DM1 em adultos ou de início tardio, mas que nunca tomou insulina.
c) Em pacientes com hiperglicemia transitória da criança.
Os anticorpos anti-GAD se encontraram  positivos em 80% dos casos que foram diagnosticados a menos de 1 ano. Quando o diagnóstico de DM1 tem mais de 1 ano, esse número é de 54%.

Fonte: http://www.gruposaocamilo.com/apoio/uploads/downloads/0705172003.pdf

Hipos uma atrás da outra...

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Ainda bem que em meio a tanta turbulência a glicemia resolveu cooperar, aliás, o estresse está me dando uma hipo atrás da outra, mesmo diminuindo a basal...Nem tô fazendo contagem de CHO (não está precisando).

 A maioria das minhas hipos são assintomáticas estou me monitorando a cada 2 horas e acreditem, em todas os dextros hipo.
 

Minha mãe operou a coluna,está 17 pontos na coluna, fico fazendo rodizio com meu irmão para cuidarmos dela, meu sogro que eu amo de paixão, operou foi substituir a Aorta e lá encontraram problemas em uma das válvulas, estamos esperando pra ver como o corpo vai reagir, a cirurgia tomou uma proporção não esperada, não são fatos isolados, isso acarreta em mais um monte de coisas...
    Quero que esta tempestade passe logo...

    Hipoglicemia para segurar o marido? Pois é...

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    Acreditem se quiser, se esta moda pega...

    Pois é, descobri o que uma amiga DM1 faz para prender a atenção do marido e sentir-se mais amada: Ama e talvez até provoque hipoglicemia.

    Sim, descobri isto aos poucos ... A glicada dela só está acima de 13%, toda vez que a encontro ela está com uma caixa de BIS na bolsa pela metade, não quer contar carboidratos,não aplica a insulina com regularidade e quando mede a glicemia sempre está acima de 300mg/dl, quando falo sobre o diabetes ela diz:

    -Você não entende...Comigo é diferente... O médico tá errado e bláblá

    Só que em casa algo inédito acontece, ela tem hipoglicemia, percebo que em casa ela  não se alimenta direito, toma a ultra rápida e pronto, tem hipo... Quando ela relata os episódios diz:

    -O fulano, me salvou... Foi tão romântico!

    Em um outro momento:

    -Este é o único momento que o sinto próximo de mim, quando tenho hipo, por que senão,não se importa comigo... Ele tem que entender, que eu preciso dele, senão morrerei, ele sabe que para o controle do diabetes ele tem que estra comigo, sem me fazer raiva...

    E por aí vai...

    Cansei de falar,respaldar, ajudar, e de indicar uma terapia... E olha que não tenho muito saco pra diabético fresco que sabe que precisa do tratamento, que tem que se cuidar e fica com frescura...

    Enfim...A única prejudicada tem sido ela que já tem sequelas do mal controle glicêmico e ainda tem um marido que reclama pra todo mundo que não aguenta mais a mulher diabética...




    Hipoglicemia enfeia?

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    Gente, sempre tive vontade de ver minha cara quando estou tendo uma hipoglicemia, nunca me olhei no espelho ou me fotografei por que meu primeiro instinto é de me salvar. Mais do que ver minha cara hipoglicêmica, queria vê-la de madrugada hipoglicêmica. Este dia chegou, e a conclusão que cheguei é que: Ou meu marido me ama muito ou se acomodou com a nossa relação kkk. Claro que ninguém acorda lindo, só que a mistura cara amassada,suor, tremores, dormência na língua e desorientação não me fizeram bem...Além de ter me engordado uns 10 quilos...kkk

    Ó pra isso!

    ps: Nesta hipo eu estava com 39mg/dl, o açúcar me aguardava mais 15 segundos antes dele chegar na minha boca fui fotografada.


    Presente da BD (seringas 6mm)

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    Sexta-feira recebi em casa uma bonita caixinha com 10 seringas da BD, a novidade é que estas que recebi são de 6 mm, comecei meu tratamento usando a de 12,7 mm, agora uso a de 8mm, dadas pelo Posto de Saúde.

    Uso seringa para aplicar a insulina basal (levemir), pela manhã e a noite, já na Humalog uso caneta. Não me importo de usar seringa, ela não é tão prática quanto a caneta  (o ruim é isso) por isso uso a caneta na ultra rápida para facilitar as aplicações e transporte.

    Já usei a agulha para caneta 4mm, amei, quase não sinto quando ela está entrando na pele, só que seringa a menor era de 8mm, agora temos a de 6mm.

    Infelizmente o Posto de Saúde não disponibiliza seringas neste tamanho, aliás há 06 meses eles só distribuem seringas da Injex, a minha sorte que a enfermeira da UBS lembra de mim quando está realizando o pedido, daí ela pede algumas seringas de 8mm, senão eu teria que usar de 12,7 mm por que eu sou a única diabética na minha área que usa seringa de 8mm.

    Por isso por enquanto eu não desfrutarei desta evolução, só pude mesmo experimentar...


    Video: Protegendo o Futuro

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    Pessoal,este foi o vídeo que criei falando sobre minha vida com o diabetes com base no tema da Campanha do Dia Mundial do Diabetes: Protegendo o Futuro.




    Dia pós Dia Mundial do Diabetes

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    Acabou-se o Dia Mundial do Diabetes. Como toda a data "ilustre" a gente faz a comemoração á altura.
    Só espero que os srs. e sras. diabéticos (as), continuem se cuidando...
    Agora que as cortinas se fecharam e o show acabou, não percam o estrelato e continuem sendo protagonistas de suas próprias histórias.
    Abs.
    Kath Diabética Tipo I



    Singela homenagem ao dia 14/11

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    Proteger o nosso futuro vai além do que se vestir de azul, com o meu trabalho de formiga mais de 100 pessoas/amigos escutaram sobre diabetes destas 100, 32 foram fotografadas...

    Estas eu fotografei!Foi em casa,no trabalho e na igreja.Mais pedi umas para amigos e parentes,claro depois de ter falado sobre o diabetes, para ñ ficar simplesmente na ideia do azul,por azul...




    Significado do Dia Mundial do Diabetes

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    14 de Novembro, Dia Mundial do Diabetes



        



    Por que dia 14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes?
      
    A data foi escolhido em homenagem ao nascimento do descobridor da insulina, o canadense Frederick Banting. O cientista e seu assistente Charles Best fizeram alguns experimentos na cadela Majorie desenvolveram a primeira insulina de origem animal.
      
    O ano era 1932. No inicio, a insulina era impura e as agulhas longas. A aplicação era intramuscular, dolorosa e frequentemente causava danos à pele.
      
    Hoje as insulinas são manipuladas em laboratório e divididas em dois grupos: insulina humana e o análogo da insulina humana. Para aplicá-las, o mercado disponibiliza agulhas de três tamanhos (12,7mm, 8mm, 6mm) que devem ser escolhidas acordo com o biotipo de cada paciente. Embora a imagem da agulha ainda represente desconforto, as picadas são praticamente indolores.
      
    A evolução está presente e envolve muitas empresas e pessoas.

    Neste mês de novembro devemos fazer uma reflexão onde estamos e para onde vamos. A recusa pelo já não faz sentido, pois os benefícios são evidentes, razão pela qual aumentou a consciência dos pacientes e de seus familiares.
      
    Dia 14 de novembro do ano passado 50 monumentos foram iluminados com a cor azul, neste espera-se iluminar 500 locais em todo o país. O tema deste ano é Diabetes em Crianças e Adolescentes e foi escolhido pela IDF – International Diabetes Federation.
      
    Em 2006, o diabetes mereceu atenção especial da ONU – Organização das Nações Unidas – que reconheceu as proporções epidêmicas da doença como uma ameaça a saúde mundial - atualmente, mais de 200 crianças desenvolvem diabetes a cada dia.
      
    Uma das ações de maior impacto previstas para o Dia Mundial é a iluminação na cor azul dos principais monumentos em cada cidade ao redor do mundo. A cor azul foi escolhida por ser a cor símbolo da ONU – o logo específico da campanha é um círculo azul que significa união.

    O IDF - International Diabetes Federation, luta para tirar o diabetes das “sombras”. E nós fazemos o mesmo, divulgando e levando informações aos nossos clientes e amigos. Quais monumentos de sua cidade você poderá “pintar” de Azul?
      
    O Maracanã terá um anel azul entre o público e o gramado e dará uma visão se visto por cima. O mesmo ocorrerá com o Cristo Redentor, Pampulha em Minas, Elevador Lacerda na Bahia, Ponte Hercilio Luz em Santa Catarina e onde ficará azul na sua cidade?
      
    Devemos insistir com as autoridades para que dêem a mesma importância ao diabetes assim como fizeram como tabagismo, por meio da Campanha Anti-Fumo.
      
    As escolhas alimentares, a prática de exercícios, o monitoramento da glicose de forma responsável, e o correto uso da medicação e obediência ao médico fazem com que a vida dos portadores de diabetes seja confortável e duradoura.
      
    Saúde a todos e bom controle de sua glicemia.
      
    E lembre-se: Diabetes controlada é vida prolongada.

    http://www.exercitandosaude.com.br/index.php?conteudo=select_quesprecir2&id=24


    Quem me dera me ver livre dos trabalhos domésticos....

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    Me disseram (detalhe uma pessoa informada):
    -Eita! Você é diabética, faz um monte de coisas e ainda é dona de casa?
    Respondi:
    -Pois é, esta foi uma coisa que o diabetes não me livrou ser dona e casa. Que saco né?! Vou pensar bem no assunto e propor isto á Sociedade Brasileira de Diabetes: Diabéticos (as) não podem fazer nenhuma atividade doméstica...

    Diabetes no TV Xuxa

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    Gente!!! Vídeo claro, objetivo onde diabéticos e pais de diabéticos falam sobre a doença afim de desmistificá-la.

    Cliquem aí e curtam:

    http://tvg.globo.com/programas/tv-xuxa/videos/t/programas/v/papo-serio-xuxa-fala-sobre-diabetes-com-paula-toller-jose-loreto-e-profissionais/2235746/

    Fedor de suor

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    Eu tenho pavor de "cheiro de suvaco", afff me dá vontade de vomitar quando chega alguém assim perto de mim. Só que comigo acontece algo chato ás vezes, quando tenho uma hipo, transpiro tanto que fico com um fedor terrível. Como odeio isso!!! Fica aquele suor ardido sabe?

    hoje, hipo pela madrugada, corrigi sozinha e voltei a dormir. Pela manhã tomei café e andei pela casa, não tomei banho. Meu marido vem me dar um abraço quando de repente me fala:

    -Que fedor é este? Nossa tá podre!



    Eu ri de não me aguentar, como ele nunca me vê fedida, foi se cheirar, viu que não era ele, veio me cheirar pra se certificar e disse:

    -Meu! Que disgrama é esta? Você tá podre!

    Eu disse que tinha tido hipo e que ainda não tinha tomado banho. Ele exclamou:

    - Além de ganhar excesso de açúcar no sangue, você ainda ganhou um gambá debaixo do suvaco?

    Eu me rachei kkkk...

    Já viu diabético " cê ora"?

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    Olha como todos sabem sou evangélica, e como já disse anteriormente sofro de uma má interpretação terrível, tanto pelos evangélicos, como pelo os que não são. Os evangélicos acham que sou "uma irmã sem fé" e os não evangélicos acham "que sou uma crente muito pra frente". Agora eu pergunto:


    • Só por que sou evangélica não posso falar de sexo?
    • Não posso passear?
    • Não posso ter acesso á cultura?
    • Não posso ter um blog?
    • O que me faz diferente dos demais?

    E ainda dizem que preconceito é só com etnia e classe social...

    Enfim muitas são as perguntas que tenho á fazer...

    Tenho uma grande fé em Deus, isso faz com que eu ore por diversas pessoas e situações da vida, me sinto bem e creio que sou ouvida... Gosto de ouvir, aconselhar e ajudar os demais. Com isso passei a sofrer de outro problema, os diabéticos que me vê agora me dizem:

    -Cê ora por mim?

    De verdade, não me importo de orar, mais quando isso está condicionado á uma folga no tratamento ou até mesmo a exclusão dele, afim de se livrar da doença, me perdoe, mais não oro não. A doença é sua, o tratamento é seu, e a única pessoa interessada de verdade no seu bem-estar é você. Outra o fato de você crer em Deus não exclui suas idas ao médico, seus monitoramentos,seus medicamentos e etc... Se Jesus não gostasse disso não teria tido um discípulo como médico (Lucas). Então façam-me um favor, me peçam oração para o que quiser, mais continuem se tratando...

    Cotidiano Diabético (minhas frases)

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    Hora de tratar o Bruxismo

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    Acho que há uns quinze anos ou mais sofro de bruxismo, a primeira a reclamar foi minha tia quando eu dormia na casa dela, comentei com minha mãe que disse ter reparado mais não deu importância. Os anos foram passando, passei a ter uma dor de cabeça e no "rosto" incontrolável, fui em uma dentista que me receitou uma placa como esta (usada apenas para dormir):



    Na época tive problemas com a placa pois ficou folgada e me machucava demais, parei de usá-la, quando voltei á dentista para tirar outro molde, ela tinha mudado de consultório, conclusão: Perdi a placa e o dinheiro.

    Os anos de arrastaram, veio o diabetes, agora eu sabia que mais do que nunca deveria providenciar a placa, o diabetes exige o máximo de cuidado com os dentes, a cada quatro meses faço uma limpeza com o dentista e quando necessário faço uma obturação,troco outra e por aí vai...

    Sem vergonha na cara deixei com que quase seis anos de passassem, quando arranquei os sisos o dentista me avisou:

    -O bruxismo já começou a afetar sua arcada dentária no lado direito, está perceptível o desgaste deste lado.

    Procurei um dentista em minha região que fosse de confiança , achei uma bem bacana que já tratava de amigos,inclusive de diabéticos e simplesmente: AMEI!

    Quinta-feira fiz duas obturações e uma limpeza, quinta que vem tiro o molde para a placa, só que está será diferenciada, uma vez que passei a ranger os dentes durante o dia (o que eu mais temia, pois acho ridículo este hábito). Terei que colocar aparelho ortodôntico para corrigir uma mordida cruzada e três dentes levemente tortos, por isso a placa do bruxismo também terá que ser adaptada á esta situação. A equipe médica que me assiste deu o aval para a colocação do aparelho, agora só preciso tratar disso para cessar minhas dores de cabeça e não correr os riscos futuros que isso pode acarretar.

    Usarei uma igual á esta azul, ela possui uns ferrinhos para fixar entre os dentes.

    Mais sobre o bruxismo

    Segundo o Dr. Draúzio Varella


    Bruxismo é uma desordem funcional que se caracteriza pelo ranger ou apertar dos dentes durante o sono. Essa pressão pode provocar desgaste e amolecimento dos dentes. Nos casos mais graves, podem ocorrer também problemas ósseos, na gengiva e na articulação da mandíbula (ATM).
    Possivelmente, a disfunção está ligada a fatores genéticos, a situações de estresse, tensão, ansiedade, ou a problemas físicos de oclusão ou fechamento inadequado da boca, por exemplo.
    Não se sabe exatamente por quê, o bruxismo acomete 15% das crianças e afeta indistintamente homens e mulheres. A incidência tende a diminuir com o passar dos anos.
    Quando o problema se manifesta durante o dia, recebe o nome especial de briquismo.
    Sintomas
    Além do desgaste e amolecimento dos dentes, dor de cabeça é o sintoma mais comum do bruxismo. Isso acontece porque a compressão exagerada dos dentes pode levar à isquemia dos vasos que entram no ápice da raiz e depois à necrose dos vasos, dos nervos e da polpa dentária.
    Outros sintomas do bruxismo são dor e zumbido no ouvido, dor no pescoço, na mandíbula e nos músculos da face por causa do esforço realizado pelos músculos da mastigação, estalos ao abrir e fechar a boca, alterações do sono. A intensidade e a frequencia das crises podem variar de uma noite para outra.
    Diagnóstico
    Na maioria das vezes, a pessoa só sabe que é portadora de bruxismo, se alguém lhe contar o que presenciou enquanto ela dormia, ou quando procura assistência médica ou odontológica, porque os sintomas já se instalaram.
    Além da avaliação clínica, a polissonografia é um exame importante para identificar o grau do distúrbio e orientar o tratamento.
    Tratamento
    Não se conhece, ainda, um tratamento eficaz para curar o bruxismo. Medicamentos ansiolíticos são úteis para o controle dos quadros de estresse e ansiedade que podem estar associados, mas não são a causa do distúrbio que, aliás, não está suficientemente esclarecida.
    Os recursos mais indicados para o tratamento, porém, são as placas interoclusais flexíveis de silicone ou as placas rígidas de acrílico, moldadas segundo o formato da arcada dentária do paciente. Elas ajudam a restringir os movimentos dos músculos mastigatórios e a reduzir o atrito que provoca o desgaste e o abalo dos dentes.
    Recomendações
    * Consulte o dentista com regularidade;
    * Evite apertar os dentes, quando estiver empenhado em uma tarefa ou situação mais complicada;
    *Procure não mascar chicletes ou mordiscar sistematicamente objetos duros, como pontas de lápis e canetas, por exemplo;
    * Faça exercícios. A prática regular de atividade física ajuda a controlar o estresse e as crises de ansiedade que podem favorecer o apertar dos dentes;
    * Não se esqueça de colocar a placa interoclusal antes de dormir. Se o problema se manifestar também de dia, use-a sempre que possível.

    Dúvidas com o Glicosímetro?

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    Sabe quando a gente vai medir a glicemia e começar a dar uns benditos erros?

    Ou quando a gente não sabe mais onde furar os dedos, em que lugar aplicar insulina?

    A amiga Nicole compartilhou conosco,um link dosite  da Prefeitura de São Paulo, há um slide bacana explicando tudo isso, entre lá:

    http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/arquivos/programas/Orientacoes_para_Automonitoramento_Glicemico.pdf